Alejandro Guerra, meia do Palmeiras, faz coleta de material a ser enviado a laboratório (Foto: Tossiro Neto)
A fim de entender melhor as características de seu elenco, o Palmeiras deu seguimento a um projeto iniciado em 2012. Na semana passada, os jogadores tiveram coletadas células da mucosa bucal, material que, depois de analisado, ajudará a elaborar um programa individualizado de trabalhos para os jogadores.
Coordenada por João Bosco Pesquero, biólogo molecular e professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), em conjunto com o departamento de fisiologia do clube, a pesquisa estuda especificamente quatro genes, sendo os principais ligados a força e resistência.
– Existem mais de 400 marcadores genéticos que, de alguma forma, têm impacto na performance, mas analisamos basicamente quatro – diz Pesquero, mesmo geneticista da pesquisa feita com o elenco de cinco anos atrás, na Academia de Futebol.
– O Palmeiras foi pioneiro, foi o clube onde fizemos a primeira análise. Os marcadores são os mesmos de hoje. A diferença é que agora temos maior entendimento da importância desses marcadores para a performance física dos atletas – explica o professor da Unifesp.
A coleta do DNA se dá com uma espécie de cotonete (o termo correto é swab estéril). Depois de um breve esfregaço na parte interna da bochecha, o material é enviado a um laboratório. Mais tarde, com os dados da análise em mãos, a comissão técnica – não somente a preparação física – pode estabelecer um programa individualizado para os jogadores.
Agora temos maior entendimento da importância desses marcadores"
João Bosco Pesquero
– O resultado pode apontar que o atleta tem 75% de força e 25% de resistência, e aí trabalhamos em cima desses dados. É um trabalho multidisciplinar. A nutricionista também recebe as informações. Para um atleta que é mais de resistência, precisamos focar em substâncias que aumente a força – diz Thiago Santi, fisiologista do Palmeiras.
– O preparador físico vai saber também que ele é um atleta de resistência e, então, vai tentar fazer com que ele fique mais forte. Vai enfatizar que ele vá mais à sala de musculação –
15591 visitas - Fonte: Globo Esporte
rogeiro candido seu cavalo vc e burro em
rindo muito com os fisiologistas de plantão!
turma do amendoim sabe nada estudo excelente
se não entende não fala o que não sabe
exelente trabalhar em cima disso
Alexandre, sério que você disse isso. Me explica o mito Usain Bolt então...
mano liga lá e passa essa informação pros caras, eles estudaram a vida inteira mas essa informação só vc tem!!!
quem corre é a bola!!!
Ficar mais forte, significa ficar mais lento. Se for feito no meio da competição pode prejudicar.
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