BOMBA: Palmeiras recebe proposta de 18 milhões de euros por sensação da base
R$ 110 milhões na mesa: o motivo que fez o Palmeiras recusar oferta do Grupo City por joia
Por cauê
As categorias de base do Palmeiras continuam sendo o principal alvo das maiores potências financeiras do futebol mundial em 2026. A diretoria alviverde recusou uma proposta oficial de 18 milhões de euros (aproximadamente R$ 110 milhões na cotação atual) apresentada pelo Grupo City para tentar a contratação do jovem atacante Heittor, uma das joias mais badaladas da Academia de Futebol.
A engenharia financeira colocada na mesa pelo conglomerado internacional previa o pagamento imediato de 15 milhões de euros fixos, além de outros 3 milhões de euros em bônus atrelados a metas de desempenho futuras. Segundo informações divulgadas pelo jornalista Valentín Furlán, o plano do Grupo City era adquirir o atleta brasileiro e integrá-lo inicialmente ao Troyes, da França, clube que faz parte de sua rede global de equipes afiliadas.
Artilharia pesada e os olhares atentos de Abel Ferreira
Tratado internamente como um talento geracional, Heittor vem quebrando recordes e chamando a atenção do mercado europeu pelas atuações avassaladoras na temporada de 2026. O atacante ostenta um retrospecto impressionante no ano corrente: são 15 participações diretas em gols em apenas 18 partidas disputadas pelas categorias de formação do Verdão, figurando no topo da artilharia do clube.
O rendimento fulminante agradou em cheio ao técnico Abel Ferreira. O comandante português e sua comissão técnica acompanham diariamente relatórios sobre a evolução física e tática do garoto na Academia de Futebol. A comissão já desenha a transição gradual do jovem para o elenco profissional nos próximos meses, visando dar cancha e minutos ao atacante no Campeonato Brasileiro.
Estratégia do Verdão barra saída precoce de promessas
A decisão firme da diretoria do Palmeiras em rechaçar os valores do Grupo City reforça a rígida estratégia de mercado adotada pelo clube nos últimos anos. O entendimento da gestão é de que Heittor possui enorme margem de evolução técnica e, consequentemente, uma valorização financeira ainda maior caso conquiste espaço e títulos no time de cima antes de rumar em definitivo para a Europa.
Ao segurar o seu artilheiro, o Palmeiras frustra os planos do Grupo City, que agora precisará vasculhar o mercado sul-americano em busca de outras alternativas para o setor ofensivo do Troyes. Para o torcedor palmeirense, a postura da diretoria sinaliza que o clube prioriza o retorno esportivo imediato de suas crias da base antes de priorizar o balanço financeiro.
E aí, torcedor do Verdão? A diretoria agiu certo em recusar os 18 milhões de euros do Grupo City pelo Heittor, ou o valor era alto demais para ser recusado por um atleta da base? Deixe seu comentário abaixo e participe do debate alviverde!
2820 visitas - Fonte: VerdãoWeb
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