Palmeiras mapeia genética do elenco, para qualificar treinos

28/2/2017 13:28

Palmeiras mapeia genética do elenco, para qualificar treinos

Feita pela primeira vez no clube em 2012, análise ajuda a entender se jogadores têm resistência ou força como principal caraterística, além de reduzir risco de lesões

Palmeiras mapeia genética do elenco, para qualificar treinos

Alejandro Guerra, meia do Palmeiras, faz coleta de material a ser enviado a laboratório (Foto: Tossiro Neto)



A fim de entender melhor as características de seu elenco, o Palmeiras deu seguimento a um projeto iniciado em 2012. Na semana passada, os jogadores tiveram coletadas células da mucosa bucal, material que, depois de analisado, ajudará a elaborar um programa individualizado de trabalhos para os jogadores.



Coordenada por João Bosco Pesquero, biólogo molecular e professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), em conjunto com o departamento de fisiologia do clube, a pesquisa estuda especificamente quatro genes, sendo os principais ligados a força e resistência.



– Existem mais de 400 marcadores genéticos que, de alguma forma, têm impacto na performance, mas analisamos basicamente quatro – diz Pesquero, mesmo geneticista da pesquisa feita com o elenco de cinco anos atrás, na Academia de Futebol.



– O Palmeiras foi pioneiro, foi o clube onde fizemos a primeira análise. Os marcadores são os mesmos de hoje. A diferença é que agora temos maior entendimento da importância desses marcadores para a performance física dos atletas – explica o professor da Unifesp.



A coleta do DNA se dá com uma espécie de cotonete (o termo correto é swab estéril). Depois de um breve esfregaço na parte interna da bochecha, o material é enviado a um laboratório. Mais tarde, com os dados da análise em mãos, a comissão técnica – não somente a preparação física – pode estabelecer um programa individualizado para os jogadores.



Agora temos maior entendimento da importância desses marcadores"

João Bosco Pesquero



– O resultado pode apontar que o atleta tem 75% de força e 25% de resistência, e aí trabalhamos em cima desses dados. É um trabalho multidisciplinar. A nutricionista também recebe as informações. Para um atleta que é mais de resistência, precisamos focar em substâncias que aumente a força – diz Thiago Santi, fisiologista do Palmeiras.



– O preparador físico vai saber também que ele é um atleta de resistência e, então, vai tentar fazer com que ele fique mais forte. Vai enfatizar que ele vá mais à sala de musculação –


15591 visitas - Fonte: Globo Esporte

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rogeiro candido seu cavalo vc e burro em

rindo muito com os fisiologistas de plantão!

turma do amendoim sabe nada estudo excelente

se não entende não fala o que não sabe

exelente trabalhar em cima disso

Alexandre, sério que você disse isso. Me explica o mito Usain Bolt então...

mano liga lá e passa essa informação pros caras, eles estudaram a vida inteira mas essa informação só vc tem!!!

quem corre é a bola!!!

Ficar mais forte, significa ficar mais lento. Se for feito no meio da competição pode prejudicar.

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