3/11/2022 08:35
Dudu naõ representa apenas isto, mas é o ponto de virada de um clube sofrido até 2014, antes de sua contratação em janeiro seguinte. Foram dele os dois gols da vitória sobre o Santos na decisão da Copa do Brasil de 2015. Aquele troféu mudou o destino do clube. A partir dali, Dudu esteve em todas as conquistas, até mesmo da Libertadores 2020, de cuja final não participou por ter sido emprestado ao Al Duhail, do Catar. Mas jogou a primeira fase daquela competição, da qual também é campeão.
Neste ano, pareceu ofuscado pelo brilho de Raphael Veiga, depois de Scarpa, e por último de Endrick, esperança de ser o maior inventor de gols para o Palmeiras no ano que vem.
Mesmo assim, foi Dudu quem mais cresceu na reta de chegada da temporada. O craque do jogo contra o Fortaleza, o símbolo de uma era vitoriosa, merece ser a sétima estátua nos jardins do Parque Antarctica. Lá estão Junqueira, Waldemar Fiúme, Ademir da Guia, Marcos, Oberdan Cattani e Dudu, seu xará, nascido Olegário Tolói de Oliveira, volante que fez dupla com Ademir nos títulos brasileiros de 1967 (Taça Brasil), 1967 (Robertão), 1969, 1972 e 1973.
Dudu merecerá, nos próximos anos, ter seu rosto decorando o mesmo belo jardim dentro da Sociedade Esportiva Palmeiras.
Dudu é o melhor em campo no jogo do título do Palmeiras, símbolo de era dourada e merece virar estátua
Há seis bustos de grandes jogadores do passado nos jardins do Parque Antarctica. Dudu pode ser o sétimo
Dudu foi o melhor em campo no jogo da festa do Palmeiras, goleada por 4 x 0 sobre o Fortaleza. Por mais que os olhos estivessem em Endrick, titular pela primeira vez e autor do quarto gol, o seu de estreia diante da torcida, foi Dudu quem deu passe para um gol de Rony, outro do jovem centroavante e marcou outro belíssimo. O dono da partida em que o campeão comemorou seu triunfo.
Dudu naõ representa apenas isto, mas é o ponto de virada de um clube sofrido até 2014, antes de sua contratação em janeiro seguinte. Foram dele os dois gols da vitória sobre o Santos na decisão da Copa do Brasil de 2015. Aquele troféu mudou o destino do clube. A partir dali, Dudu esteve em todas as conquistas, até mesmo da Libertadores 2020, de cuja final não participou por ter sido emprestado ao Al Duhail, do Catar. Mas jogou a primeira fase daquela competição, da qual também é campeão.
Neste ano, pareceu ofuscado pelo brilho de Raphael Veiga, depois de Scarpa, e por último de Endrick, esperança de ser o maior inventor de gols para o Palmeiras no ano que vem.
Mesmo assim, foi Dudu quem mais cresceu na reta de chegada da temporada. O craque do jogo contra o Fortaleza, o símbolo de uma era vitoriosa, merece ser a sétima estátua nos jardins do Parque Antarctica. Lá estão Junqueira, Waldemar Fiúme, Ademir da Guia, Marcos, Oberdan Cattani e Dudu, seu xará, nascido Olegário Tolói de Oliveira, volante que fez dupla com Ademir nos títulos brasileiros de 1967 (Taça Brasil), 1967 (Robertão), 1969, 1972 e 1973.
Dudu merecerá, nos próximos anos, ter seu rosto decorando o mesmo belo jardim dentro da Sociedade Esportiva Palmeiras.
Postado por Ivan Marino Iannace - 1578 visitas - Fonte: https://ge.globo.com/
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