28/8/2026 12:05

Palmeiras atinge R$ 2,4 bilhões em vendas e revela potência das categorias de base

Com R$ 2,4 bilhões arrecadados em vendas sob a gestão de Leila Pereira, o Palmeiras consolida estratégia de sucesso com jovens da base e lucro em revendas.

Palmeiras atinge R$ 2,4 bilhões em vendas e revela potência das categorias de base

O equilíbrio financeiro e o protagonismo nas janelas internacionais transformaram a Academia de Futebol em uma verdadeira potência de receitas e colocam a hegemonia alviverde totalmente em jogo. O Palmeiras confirma a impressionante marca de R$ 2,4 bilhões arrecadados com transferências de atletas desde o início da gestão da presidente Leila Pereira, em 2022. O montante histórico resulta de 27 negociações diretas, consolidando uma política de mercado agressiva e cirúrgica.

O motor dessa engrenagem financeira reage ao investimento massivo na formação de atletas. O departamento de futebol contesta a dependência exclusiva de reforços prontos e admite nos bastidores o peso vital das categorias de base: as crias da Academia representam nada menos que 66% de todas as transações realizadas no período, capitaneadas por joias como Endrick, Estêvão e, mais recentemente, o atacante Allan.

— A necessidade de manter o clube competitivo e financeiramente saudável nos desafia diariamente nas negociações com a Europa. A diretoria admite a dor de perder talentos precoces, mas a responsabilidade com o futuro nos cobra aproveitar os picos de valorização de mercado. Não há nenhum acordo travado sem garantias sólidas; estruturamos as vendas para maximizar o retorno em caixa e manter o time no topo — dispara uma fonte ligada à cúpula alviverde nos bastidores da Academia de Futebol.

A transferência mais recente a turbinar as planilhas foi a de Allan para o Manchester City por expressivos 40 milhões de euros (cerca de R$ 240 milhões). O cofre palestrino pode engordar ainda mais com o iminente desfecho da ida de Riquelme Fillipi ao Inter Miami, dos Estados Unidos, projetada entre 5,5 milhões e 6 milhões de euros, sem qualquer impasse burocrático entre as partes.

Além da base, o clube demonstrou excelência na valorização de contratações pontuais: o volante Richard Ríos, adquirido por apenas R$ 6 milhões, foi vendido ao Benfica por 30 milhões de euros — gerando uma margem de lucro estrondosa —, enquanto atletas como Facundo Torres, Rony e a manutenção de percentuais em ativos como Jhon Jhon (negociado ao Zenit) diversificaram os ganhos.

Cientes de que o faturamento recorde precisa ser revertido em sustentabilidade esportiva e títulos, conselheiros e comissão técnica cobram precisão contínua nas reposições de elenco. O Palmeiras confirma que seguirá utilizando a força de suas categorias de base e a inteligência de mercado para manter o clube como a principal referência financeira e técnica da América do Sul.


924 visitas - Fonte: Verdão Web

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