22/6/2017 12:46
– O Borja foi o mais ovacionado. Ninguém mais do que o torcedor está querendo, empurrando e ajudando. Ele fez o gol que nos deu a vitória, mas tem coisas que tem de melhorar. A recomposição, as linhas precisam jogar mais perto. Temos de trabalhar. Não só em cima dele, mas em cima de outros jogadores também – analisou Cuca, em entrevista ao ?UOL.
– A montagem do time de hoje não é de time pegador, de roubar a bola. Nós não tínhamos volante jogando. Tínhamos Jean e Tchê Tchê, que mal e mal são segundo volante e gostam de sair para jogar. É natural que não tenha a compactação na roubada de bola. Nós não tivemos a referência de pivô para um jogo deste tipo – completou.
O comandante alviverde está dando um voto de confiança ao jogador. Cuca fez questão de lembrar que outros fatores, como o psicológico, também contribuem para que a adaptação do atleta seja mais lenta que o imaginado por todos no clube:
– É o perfil de cada jogador [ser mais tímido, menos participativo]. Não adianta querer que todos atuem da mesma forma. Ele é assim. Por mais que a gente converse, busque algo... Ele tem o perfil e a personalidade dele e temos de entender – concluiu.
Cuca elogia Borja, mas diz que espera mais participação do atacante
Apesar de ter sido o autor do gol da vitória do Palmeiras contra o Atlético-GO, o colombiano Miguel Borja ainda não totalmente nas graças de Cuca. Após a partida, o treinador do Verdão até elogiou o atacante, mas reafirmou que espera que ele seja mais participativo em outras etapas do jogo - e não somente dentro da área na hora da conclusão.
Guerra joga demaaaais!!! Róger Guedes crescendo, Prass voltou a ser Prass, Dudu e Mina são diferentes e Borja, valeu pelo gol e pela luta.
— AlexMüller (@AlexMuller93) 22 de junho de 2017
– O Borja foi o mais ovacionado. Ninguém mais do que o torcedor está querendo, empurrando e ajudando. Ele fez o gol que nos deu a vitória, mas tem coisas que tem de melhorar. A recomposição, as linhas precisam jogar mais perto. Temos de trabalhar. Não só em cima dele, mas em cima de outros jogadores também – analisou Cuca, em entrevista ao ?UOL.
– A montagem do time de hoje não é de time pegador, de roubar a bola. Nós não tínhamos volante jogando. Tínhamos Jean e Tchê Tchê, que mal e mal são segundo volante e gostam de sair para jogar. É natural que não tenha a compactação na roubada de bola. Nós não tivemos a referência de pivô para um jogo deste tipo – completou.
O comandante alviverde está dando um voto de confiança ao jogador. Cuca fez questão de lembrar que outros fatores, como o psicológico, também contribuem para que a adaptação do atleta seja mais lenta que o imaginado por todos no clube:
– É o perfil de cada jogador [ser mais tímido, menos participativo]. Não adianta querer que todos atuem da mesma forma. Ele é assim. Por mais que a gente converse, busque algo... Ele tem o perfil e a personalidade dele e temos de entender – concluiu.
Postado por angeli - 16296 visitas - Fonte: 90 minutos
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