28/3/2018 12:26
A exposição de William, duramente criticado nas redes sociais após questionar o grito de "bicha" de palmeirenses contra o São Paulo, gerou depoimentos de outros torcedores gays que se sentiram representados pela crítica. A partir de então, o jornalista de 32 anos concentrou os depoimentos em um mesmo espaço, lançado na última segunda-feira.
"Recebi muitas declarações de outros torcedores LGBTs que se sentiram de alguma forma representados pelo o que eu disse, que acham que os gritos homofóbicos nos estádios precisa acabar, e que se sentiam invisíveis. A partir daí, conversando com muitos deles, decidi abrir esse espaço para contar estas histórias", contou, em conversa com a reportagem do UOL Esporte.
Ainda único responsável por divulgar os depoimentos, William De Lucca quer ampliar o Eu sou, eu torço. Além de criar perfis em outras redes sociais – o Twitter já funciona -, o jornalista deseja encontrar mais pessoas dispostas a participar da gestão e curadoria do projeto, que tem como objetivo não atuar combativamente, mas simplesmente dar espaço a quem se sente invisível nos estádios;
"A ideia não é contar momentos de intolerância, mas falar sobre a relação positiva de LGBT com o futebol. Ainda que seja um espaço historicamente homofóbico e que não lida de forma adequada com as pautas da diversidade, é importante mostrar que existem torcedores LGBT em todas as torcidas e que todos eles têm histórias de amor incríveis com seus clubes", acrescentou William.
Quem estiver interessado em contar a sua história de paixão por um clube de futebol pode enviar o depoimento ao email eusoueutorco@gmail.com.
"Quando mais visibilidade, mais histórias a gente recebe. Assim, quanto mais histórias a gente receber, mais visibilidade damos para a diversidade. Essa é a ideia", encerrou o William de Lucca, uma das muitas vítimas da homofobia e do preconceito no esporte mais popular – e dito democrático - do planeta.
Torcedores LGBTs ganham espaço para contarem sobre a paixão pelos clubes
William de Lucca criou o espaço para contarem sobre como se apaixonaram pelos clubes
Em meio aos casos de intolerância recorrentes em estádios pelo Brasil, torcedores LGBTs se reuniram para contar suas histórias particulares de paixão pelos clubes de futebol. O movimento Eu sou, eu torço reúne depoimentos de torcedores na plataforma Medium e tem o palmeirense William de Lucca, que reclamou da homofobia no Allianz Parque, como idealizador do projeto.
A exposição de William, duramente criticado nas redes sociais após questionar o grito de "bicha" de palmeirenses contra o São Paulo, gerou depoimentos de outros torcedores gays que se sentiram representados pela crítica. A partir de então, o jornalista de 32 anos concentrou os depoimentos em um mesmo espaço, lançado na última segunda-feira.
"Recebi muitas declarações de outros torcedores LGBTs que se sentiram de alguma forma representados pelo o que eu disse, que acham que os gritos homofóbicos nos estádios precisa acabar, e que se sentiam invisíveis. A partir daí, conversando com muitos deles, decidi abrir esse espaço para contar estas histórias", contou, em conversa com a reportagem do UOL Esporte.
Ainda único responsável por divulgar os depoimentos, William De Lucca quer ampliar o Eu sou, eu torço. Além de criar perfis em outras redes sociais – o Twitter já funciona -, o jornalista deseja encontrar mais pessoas dispostas a participar da gestão e curadoria do projeto, que tem como objetivo não atuar combativamente, mas simplesmente dar espaço a quem se sente invisível nos estádios;
"A ideia não é contar momentos de intolerância, mas falar sobre a relação positiva de LGBT com o futebol. Ainda que seja um espaço historicamente homofóbico e que não lida de forma adequada com as pautas da diversidade, é importante mostrar que existem torcedores LGBT em todas as torcidas e que todos eles têm histórias de amor incríveis com seus clubes", acrescentou William.
Quem estiver interessado em contar a sua história de paixão por um clube de futebol pode enviar o depoimento ao email eusoueutorco@gmail.com.
"Quando mais visibilidade, mais histórias a gente recebe. Assim, quanto mais histórias a gente receber, mais visibilidade damos para a diversidade. Essa é a ideia", encerrou o William de Lucca, uma das muitas vítimas da homofobia e do preconceito no esporte mais popular – e dito democrático - do planeta.
Postado por Leninha - 4815 visitas - Fonte: UOL
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Seu lugar é na torcida do São Paulo.<br />Esse viado não é palmeirense, ele só quer atenção. Tira essa camisa, seu viado, você está desonrando a massa verde!
Fóda... Que não dá nem pra mandar esse viado tomá no cu... Porque é o que mais gosta... Kkkkkkkkkkk
mimimzentos... daqui a pouco vão pedir cota no estadio... respeito e vida que segue...flw
pra mim viado tem que torce no Morumbi lá que é lugar de gay é esse vai dar o c na Globo
tem gente que não evolui mentalmente...futebol é pra homens e mulheres....e para qualquer um ... a opção sexual não entra em campo...tenho mulher e filhos e ensino a eles o respeito ao proximo...quem gosta de chamar os outros de bicha...e etc...na verdade deve ser um viado enrustido...
Bicholinha..... fica em casa !! ohhhhhhhhhhhh Bichaaaaaaa kkkkkkkkkkkkk
opção sexual é dele, temos que respeitar, mas não tenho que concordar, pois Deus fez a mulher pra ser a companheira do homem e não o contrário, o problema é que eles querem que concordamos com isso e isso eu não concordo pois vai contra as leis de Deus, então pessoal LGBTs, vcs tem que respeitar a opinião contrária, se vcs querem namorar homem com homem e mulher com mulher, blza opção de vcs, temos que respeitar, mas não concordar essa é minha visão.
tá tirando fica assistindo na televisão então firmeza estádio e isso ai que vc viu
Está achando ruim dos gritos nos estádio? Só não ir no estádio que não passa mais por isso.... Futebol é isso... quem não gosta, fica em casa fazendo crochê...
iniciativa apoiada! futebol pra todos!