6/7/2017 22:10
Guerra estava em Guayaquil, com o elenco palmeirense, onde o time perdeu na quarta-feira para o Barcelona, por 1 a 0, pela Copa Libertadores. Horas antes da partida, ele soube do acidente com o filho e logo foi liberado pela diretoria para voltar ao Brasil e acompanhar a recuperação do filho. O plano inicial do Palmeiras era de colocar o venezuelano na aeronave do casal dos donos da Crefisa, José Roberto Lamachia e Leila Pereira, patrocinadores do Palmeiras.
A dupla viajou ao Equador para acompanhar a partida e pouco depois do pouso, colocou a aeronave à disposição para transportar Guerra. O meia havia chegado ao país na antevéspera, em voo fretado pelo Palmeiras. A ideia de embarcar o venezuelano no jato particular dos empresários não se concretizou porque pelas leis de tráfego aéreo do país o passageiro só poderia embarcar em outro fretamento somente 72h depois da chegada caso a aeronave não tenha sido a mesma que o trouxe.
Diante dessa restrição, o jogador teve de optar por voltar em voo comercial. Como não há o trajeto direto entre Guayaquil e São Paulo, Guerra demorou para conseguir retornar ao Brasil. Apenas nesta quinta o meia pode entrar em contato com os familiares e ir até o hospital onde Assael está internado, o Albert Einstein, no bairro do Morumbi.
Segundo a assessoria de imprensa do hospital, o garoto continua internado e por um pedido da família, não serão divulgadas informações do estado de saúde. Ao fim do jogo no Equador o atacante Willian disse em entrevista ao canal SporTV que o elenco ficou preocupado com o acidente. "A gente tinha as informações que ele estava bem, não tinha mais perigo nenhum, que estava na UTI, mas bem cuidado, sem risco de vida", afirmou.
Lei equatoriana atrasa chegada de Guerra ao Brasil para ver o filho
Após afogamento de Assael, de três anos, meia do Palmeiras foi impedido de deixar o país em voo fretado
Filho de Guerra se afogou na piscina de casa na manhã de quarta-feira Foto: Cesar Greco/Ag. Palmeiras
O meia Guerra, do Palmeiras, retornou nesta quinta-feira ao Brasil para acompanhar a recuperação do filho Assael, de três anos, que está internado após ter se afogado na piscina de casa. Antes de voltar para São Paulo o jogador venezuelano teve de contornar um problema burocrático no Equador que o impediu de embarcar em voo fretado e lhe obrigou a buscar um voo comercial.
Guerra estava em Guayaquil, com o elenco palmeirense, onde o time perdeu na quarta-feira para o Barcelona, por 1 a 0, pela Copa Libertadores. Horas antes da partida, ele soube do acidente com o filho e logo foi liberado pela diretoria para voltar ao Brasil e acompanhar a recuperação do filho. O plano inicial do Palmeiras era de colocar o venezuelano na aeronave do casal dos donos da Crefisa, José Roberto Lamachia e Leila Pereira, patrocinadores do Palmeiras.
A dupla viajou ao Equador para acompanhar a partida e pouco depois do pouso, colocou a aeronave à disposição para transportar Guerra. O meia havia chegado ao país na antevéspera, em voo fretado pelo Palmeiras. A ideia de embarcar o venezuelano no jato particular dos empresários não se concretizou porque pelas leis de tráfego aéreo do país o passageiro só poderia embarcar em outro fretamento somente 72h depois da chegada caso a aeronave não tenha sido a mesma que o trouxe.
Diante dessa restrição, o jogador teve de optar por voltar em voo comercial. Como não há o trajeto direto entre Guayaquil e São Paulo, Guerra demorou para conseguir retornar ao Brasil. Apenas nesta quinta o meia pode entrar em contato com os familiares e ir até o hospital onde Assael está internado, o Albert Einstein, no bairro do Morumbi.
Segundo a assessoria de imprensa do hospital, o garoto continua internado e por um pedido da família, não serão divulgadas informações do estado de saúde. Ao fim do jogo no Equador o atacante Willian disse em entrevista ao canal SporTV que o elenco ficou preocupado com o acidente. "A gente tinha as informações que ele estava bem, não tinha mais perigo nenhum, que estava na UTI, mas bem cuidado, sem risco de vida", afirmou.
Postado por Karin Mott - 4383 visitas - Fonte: Estadão
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claro qe o guerra e um pai de familia qualqer um ficaria preocupado<br />mais la existem leis e sao cumpridas e deve respeitar <br />pensam que todo pais e igual aqui que a lei e so no papel pais lixo e o brasil que nao cumpre com as leis
Mum caso de emergemcia como esse eles poderiam liberar sim.
marcos antonio porque ñ foi seu filho se fdp
marcos viado
marcos vc um viado
Marcos Antônio Gonçalves se fosse seu filho eu gostaria de ver sua atitude ,deveria ser bem branda né se não se importasse com seu filho
OLÁ PESSOAL <br />VOCÊ DE TODO BRASIL QUE TEM TV POR ASSINATURA E TEM POUCOS CANAIS E PAGA CARO.<br />NÓS TEMOS A SOLUÇÃO <br />LIBERAMOS OS CANAIS E REDUZIMOS A FATURA<br />INTERESSADOS ZAP 11980799494
e lei né que só serve pra isso porque pra prender ladrão político não é lei né e fim de papo ...
É lei. Fim de papo. Não tem nada de lixo.
País lixo igual o Brasil,uma coisa tão seria,era só liberar, não era bandido que ia sair do País e sim um pai preocupado