Leó Passos e Gabriel Furtado fazem aquecimento antes de jogo do Brasileiro Foto: Cesar Greco/Ag. Palmeiras
Apesar do ano histórico nas categorias de base, com a presença em decisões do Campeonato Paulista em cinco categorias, o Palmeiras não tem conseguido emplacar no elenco profissional as revelações produzidas em casa. No Campeonato Brasileiro desta temporada somente três atletas criados no próprio clube tiveram chance de atuar e, ainda assim, por poucos minutos.
Neste sábado o Allianz Parque deve receber 20 mil pessoas para as finais do Estadual sub-11, contra o Santos, e sub-15, contra o São Paulo. O Palmeiras ainda disputa os títulos do Paulista sub-17 e sub-20, fora o da Copa do Brasil sub-17, resultados considerados internamente como reflexo de uma ampla reformulação nas categorias de base da equipe.
Se em 2016 o Palmeiras teve uma revelação da base como craque da equipe, o atacante Gabriel Jesus, o corrente ano está a duas partidas de acabar e não teve participação efetiva de jovens jogadores criados em casa. No Brasileiro somente os volantes Fernando e Gabriel Furtado, mais o atacante Matheus Iacovelli tiveram chance de atuar. A máxima permanência em campo de um deles foi de um tempo.
Antes do trio, o clube utilizou no primeiro semestre o meia Vitinho em algumas partidas. O jogador acabou negociado por empréstimo com o Barcelona B, da Espanha. Ainda nesta temporada a diretoria selou a saída de outros atletas da base, como o atacante Matheus Iacovelli (Estoril) e o zagueiro Gabriel Estigarribia (Alavés). Por fim, o atacante Gabriel Barbosa fechou empréstimo com o Spal, da Itália.
O clube tem promovido a aproximação entre base e profissional, com a realização de treinos dos garotos na Academia de Futebol e a presença de alguns desses atletas nos trabalhos do elenco principal. Essas medidas são consideradas pelo Palmeiras como outro segredo para o clube ter neste ano 18 jogadores convocados para equipes de base da seleção brasileira. No último Mundial sub-17, por exemplo, a equipe tinha três jogadores no Brasil e outro na seleção paraguaia.
O principal motivo para não se ter no Brasileiro uma utilização maior da base é o poderio financeiro do clube. O apoio da patrocinadora, Crefisa, em contratações possibilita a equipe concretizar a vinda dos reforços desejados. Com a chegada de contratações experientes, os garotos acabam por perder espaço.
Postado por
Leninha
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10785 visitas - Fonte: Estadão
Eu acho que não utilizou por política, mas espero que a diretoria saiba usar a cabeça. Em vez de vender um jogador da base, faça um empréstimo sem fiquixar o valor do passe, assim o clube pode ganhar muito mais com esse atleta caso ele cresça como jogador, garantindo sua volta ao clube, e não o perdendo a preço de banana.<br />
E preciso criar uma lei que obrigue os clubes a utilizarem pelo menos 40% dos garotos formados na base . Assim as competicoes se tornariam mais interessantes . Eu acho .
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milk jogando por 3000 e dando sangue! o ll vem pra ganhar 800 mil pra que correr? né? <br />põe a molecada pra jogar
Eu acho que não utilizou por política, mas espero que a diretoria saiba usar a cabeça. Em vez de vender um jogador da base, faça um empréstimo sem fiquixar o valor do passe, assim o clube pode ganhar muito mais com esse atleta caso ele cresça como jogador, garantindo sua volta ao clube, e não o perdendo a preço de banana.<br />
base hoje é fundamental <br />pra trazer talentos sem custo<br />PALMEIRAS ETERNA ACADEMIA
o Palmeiras nunca valorizou a base...prefere trazer pés de rato de outras equipes
Vamos ver se a base é boa mesmo na copinha.
E preciso criar uma lei que obrigue os clubes a utilizarem pelo menos 40% dos garotos formados na base . Assim as competicoes se tornariam mais interessantes . Eu acho .