9/2/2018 18:30
Antes às vésperas de uma Série B do Brasileirão, os palmeirenses agora projetam a estreia na Libertadores. Se antes Gilson Kleina tinha em mãos um time em formação - e que não deu muito resultado além do retorno para a elite -, hoje Roger Machado trabalha com um dos elencos mais valorizados da América do Sul.
Veja algumas das principais mudanças do Palmeiras nos últimos cinco anos:
Diretoria
Em março de 2013, Paulo Nobre vivia os primeiros meses da sua administração. As dificuldades foram tão grandes que o dirigente teve de recorrer aos empréstimos pessoais para salvar o cofre palmeirense. Atualmente, a dívida que já foi de cerca de R$ 200 milhões, hoje está em R$ 22 milhões. Antes primeiro vice de Nobre, Maurício Galiotte preside o Verdão.
Finanças
Talvez a mudança de realidade. Se naquela temporada o Verdão trabalhou com apenas 25% da sua receita, por causa de antecipações e dívidas das gestões anteriores, o clube agora coleciona recordes de arrecadação. Dos R$ 178 milhões de receita de 2013 para um resultado acumulado de R$ 531 milhões no ano passado. E a projeção para 2018 é positiva: R$ 477 milhões de arrecadação e um superávit de R$ 33 milhões, isso sem considerar possíveis negociações de jogadores.
Pressão
O Palmeiras de Gilson Kleina tinha como objetivo o retorno para a primeira divisão. O Verdão caiu no Paulistão nas quartas de final, contra o Santos, mas conquistou o título da Série B com certa tranquilidade. Já o momento atual é de controlar a expectativa e não deixar que a empolgação atrapalhe o trabalho de Roger Machado nas principais competições.
Casa
O Palmeiras ficou sem estádio de julho de 2010 a novembro de 2014. No período, o time mandou jogos no interior, no Canindé, na Arena Barueri, no Pacaembu... Até conquistou a Copa do Brasil de 2012 longe do Palestra Italia, mas a inauguração da arena teve um grande impacto no clube. Dentro de campo - foi ali que o time alviverde conquistou a Copa do Brasil de 2015 e o Brasileirão de 2016 - e também fora - a média de público no local é superior a 30 mil pessoas.
Elenco
O torcedor palmeirense não deve ter muita saudade de um time que tinha: Fernando Prass; Weldinho (Ayrton), André Luiz, Marcos Vinicius e Juninho; Márcio Araújo, Léo Gago (João Denoni), Charles (Ronny) e Wesley; Leandro e Caio Mancha. Deste time, Prass ainda continua no grupo, mas hoje como reserva. O momento é tão positivo que jogadores como Gustavo Scarpa, Moisés, Diogo Barbosa, Edu Dracena e Weverton, por exemplo, pouco ou nada jogaram até agora. A base do Verdão de 2018 conta com Jailson; Marcos Rocha, Antônio Carlos, Thiago Martins e Victor Luis; Felipe Melo, Willian, Tche Tchê, Lucas Lima, Dudu e Miguel Borja.
A escalação do Palmeiras naquele dia:
Fernando Prass; Weldinho (Ayrton), André Luiz, Marcos Vinícius e Juninho; Márcio Araújo, Léo Gago (João Denoni), Charles (Ronny) e Wesley; Leandro e Caio Macha. Técnico Gilson Kleina
Mais rico, campeão e badalado: a transformação do Palmeiras antes de voltar a Mirassol
Bem diferente de 2013, quando foi goleado, Verdão retorna à cidade com a melhor campanha do Paulistão
Foto: José Luis Silva / Futura Press
Nem o mais otimista dos torcedores do Palmeiras poderia imaginar uma transformação tão grande. Mas, de fato, muita coisa mudou da goleada do Mirassol por 6 a 2 sobre o Verdão, em março de 2013, para este sábado, quando os palmeirenses retornam à cidade pela primeira vez e enfrentam os donos da casa pela 6ª rodada do Campeonato Paulista.
