Egídio isenta técnico de culpa por oscilação do time durante reta final

27/10/2015 18:59

Egídio isenta técnico de culpa por oscilação do time durante reta final

Egídio isenta técnico de culpa por oscilação do time durante reta final

Egídio admite que mau momento pessoal seguiu o do time, mas se diz pronto para mudar (Foto:Djalma Vassão/Gazeta Press)



Após chegar ao Palmeiras com a temporada já em disputa, por intermédio de Marcelo Oliveira, com quem emplacou o bicampeonato brasileiro no Cruzeiro, entre 2013 e 2014, o lateral Egídio mostrou os reflexos da gratidão que tem pelo treinador nesta terça, às vésperas da semifinal contra o Fluminense. Criticado, recentemente, por uma parte da torcida, o jogador mostrou indiferença com relação aos xingamentos e negou que o técnico tenha culpa por conta das atuações irregulares do time.



Derrotado pelo Sport no fim de semana diante da torcida, o Palmeiras segue a dois pontos do Santos, último time no G4 do Brasileiro, mas agora ocupa a oitava posição, tendo Sport, Internacional e São Paulo à sua frente na luta pelo grupo dos quatro primeiros. Com as aspirações no nacional mais distantes, o jeito agora é focar na Copa do Brasil, que pode representar um caminho mais curto à Copa Libertadores e a redenção do elenco após altos e baixos no Brasileirão.



“A culpa não é do Marcelo. É tudo um conjunto, um time. Quando os jogadores oscilam, a comissão técnica também tem a ver com a questão. Lá no Cruzeiro era um time que deslanchou de tal forma e teve uma sequência do começo ao fim do campeonato, e aqui ainda estamos oscilando um pouco”, reconheceu. “Mas, nos jogos decisivos, o Palmeiras sempre se mostrou gigante como ele é, e espero que isso se confirme mais uma vez nesta quarta”, completou Egídio, que fez mistério, mas pode figurar entre os titulares.



Garantindo saber lidar com a pressão que vem das arquibancadas, e que promete ser grande por conta das 37 mil entradas vendidas e a necessidade dos mandantes marcarem, ao menos, um gol, Egídio diz ter sorte nos grandes jogos. “Nossa concentração total é para classificar, não tem outro pensamento que não seja esse. Todo atleta trabalha para jogar os grandes jogos, e graças a Deus sempre fui muito abençoado. Todos nós gostamos dos desafios, e esse tipo de jogo é um dos melhores para mostrarmos nosso futebol”, reconheceu.



Defendendo que a queda de rendimento do Palmeiras não tem “nada de anormal”, o lateral relatou que o início do mau momento coincidiu com a lesão do volante Gabriel, que machucou o joelho e só retomará as atividades em 2016. Sem o marcador que realizava, sobretudo, a cobertura pelo lado esquerdo, Egídio mostrou confiança nos companheiros de elenco.



“Eu oscilei junto com o time, sinceramente, não sei se foi a saída do Gabriel que interferiu. Ele estava muito bem, mas o time não foi formado em torno de um jogador. O elenco foi feito com atletas de qualidade e tenho certeza que quem entrar no lugar vai dar o melhor pelo Palmeiras”, admitiu o camisa 66, que em diversas oportunidades durante a coletiva se referiu ao confronto desta quarta como “uma final antecipada”; “o jogo do ano”.


3651 visitas - Fonte: Gazeta Esportiva

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