6/7/2017 15:45
Marcada por brigas na arbitragem e discussões via imprensa na antiga gestão palmeirense, quando Paulo Nobre se recusava até a pronunciar o nome da construtora, a convivência entre as duas partes melhorou bastante desde a chegada de Maurício Galiotte à presidência alviverde. Na noite da última quarta, em uma festa organizada conjuntamente, a aproximação teve seu ponto alto, ainda as duas partes sigam discutindo alguns itens do contrato na Justiça.
Apesar da paz, o evento ficou longe de ser um sucesso. Com ingressos com preços exacerbados - entre R$ 70 e R$ 250 - o Allianz recebeu menos de 2 mil pessoas em uma contagem extraoficial. Para evitar que o fracasso fosse ainda maior, inclusive, o clube lançou uma promoção de última hora e permitiu que quem comprasse um ingresso levasse um acompanhante de graça.
O clube não quis divulgar a carga de ingressos, tampouco o número de entradas que foram vendidas. Haverá divisão dos lucros entre clube e construtora e a ideia é que o evento possa voltar a acontecer em jogos decisivos disputados longe de São Paulo.
O atrativo ficou por conta da venda de cerveja. Uma lata de 350 ml de Amstel foi vendida a R$ 8 e foi sucesso absoluto. Era difícil ver algum torcedor que não portasse seu copo da bebida que é proibida na arena em dias de jogos.
O comportamento da torcida foi parecido com um dia normal nas arquibancadas, com fanáticos xingando o juiz, reclamando de jogadas específicas e até da substituição de Dudu no segundo tempo. Os palmeirenses ainda não perdoavam os comentários de Carlos Eugênio Simon. O ex-árbitro é comentarista da Fox, emissora escolhida pelo time para estar no telão.
O Allianz Parque também se uniu para comemorar a virada parcial do Palestino em cima do Flamengo, mas reclamou quando a transmissão foi interrompida para mostrar os gols da vitória da equipe brasileira.
O evento ainda contou com a presença de diversos sócios e conselheiros e teve a participação especial de César Sampaio e Evair, que responderam perguntas, tiraram fotos, deram autógrafos e sortearam uma camisa do Palmeiras. O mediador era o Marcos Costi, locutor do Allianz em dias de jogos.
Preços atrapalham, mas evento no Allianz sela paz entre Palmeiras e WTorre
Guerra estampou o telão enquanto a bola não rolava no Equador
Ficou longe de ser um evento com a arquibancada cheia, mas a transmissão do jogo entre Palmeiras e Barcelona-EQU, em um telão no Allianz Parque, serviu como sinal de que a relação entre clube e WTorre vive seu melhor momento desde a inauguração da arena, em 2014.
Marcada por brigas na arbitragem e discussões via imprensa na antiga gestão palmeirense, quando Paulo Nobre se recusava até a pronunciar o nome da construtora, a convivência entre as duas partes melhorou bastante desde a chegada de Maurício Galiotte à presidência alviverde. Na noite da última quarta, em uma festa organizada conjuntamente, a aproximação teve seu ponto alto, ainda as duas partes sigam discutindo alguns itens do contrato na Justiça.
Apesar da paz, o evento ficou longe de ser um sucesso. Com ingressos com preços exacerbados - entre R$ 70 e R$ 250 - o Allianz recebeu menos de 2 mil pessoas em uma contagem extraoficial. Para evitar que o fracasso fosse ainda maior, inclusive, o clube lançou uma promoção de última hora e permitiu que quem comprasse um ingresso levasse um acompanhante de graça.
O clube não quis divulgar a carga de ingressos, tampouco o número de entradas que foram vendidas. Haverá divisão dos lucros entre clube e construtora e a ideia é que o evento possa voltar a acontecer em jogos decisivos disputados longe de São Paulo.
O atrativo ficou por conta da venda de cerveja. Uma lata de 350 ml de Amstel foi vendida a R$ 8 e foi sucesso absoluto. Era difícil ver algum torcedor que não portasse seu copo da bebida que é proibida na arena em dias de jogos.
O comportamento da torcida foi parecido com um dia normal nas arquibancadas, com fanáticos xingando o juiz, reclamando de jogadas específicas e até da substituição de Dudu no segundo tempo. Os palmeirenses ainda não perdoavam os comentários de Carlos Eugênio Simon. O ex-árbitro é comentarista da Fox, emissora escolhida pelo time para estar no telão.
O Allianz Parque também se uniu para comemorar a virada parcial do Palestino em cima do Flamengo, mas reclamou quando a transmissão foi interrompida para mostrar os gols da vitória da equipe brasileira.
O evento ainda contou com a presença de diversos sócios e conselheiros e teve a participação especial de César Sampaio e Evair, que responderam perguntas, tiraram fotos, deram autógrafos e sortearam uma camisa do Palmeiras. O mediador era o Marcos Costi, locutor do Allianz em dias de jogos.
Postado por Karin Mott - 5886 visitas - Fonte: UOL
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Vamos lá, preço dos ingressos no Allianz Pá, é um absurdo. Cuca precisa deixar o máximo de jogadores que foram bem do jogo anterior, e por pra jogar no jogo seguinte, deixar jogadores jogarem o máximo possível em suas posições de origem, só colocar jogador fora de sua posição de origem, só quando não tiver opção. Estou preocupado, porque parece que estou vendo nós Palmeirenses sendo gozado de novo esse ano. exemplo o Borja jogou nada contra o Barcelona, e só tirou ele no final do jogo, colocou o Juninho de lateral direita, Juninho joga nada bem de zagueiro, Acorda Palmeiras, Vamos mudar isso aí Palmeiras.
mano vi uma notícia no globoesporte falando que o palmeiras quer fazer uma troca com os bambis..Borja no pratto..se isso acontecer é a maior burrice da historia..
a unica coisa que a trabalho foi o time que foila par empata mesmo sabendo que podia vance <br />
20 reais tava bem pago ai dava uns 15 mil torcedor