Antes às vésperas de uma Série B do Brasileirão, os palmeirenses agora projetam a estreia na Libertadores. Se antes Gilson Kleina tinha em mãos um time em formação - e que não deu muito resultado além do retorno para a elite -, hoje Roger Machado trabalha com um dos elencos mais valorizados da América do Sul.
Veja algumas das principais mudanças do Palmeiras nos últimos cinco anos:
Diretoria
Em março de 2013, Paulo Nobre vivia os primeiros meses da sua administração. As dificuldades foram tão grandes que o dirigente teve de recorrer aos empréstimos pessoais para salvar o cofre palmeirense. Atualmente, a dívida que já foi de cerca de R$ 200 milhões, hoje está em R$ 22 milhões. Antes primeiro vice de Nobre, Maurício Galiotte preside o Verdão.
Finanças
Talvez a mudança de realidade. Se naquela temporada o Verdão trabalhou com apenas 25% da sua receita, por causa de antecipações e dívidas das gestões anteriores, o clube agora coleciona recordes de arrecadação. Dos R$ 178 milhões de receita de 2013 para um resultado acumulado de R$ 531 milhões no ano passado. E a projeção para 2018 é positiva: R$ 477 milhões de arrecadação e um superávit de R$ 33 milhões, isso sem considerar possíveis negociações de jogadores.
Pressão
O Palmeiras de Gilson Kleina tinha como objetivo o retorno para a primeira divisão. O Verdão caiu no Paulistão nas quartas de final, contra o Santos, mas conquistou o título da Série B com certa tranquilidade. Já o momento atual é de controlar a expectativa e não deixar que a empolgação atrapalhe o trabalho de Roger Machado nas principais competições.
Casa
O Palmeiras ficou sem estádio de julho de 2010 a novembro de 2014. No período, o time mandou jogos no interior, no Canindé, na Arena Barueri, no Pacaembu... Até conquistou a Copa do Brasil de 2012 longe do Palestra Italia, mas a inauguração da arena teve um grande impacto no clube. Dentro de campo - foi ali que o time alviverde conquistou a Copa do Brasil de 2015 e o Brasileirão de 2016 - e também fora - a média de público no local é superior a 30 mil pessoas.
Elenco
O torcedor palmeirense não deve ter muita saudade de um time que tinha: Fernando Prass; Weldinho (Ayrton), André Luiz, Marcos Vinicius e Juninho; Márcio Araújo, Léo Gago (João Denoni), Charles (Ronny) e Wesley; Leandro e Caio Mancha. Deste time, Prass ainda continua no grupo, mas hoje como reserva. O momento é tão positivo que jogadores como Gustavo Scarpa, Moisés, Diogo Barbosa, Edu Dracena e Weverton, por exemplo, pouco ou nada jogaram até agora. A base do Verdão de 2018 conta com Jailson; Marcos Rocha, Antônio Carlos, Thiago Martins e Victor Luis; Felipe Melo, Willian, Tche Tchê, Lucas Lima, Dudu e Miguel Borja.
A escalação do Palmeiras naquele dia:
Fernando Prass; Weldinho (Ayrton), André Luiz, Marcos Vinícius e Juninho; Márcio Araújo, Léo Gago (João Denoni), Charles (Ronny) e Wesley; Leandro e Caio Macha. Técnico Gilson Kleina
Postado por Caio de Castro - 20436 visitas - Fonte: Globoesporte.com
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Meu Deus, esqueçamos esse passado tenebroso.
ave Maria, Jesus Cristo é mais
VOCÊ QUE ESTÁ CANSADO DE TER POUCA PROGRAMAÇÃO DE TVV ASSSINATURA E NÃO CONCORDA COM OS VALORES COBRADOS<br />FAÇO LIBERAÇÃO E DIMINUÍMOS O VALOR DA CONTA<br />PARA TODO BRASIL<br />WHATZSAP 11 958694345