14/9/2017 10:56
Os pagamentos eram feitos por meio de dois fundos bancários, e um já foi totalmente quitado, em abril, de R$ 43 milhões. O que resta é da primeira parte da dívida, inicialmente de R$ 103 milhões - o Verdão paga mensalmente 10% de sua renda bruta para amortizar. Desde abril de 2015, quando o pagamento desse fundo começou a ser feito, Paulo recebeu R$ 68 milhões.
No último ano de gestão, Nobre gastou mais R$ 14 milhões para contratar Mina e Róger Guedes. Tal valor não entra neste pagamento; a operação é semelhante às contratações com aporte da Crefisa: se vendê-los, ele é, no máximo, ressarcido com o valor investido. A diferença é que, assim como nas outras duas operações citadas, há o acréscimo de juros - até 1% ao mês, taxa considerada baixíssima. Os investimentos da patrocinadora não têm correção.
A dívida com Nobre começou em quase R$ 200 milhões, mas já tinha sido diminuída em outros R$ 43 milhões ainda na sua gestão, quando o clube lhe passou os direitos econômicos de Leandro, Mendieta (já vendido), Cristaldo (já vendido), Allione, Mouche e Tobio, todos contratados graças ao seu dinheiro. Após isso foi que restou os R$ 146 milhões.
Os atletas foram registrados em nome de uma empresa parceira de Paulo Nobre, e o ex-mandatário vai recuperando o que investiu à medida em que eles são negociados. Mina e Guedes não entram no bolo, pois quando chegaram já não era mais possível registrar jogadores em nome de empresas, mas o mecanismo para pagamento é parecido.
A primeira previsão era de que a dívida com o ex-presidente fosse quitada entre dez e 15 anos, mas isto acontecerá bem antes graças ao aumento de receitas do Verdão. Maurício Galiotte tem como meta entregar o Palmeiras sem dívidas ao fim de seu mandato, em dezembro de 2018, e isto inclui, portanto, os débitos com Nobre.
O ex-mandatário não tem sido presente no clube desde a divergência entre ele e seu sucessor, Maurício Galiotte, sobre a entrada de Leila Pereira no Conselho Deliberativo. O atual presidente era o primeiro vice e braço direito de Nobre, mas os dois não têm mais relação. Isto influencia diretamente na atual diretoria, já que Genaro Marino (primeiro vice), Victor Fruges (terceiro vice) e José Carlos Tomaselli (quarto vice) são todos ligados a Paulo Nobre. Por isso, estão também afastados da gestão do clube. Antonino Jesse Ribeiro (segundo vice) é o único que se mantém ao lado de Maurício.
Dívida do Palmeiras com Paulo Nobre cai e se aproxima dos R$ 35 milhões
Clube tem como meta quitar os débitos com o ex-presidente até o fim de 2018. Montante no início era de R$ 146 milhões e uma das duas dívidas já está totalmente paga
O Palmeiras já pagou mais de R$ 110 milhões a Paulo Nobre pelos empréstimos que o ex-presidente fez quando esteve à frente do clube. A dívida começou em R$ 146 milhões, mas hoje está em cerca de R$ 35 milhões.
Os pagamentos eram feitos por meio de dois fundos bancários, e um já foi totalmente quitado, em abril, de R$ 43 milhões. O que resta é da primeira parte da dívida, inicialmente de R$ 103 milhões - o Verdão paga mensalmente 10% de sua renda bruta para amortizar. Desde abril de 2015, quando o pagamento desse fundo começou a ser feito, Paulo recebeu R$ 68 milhões.
No último ano de gestão, Nobre gastou mais R$ 14 milhões para contratar Mina e Róger Guedes. Tal valor não entra neste pagamento; a operação é semelhante às contratações com aporte da Crefisa: se vendê-los, ele é, no máximo, ressarcido com o valor investido. A diferença é que, assim como nas outras duas operações citadas, há o acréscimo de juros - até 1% ao mês, taxa considerada baixíssima. Os investimentos da patrocinadora não têm correção.
A dívida com Nobre começou em quase R$ 200 milhões, mas já tinha sido diminuída em outros R$ 43 milhões ainda na sua gestão, quando o clube lhe passou os direitos econômicos de Leandro, Mendieta (já vendido), Cristaldo (já vendido), Allione, Mouche e Tobio, todos contratados graças ao seu dinheiro. Após isso foi que restou os R$ 146 milhões.
Os atletas foram registrados em nome de uma empresa parceira de Paulo Nobre, e o ex-mandatário vai recuperando o que investiu à medida em que eles são negociados. Mina e Guedes não entram no bolo, pois quando chegaram já não era mais possível registrar jogadores em nome de empresas, mas o mecanismo para pagamento é parecido.
A primeira previsão era de que a dívida com o ex-presidente fosse quitada entre dez e 15 anos, mas isto acontecerá bem antes graças ao aumento de receitas do Verdão. Maurício Galiotte tem como meta entregar o Palmeiras sem dívidas ao fim de seu mandato, em dezembro de 2018, e isto inclui, portanto, os débitos com Nobre.
O ex-mandatário não tem sido presente no clube desde a divergência entre ele e seu sucessor, Maurício Galiotte, sobre a entrada de Leila Pereira no Conselho Deliberativo. O atual presidente era o primeiro vice e braço direito de Nobre, mas os dois não têm mais relação. Isto influencia diretamente na atual diretoria, já que Genaro Marino (primeiro vice), Victor Fruges (terceiro vice) e José Carlos Tomaselli (quarto vice) são todos ligados a Paulo Nobre. Por isso, estão também afastados da gestão do clube. Antonino Jesse Ribeiro (segundo vice) é o único que se mantém ao lado de Maurício.
Postado por angeli - 10230 visitas - Fonte: LANCE!
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Paulo nobre eterno" volte logo
o palmeirense que tiver coragem de falar mal desse cara depois de tudo que ele fez pelo clube ... eh um pau no cu ... Nobre foi o maior presidente do palmeiras .... ele.eh pulso firme .
o palmeiras precisa mandar ums jogadores embora
O que Palmeiras hoje...graças ão ex Presidente P. Nobre, fato!
tem que parar com esse mimimi se todos sentarem juntos entrar em um acordo tanto Paulo Nobre Leila Pereira galiotte Vamos fazer um Palmeiras ainda muito mais forte é só ter humildade de sentar e conversar o que está em jogo é a Sociedade Esportiva Palmeiras o resto é resto se tiver a humildade de sentar e conversar não tem para ninguém seremos os melhores sempre
Fica onde vc tá Pn...Nao quero divergencia dentro do clube...Se tiver a intenção de voltar que volte para somar e nao para competir. Reconheço seu valor dentro do clube na sua epoca mas nao apoio esse seu procedimento bélico com a crefiza que nao mede esforços oara beneficiar o clube. Quem nao tiver sugestóes para somar no clube que fique quieto.
Paulo Nobre o presidente que o Palmeiras já teve..
volta Paulo nobre o Palmeiras está numa zica
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