16/4/2023 12:11
A ideia de Leila, na verdade, é usar da sua influência, que é grande, para se aproximar das equipes que integram a Forte e unir forças em busca de juntar os projetos e torná-los somente um.
Porém, para isso acontecer, existe uma pressão para a diminuição da desigualdade na distribuição das receitas da Liga Brasileira entre os times de maior e menor torcida, o que é feito na Forte. Já há algum tempo que a representante do Verdão se convenceu disso e se posiciona a favor de que o modelo do estatuto da Libra precisa ser revisto, Porém, isso esbarra no Flamengo, que é contrário e se escora na regra de que qualquer mudança só poderia acontecer se for unânime. Leila Pereira, então, tenta mudar para que as decisões sejam tomadas através de votações e as escolhas por meio de uma maioria qualificada - superior a metade mais um dos votos.
Nos bastidores, o incômodo dos palmeirenses, especialmente através da presidente do clube, em relação às posturas dos flamenguistas nas discussões referentes à Libra já existem há algum tempo, mas ficou mais explícito e até mesmo acalorado nas últimas reuniões do movimento. Isso levou às declarações fortes de Leila Pereira na última sexta-feira (14) contra as posturas da direção da equipe carioca, classificadas como soberba pela mandatária do Alviverde.
O interesse de aproximação da maioria dos clubes da Libra com os da Forte é por conta, principalmente, de duas questões:
- Receio de que com dois projetos a ideia de liga independente no Brasil possa 'engasgar' e não sair do papel;
- Financeiro, já que a LFF tem por trás um fundo de investimentos norte-americano, surpreendendo os times que integram a Libra, que no início não colocavam fé na sustentabilidade do outro projeto.
A ideia dos clubes que defendem a união entre Libra e Forte é unificar a capacidade de investimento e diminuir a diferença entre eles. O Flamengo, por sua vez, acredita que precisa ficar com a maior fatia na divisão das receitas por ter a maior torcida e, consequentemente, maiores audiências. As cotas referentes aos direitos de transmissão são as principais fontes de entrada financeira dessas ligas no início.
Palmeiras quer encabeçar novo modelo da Libra, mas não cogita migração à Forte Futebol
Ideia da presidente do Verdão, Leila Pereira, é se aproximar da LFF pela unificação dos projetos, mas encontra resistência do Flamengo
Divergências entre Leila e Landim geram impasse sobre futuro da Libra (Foto: Gilvan de Souza/Flamengo)
Foto: Lance!
Mesmo com a presidente do Palmeiras, Leila Pereira, tendo exposto divergências com a diretoria do Flamengo em discussões referentes a Libra, não há possibilidade de migração do clube alviverde à Liga Forte Futebol neste momento. A mandatária palmeirense é uma das principais engajadas na Libra desde as primeiras conversas para criação do movimento e não pensa em abrir mão disso.
A ideia de Leila, na verdade, é usar da sua influência, que é grande, para se aproximar das equipes que integram a Forte e unir forças em busca de juntar os projetos e torná-los somente um.
Porém, para isso acontecer, existe uma pressão para a diminuição da desigualdade na distribuição das receitas da Liga Brasileira entre os times de maior e menor torcida, o que é feito na Forte. Já há algum tempo que a representante do Verdão se convenceu disso e se posiciona a favor de que o modelo do estatuto da Libra precisa ser revisto, Porém, isso esbarra no Flamengo, que é contrário e se escora na regra de que qualquer mudança só poderia acontecer se for unânime. Leila Pereira, então, tenta mudar para que as decisões sejam tomadas através de votações e as escolhas por meio de uma maioria qualificada - superior a metade mais um dos votos.
Nos bastidores, o incômodo dos palmeirenses, especialmente através da presidente do clube, em relação às posturas dos flamenguistas nas discussões referentes à Libra já existem há algum tempo, mas ficou mais explícito e até mesmo acalorado nas últimas reuniões do movimento. Isso levou às declarações fortes de Leila Pereira na última sexta-feira (14) contra as posturas da direção da equipe carioca, classificadas como soberba pela mandatária do Alviverde.
O interesse de aproximação da maioria dos clubes da Libra com os da Forte é por conta, principalmente, de duas questões:
- Receio de que com dois projetos a ideia de liga independente no Brasil possa 'engasgar' e não sair do papel;
- Financeiro, já que a LFF tem por trás um fundo de investimentos norte-americano, surpreendendo os times que integram a Libra, que no início não colocavam fé na sustentabilidade do outro projeto.
A ideia dos clubes que defendem a união entre Libra e Forte é unificar a capacidade de investimento e diminuir a diferença entre eles. O Flamengo, por sua vez, acredita que precisa ficar com a maior fatia na divisão das receitas por ter a maior torcida e, consequentemente, maiores audiências. As cotas referentes aos direitos de transmissão são as principais fontes de entrada financeira dessas ligas no início.
Postado por angeli - 5415 visitas - Fonte: Lance!
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Faz a união das duas ligas e deixa de fora os GAMBÁS e mulambos,faz o campeonato sem eles! Vamos ver se vão ter privilégios e audiência sozinhos.