“Embora do Sul, me sinto palmeirense de coração. Sou recebido como uma pessoa da casa. O trabalho anterior ao meu tinha uma boa base. Eu dei umas retocadas no sentido de ambiente, de amizade, de carinho. Vou usando o que tenho à disposição no meu CT, um atua 45, o outro um pouco mais, e vou gerindo isso. O Turra e o Pracidelli me ajudam a equilibrar a equipe e dar uma identidade ao time. Apenas gerenciei algumas coisas e dei minha experiência e conhecimento ao elenco”, disse o comandante.
Felipão falou ainda sobre o clima tenso que rondava os últimos duelos entre Palmeiras e Corinthians. O treinador deu uma ‘solução’ ao seu time e fez questão de relembrar o caso das embaixadinhas de Edílson, que provocou os palmeirenses no ano do título paulista, em 1999.
“O Palmeiras tem que jogar futebol e não brigar com o Corinthians. Hoje, ele deveria equilibrar na vontade, mas jogar futebol. Não brigar. Provavelmente hoje, em muitas situações, a gente puxou o freio de mão para não brigar. Futebol não é assim. Vocês lembram do Edilson? Das embaixadinhas? Eu fiquei bravo com ele? Não. Eu levei ele para a Copa. Porque ele é muito bom. É um grande amigo meu. Como técnico, eu preciso identificar isso. Tem algumas coisas que precisamos desmistificar perante aos atletas”, finalizou.
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