E o Troca de Passes desta terça-feira teve como primeiro assunto justamente a fase do colombiano, autor de nove gols em 13 partidas na atual temporada - sete no Paulista e dois na Libertadores. Gustavo Villani o definiu como jogador de "um toque".
- Borja não é jogador de requinte técnico, não vai pentear a bola, como fez o Keno, e pedalar. Precisa estar perto do gol para dar um toque só - afirmou o apresentador.
A evolução de Borja, na visão do comentarista Sérgio Xavier, está diretamente ligada ao trabalho de Roger Machado. Perseguido e sem a simpatia de alguns companheiros em 2017, ele vive seu melhor momento no Palmeiras.
- Passa pelo trabalho do Roger. Não é o do trabalho do Roger com o Borja, mas com o resto do time. O Borja, por não participar da marcação, conseguiu a antipatia dos companheiros, que, em dado momento, passaram a não dar a bola para ele - disse Xavier.
- Roger chega dizendo que precisa do Borja e que precisa de alguém que bote a bola para dentro. Está todo mundo tocando a bola pro Borja e comemorando os gols com ele.
Villani destacou também os lançamentos longos de Felipe Melo, jogadas que tratou como "estilingadas", e teve a concordância de Xavier.
- Ótima temporada. Votei nele na seleção do campeonato paulista sem pensar. Está muito bem, centrado, e o esquema está favorecendo o jogo dele.
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Aí sim, Roger Machado está fazendo o que tem que ser feito, colocando o cara Borja pra fazer gols e os demais Armando a jogada ele finalizando, o cú cá, queria que ele fizesse gol milagre do banco, aí nem Cristiano Ronaldo faria
Moisés tá jogando muito mal