Quando decidiram fazer seus estádios, Palmeiras e Corinthians adotaram modelos de negócios completamente diferente. Houve uma longa discussão sobre quem teria a melhor fórmula. Passados dois anos das arenas em funcionamento, o clube alviverde teve uma vantagem de cerca de R$ 150 milhões em renda sobre o rival, de acordo com levantamento do blog.
No modelo escolhido, o Corinthians decidiu criar uma estrutura de empresas para financiar a construção de seu estádio com empréstimo do BNDES e incentivo fiscal. Depois, ainda usou dinheiro da Odebrecht. As rendas da arena seriam todas destinadas ao pagamento desta conta, o que tirava a renda do clube com bilheteria. Hoje, a perspectiva é de que se alongue o pagamento da dívida por pelo menos 20 anos.
Já o Palmeiras fechou uma parceria com a W/Torre pela qual cedida o estádio e o terreno por 30 anos. A construtora realizava toda arena e cedia as rendas de bilheteria para o clube, ficando com o direito de exploração para shows e outros eventos.
Levantamento nas contas do fundo Arena Imobiliário e nas bilheterias do clube mostra que o estádio corintiano teve uma arrecadação em torno de pelo menos R$ 147,5 milhões em dois anos e meio de funcionamento. Pelas contas do fundo, foram R$ 119,3 milhões até o meio de 2016. As bilheterias corintianas somadas no segundo semestre foram de R$ 28,2 milhões.
No mesmo período, o Palmeiras deve registrar receita um pouco superior com o Allianz Parque. Em 2015, descreveu R$ 87,2 milhões em arrecadação com jogos em seu balanço.
Não há um número total fechado para 2016 já que o balanço não se encerrou. Mas as receitas de bilheteria do ano foram de R$ 59,6 milhões. Ou seja, o total chega a pelo menos R$ 146,8 milhões. Esse número certamente será maior já que o Palmeiras tem direito a um percentual pequeno da renda de eventos e de naming rights.
Feitas as contas, em dois anos com os estádios novos, o Palmeiras teve uma vantagem de cerca de R$ 150 milhões em seus cofres sobre o rival o que se reflete na situação financeira dos dois clubes. E pelo cenário atual isso deve perdurar.
Como deve prolongar a dívida com o BNDES por 20 anos, e tem outros débitos com a Odebrecht, o Corinthians pode ficar duas décadas sem bilheteria. A situação se agrava porque há a dívida privada, pela falta de venda de naming rights e de negociação da maior parte dos CIDs. Assim, é difícil dizer quando de fato o clube conseguirá cobrir o R$ 1,1 bilhão do custo do estádio.
No cenário mais otimista, de pagamento do débito corintiano em 20 anos, a escolha do modelo de negócios de estádios representará uma diferença de R$ 1,5 bilhão em favor do Palmeiras sobre o rival em neste período. E, em 10 anos mais, o próprio Palmeiras terá seu estádio integralmente. Ou seja, não há dúvida hoje de quem fez o melhor negócio.
339924 visitas - Fonte: Blog do Rodrigo Mattos
esse tal kleber jesus e fdpt..gamba..nao tem nada de jesus..esse cara e o dema..e nao entende nada de parceria..com contratos assinados..
Inicialmente quero desejar a todos os torcedores do Palmeiras um feliz 2017.
Quanto ao assunto tratado na matéria , gostaria de discordar do amigo torcedor , quando diz que o senhor Paulo Nobre não é tão torcedor do Palmeiras quanto parece , e que brigou com a W Torre e que queria comprar o estádio.
Primeiro : as brigas com a W Torre sempre foram em defesa dos direitos do Palmeiras. Segundo : o senhor Paulo Nobre nunca disse que queria comprar o estádio , falou inclusive que não tem o tamanho que lhe atribuem , e que a W Torre nunca manifestou o desejo de vender os direitos de exploração de superfície , assinado com o clube , direitos estes que lhe dá condições de auferir rendimentos que vão compensar o dinheiro investido na reforma do estádio.
Terceiro : se eventualmente o sr. Paulo Nobre comprasse os direitos de exploração de superfície , da W Torre , ele teria que cumprir todas as obrigações contratuais , ou seja teria que continuar cedendo ao clube todo o dinheiro arrecadado nas bilheterias , nos jogos realizados no Allianz Parque , e parte das arrecadações provenientes de shows realizados , portanto o Palmeiras não ficaria com dívidas como disse o torcedor , no seu comentário , e manteria todas as receitas que hoje tem direito.
Avanti Palmeiras !!!!!
melhor das Américas nosso estádio
Estadio mais lindo do brasil Fato....
Esta notícia mostra que o Paulo Nobre não é tão Palmeirense, pois sempre brigou com a W Torre e queria comprar o estádio!
Se ele comprasse o estádio e melasse a parceria, o Verdão iria ficar com uma divida enorme sem bilheteria, sem receber dos shows!
Além da W Torre ele não falava com a Leila da crefisa e tá tentando melar a atual gestão!
Pra quem elogia ele, e pensa nele como futuro presidente, e bom avaliar isto.
Dá impressão que ele quer ver o Verdão no fundo do poço.
Todas as parcerias tem que ser respeitadas!
sem dúvida o melhor negócio é temos que parabenizar o Belluzo pois foi o mentor do contrato
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