Se os tabus valem para algo, o Palmeiras pode ficar ainda mais tranquilo com a vitória por 1 a 0 sobre a Universidad Católica, no Chile, pelas oitavas da Libertadores na quarta-feira (14). Os Cruzados, apelido do time, não revertem uma desvantagem em um mata-mata de Libertadores há 11 anos.
O feito aconteceu pela última vez em 2010, contra o Colón (ARG). Na ocasião, a Católica perdeu em Buenos Aires por 3 a 2. No Chile, a equipe andina devolveu o resultado, e a partida foi para os pênaltis, quando os chilenos venceram por 5 a 3.
Talvez até mais significativo que esse tabu seja o fato de o Palmeiras jamais ter sido derrotado pela Universidad Católica em sua história.
São agora cinco confrontos, sendo três pela Libertadores (dois em 1968 e este da quarta-feira, 14) e dois pela extinta Copa Mercosul, equiparável à Copa Sul-Americana em importância, em 2000.
Para se classificar, a Universidad Católica precisa vencer o Palmeiras por dois gols de diferença na próxima quarta-feira (21). Uma vitória por 1 a 0 leva o jogo para os pênaltis. E uma vitória por um gol de diferença, mas com os chilenos fazendo mais de um gol, dá a vaga aos Cruzados, pelo critério do gol fora.
Além dos jogos com o Palmeiras, em duas outras oportunidades, a Católica enfrentou times brasileiros em confrontos de oitavas de final de Libertadores. Em 2002, foi eliminada pelo Caetano, que viria a ser vice-campeão, nos pênaltis. Em 2011, venceu o Grêmio no Chile e em Porto Alegre para avançar às quartas.
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