A palestra teve início com Juliana Cristina Morita, fisioterapeuta dos times Sub-8 ao Sub-18 do futsal alviverde. Os temas tratados pela profissional discorreram sobre a importância da fisioterapia no esporte, as diferenças entre lesão e dor e a presença da osteopatia (método que utiliza recursos manuais para identificar a origem de traumas corporais) com exemplos e ilustrações cotidianas.
“O principal intuito dessa reunião é de conscientizar os pais a respeito das consequências da sobrecarga do trabalho muscular para com seus filhos. Muitas vezes acontecem lesões por conta disso, e trazer todas essas informações faz com que eles pensem conscientemente na formação física destes garotos”, disse Juliana.
Em seguida, Solange Paes, terapeuta do clube, discursou sobre a influência do comportamento da mente em meio às lesões esportivas. Neste tema, há estudo e acompanhamento das emoções do atleta e como elas interferem na recuperação do trauma físico, visando o alcance do equilíbrio mental durante o processo.
“Conscientizar os parentes de que toda resposta fisiológica tem reações emocionais é de suma importância, pois trabalhar as emoções é algo indispensável para desenvolver as demais capacidades dos atletas, principalmente os mais novos”, comentou Solange.
Além dos pais dos atletas palestrinos, a palestra teve os olhares de Ademir Rodrigues e Gilberto Marques, diretores do futsal, e Gilson Marques, diretor dos esportes não profissionais do Palmeiras.
Melhor clube de base de São Paulo desde 2015, o futsal do Palmeiras soma 33 pódios e 19 títulos no período. O Verdão disputa atualmente as fases finais do Campeonato Metropolitano nas categorias Sub-12, Sub-14, Sub-16 e Sub-18, além do Estadual de Iniciação com os times Sub-8, Sub-9 e Sub-10.
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