Recorde histórico! Palmeiras atinge sua 13ª semifinal de Libertadores e ranking entre brasileiros
Palmeiras supera LDU nos pênaltis, atinge sua 13ª semifinal de Libertadores, lidera com folga entre os brasileiros e iguala marca histórica do Nacional-URU.
Por Enzo
A supremacia continental construída na era recente alcançou um patamar reservado apenas às lendas da América do Sul nesta quarta-feira (16) e coloca o sonho do tetracampeonato totalmente em jogo. O Palmeiras confirma a conquista de sua 13ª presença em semifinais de Copa Libertadores após superar o drama da altitude de Quito e eliminar a LDU nas cobranças de pênalti por 4 a 3 — com duas intervenções gigantescas de Carlos Miguel —, isolando-se de forma incontestável na liderança do ranking histórico de clubes brasileiros no torneio.
A nova façanha alcançada fora de casa reage ao domínio imposto pelo clube na última década. A comissão técnica de Abel Ferreira contesta qualquer tese de esgotamento de ciclo e admite a importância da consistência nos bastidores: o Verdão carimbou presença em sete das últimas nove semifinais continentais disputadas desde 2018 — ficando de fora unicamente em 2019 e 2024 —, ampliando a vantagem sobre Grêmio e São Paulo, que dividem a vice-liderança nacional estacionados com dez participações cada.
— A necessidade de figurar com frequência entre os quatro melhores nos desafia a competir no limite extremo do corpo e da mente todos os anos. O grupo admite o desgaste absurdo que foi segurar o placar na altitude equatoriana, mas o peso da nossa história nos cobra protagonismo em qualquer gramado do continente. Não há nenhum acordo travado para nos contentar com o que já foi ganho; estamos construindo uma dinastia que se recusa a perder a fome de títulos — dispara uma fonte ligada ao elenco palmeirense nos bastidores de Quito.
Nas penalidades, a frieza dos batedores e o brilho decisivo de Carlos Miguel embaixo das traves encerraram o impasse contra a LDU e garantiram o embate caseiro diante do Fluminense, que avançou após bater o Platense e disputará sua terceira semifinal na história.
Com a classificação em solo equatoriano, o Alviverde não apenas ampliou a distância sobre os rivais locais, como também igualou o tradicionalíssimo Nacional do Uruguai na quarta posição do ranking geral da história do torneio, ficando atrás somente de potências consagradas como Boca Juniors (19 semis), além dos líderes Peñarol e River Plate (21 participações cada).
Cientes de que o confronto de outubro contra os cariocas colocará em rota de colisão a ambição do bicampeonato tricolor e a obsessão alviverde pelo inédito tetracampeonato brasileiro na Libertadores, torcida e elenco cobram mobilização total para as próximas semanas. O Palmeiras confirma vantagem de decidir o confronto da semifinal diante de sua torcida em São Paulo, mantendo a determinação inabalável para pintar a América de verde mais uma vez.
A nova façanha alcançada fora de casa reage ao domínio imposto pelo clube na última década. A comissão técnica de Abel Ferreira contesta qualquer tese de esgotamento de ciclo e admite a importância da consistência nos bastidores: o Verdão carimbou presença em sete das últimas nove semifinais continentais disputadas desde 2018 — ficando de fora unicamente em 2019 e 2024 —, ampliando a vantagem sobre Grêmio e São Paulo, que dividem a vice-liderança nacional estacionados com dez participações cada.
— A necessidade de figurar com frequência entre os quatro melhores nos desafia a competir no limite extremo do corpo e da mente todos os anos. O grupo admite o desgaste absurdo que foi segurar o placar na altitude equatoriana, mas o peso da nossa história nos cobra protagonismo em qualquer gramado do continente. Não há nenhum acordo travado para nos contentar com o que já foi ganho; estamos construindo uma dinastia que se recusa a perder a fome de títulos — dispara uma fonte ligada ao elenco palmeirense nos bastidores de Quito.
Nas penalidades, a frieza dos batedores e o brilho decisivo de Carlos Miguel embaixo das traves encerraram o impasse contra a LDU e garantiram o embate caseiro diante do Fluminense, que avançou após bater o Platense e disputará sua terceira semifinal na história.
Com a classificação em solo equatoriano, o Alviverde não apenas ampliou a distância sobre os rivais locais, como também igualou o tradicionalíssimo Nacional do Uruguai na quarta posição do ranking geral da história do torneio, ficando atrás somente de potências consagradas como Boca Juniors (19 semis), além dos líderes Peñarol e River Plate (21 participações cada).
Cientes de que o confronto de outubro contra os cariocas colocará em rota de colisão a ambição do bicampeonato tricolor e a obsessão alviverde pelo inédito tetracampeonato brasileiro na Libertadores, torcida e elenco cobram mobilização total para as próximas semanas. O Palmeiras confirma vantagem de decidir o confronto da semifinal diante de sua torcida em São Paulo, mantendo a determinação inabalável para pintar a América de verde mais uma vez.
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Comentários
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Outra vez o Abel fez tudo errado.Inventou 3 zagueiros e o time perdeu o domínio do jogo.Mexeu na hora errada, ainda mais,num jogo decisivo! Aí a equipe se desconcentrou e tomou 2 gols em 4 min., isso num jogo que aliás classificação. O Abel vai ficar mais tempo fora do ano banco, uma vergonha!! Leila, cadê vc? Toma uma posição e dá um basta nesse português!
eu tmb acho que o flaco esta precisando pegar um banco de reserva depois da copa do mundo ele esta se achando esta prejudicando muito o ataque do Palmeiras prendendo muito a bola
o time com 3 zagueiro 2 volante e tomar 2 gols de cabeça pode parar
