Mesmo sem Mina, defesa do Palmeiras é uma 'fortaleza'

25/11/2016 09:51

Mesmo sem Mina, defesa do Palmeiras é uma 'fortaleza'

Colombiano ainda se recupera de lesão e não deve enfrentar a Chapecoense

Mesmo sem Mina, defesa do Palmeiras é uma 'fortaleza'





A melhor defesa do Campeonato Brasileiro - são 31 gols sofridos no torneio e apenas um nos últimos três jogos - novamente terá problemas para o jogo que deve definir o título em favor do Palmeiras. O zagueiro Mina não treina com os titulares desde domingo por causa de uma lesão muscular na coxa esquerda. Nesta quinta-feira, participou de sessões de fisioterapia. Com isso, dificilmente será escalado contra a Chapecoense, domingo, no Allianz Parque.



A contusão de um dos pilares da defesa não chega a tirar o sono do técnico Cuca por causa das opções que ele tem no banco de reservas. Além disso, a importância do setor no domingo é basicamente simbólica. Se a equipe não sofrer gols, confirma o título.



As lesões - e principalmente as convocações de Mina - obrigaram Cuca a usar vários defensores ao longo do torneio. Edu Dracena, por exemplo, foi escalado em 16 jogos. No treino de quinta, ele foi o escolhido para usar sua experiência e espírito de liderança contra o time sub-20 do Palmeiras.



Thiago Martins também soma 16 partidas. Opção diante de ataques velozes, ele foi utilizado na vitória por 1 a 0 sobre o Botafogo, no domingo, quando Mina saiu aos 11 minutos. Roger Machado foi o único zagueiro que ainda não atuou no Campeonato Brasileiro. “O grande diferencial da nossa campanha foi o elenco. Todos os jogadores, titulares e reservas, mostraram praticamente o mesmo nível. Isso foi muito importante para a defesa”, diz Thiago.



Nas laterais e no gol, a escalação foi mais constante. Jean (33 jogos) e Zé Roberto (26 jogos) foram titulares absolutos. Os substitutos imediatos, Fabiano (seis jogos) e Egídio (14 jogos), cresceram no segundo turno, mas não deixaram a condição de coadjuvantes. João Pedro só foi utilizado em uma partida.



Foi no gol que o time encontrou estabilidade. No final do primeiro turno, Vagner assumiu a posição de Fernando Prass, que sofreu uma lesão no cotovelo direito durante a preparação olímpica, mas viveu um período de três jogos sem vitórias. Jaílson, por sua vez, não desperdiçou a oportunidade. Foram 12 vitórias, cinco empates e nenhuma derrota em 17 partidas.


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