Palmeiras solicita medidas de segurança após ataque de torcedores ao CT.
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Palmeiras pede abertura de inquérito policial para investigar ataques ao Centro de Treinamento, é o quarto ataque a clubes de futebol nos últimos meses. O Palmeiras enviou um ofício nesta quinta-feira à Secretaria de Segurança Pública, à Polícia Militar e ao Batalhão de Choque de São Paulo em que cobra medidas de segurança após o centro de treinamentos da equipe ter sido alvo um ataque de torcedores na madrugada de domingo. No fim de semana, homens encapuzados atiraram rojões na Academia de Futebol, onde o elenco profissional estava concentrado para a partida contra o Ceará, pelo Campeonato Brasileiro. Entre as solicitações, o Palmeiras pede que as autoridades reforcem rondas nas proximidades do clube, do Allianz Parque e do CT, que seja feito o monitoramento de atividades de torcidas organizadas e que sejam removidas faixas com mensagens ameaçadoras. O ofício cita, diversas vezes, a torcida Mancha Alviverde, maior organizada do Palmeiras, com quem o clube é rompido – o documento diz que a Mancha é o “motivo principal” do comunicado distribuído nesta quinta. Nele, o clube afirma que o ataque com rojões no CT repetiu o padrão da emboscada de palmeirenses a um ônibus de torcedores do Cruzeiro, no ano passado, quando uma pessoa foi morta. Palmeiras denuncia ataque com bombas e rojões à Academia de Futebol neste domingo. O Palmeiras também elenca “atos hostis” que teriam sido cometidos recentemente, com faixas em tons ameaçador e a presença de torcedores que teriam ficado próximos ao banco de reservas, no último jogo, com a intenção de causar tumulto. A Polícia Civil de São Paulo instaurou inquérito nesta semana para investigar os ataques do último domingo. Na quarta, uma pessoa foi identificada e um carro foi apreendido. Palmeiras denuncia ataque com bombas e rojões à Academia de Futebol.
O Palmeiras enviou um ofício nesta quinta-feira à Secretaria de Segurança Pública, à Polícia Militar e ao Batalhão de Choque de São Paulo em que cobra medidas de segurança após o centro de treinamentos da equipe ter sido alvo um ataque de torcedores na madrugada de domingo.
Entre as solicitações, o Palmeiras pede que as autoridades reforcem rondas nas proximidades do clube, do Allianz Parque e do CT, que seja feito o monitoramento de atividades de torcidas organizadas e que sejam removidas faixas com mensagens ameaçadoras.
O ofício cita, diversas vezes, a torcida Mancha Alviverde, maior organizada do Palmeiras, com quem o clube é rompido – o documento diz que a Mancha é o “motivo principal” do comunicado distribuído nesta quinta.
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