28/3/2018 14:06
Mesmo com Deyverson voltando de uma fratura no pé direito e em baixa com a torcida, Roger colocou o centroavante no lugar de Willian no segundo tempo, quando o time já perdia por 2 a 1, resultado que levou a decisão para os pênaltis, nos quais o Palmeiras conseguiu a vaga na final. Com o Santos muito recuado e fechando espaços na frente da área, a opção pela bola aérea fez o treinador tomar essa decisão.
Roger vinha dando mostras nas últimas semanas de que o ataque mais rápido, com Keno, Willian e Dudu, havia agradado bastante. O time ganhou movimentação e intensidade na pressão à saída de bola adversária, e não deixou de fazer gols. Porém, um centroavante de ofício ainda dá opções que atacantes mais leves não dão.
"A partir dos 20 do segundo tempo, o Santos fechou a parte central do campo e a gente não conseguiu encontrar espaços. Em dois cruzamentos o Willian conseguiu o cabeceio, mas não é sua principal virtude. Com o Deyverson, tivemos um jogador com estatura, imposição física. Agora, com a volta do Miguel, a gente vê como vai ficar. A formação com o Willian à frente ficou boa. O Miguel me dá uma característica, o Willian me dá outra", avaliou o treinador.
Borja vivia seu melhor momento no Palmeiras até ser convocado, com sete gols em 11 jogos em 2018. Cobrado para se movimentar mais e ajudar também na pressão defensiva, o colombiano não faz esse trabalho tão bem quanto Willian, mas é opção para bolas mais longas e cruzamentos - justamente o tipo de jogo que o Palmeiras se viu forçado a fazer em determinados momentos contra o Santos.
Para a primeira final do Paulistão, que será disputada no próximo sábado contra São Paulo ou Corinthians, Borja já estará novamente à disposição de Roger. O treinador terá a semana para decidir se mantém a formação com Willian centralizado e Keno e Dudu nas pontas ou se saca um dos três para o retorno de seu goleador.
Roger recorre a camisa 9 na hora do sufoco e dá fôlego a retorno de Borja
As boas atuações de Willian como um centroavante móvel nos jogos recentes em que o Palmeiras ficou sem seu artilheiro Borja vinham colocando dúvidas na cabeça do técnico Roger Machado sobre a melhor formação para o setor ofensivo. Mas a aposta em Deyverson na hora do sufoco contra o Santos, na semifinal, mostra que a equipe ainda precisa de um 9 típico em vários momentos e dá fôlego ao retorno do colombiano.
Mesmo com Deyverson voltando de uma fratura no pé direito e em baixa com a torcida, Roger colocou o centroavante no lugar de Willian no segundo tempo, quando o time já perdia por 2 a 1, resultado que levou a decisão para os pênaltis, nos quais o Palmeiras conseguiu a vaga na final. Com o Santos muito recuado e fechando espaços na frente da área, a opção pela bola aérea fez o treinador tomar essa decisão.
Roger vinha dando mostras nas últimas semanas de que o ataque mais rápido, com Keno, Willian e Dudu, havia agradado bastante. O time ganhou movimentação e intensidade na pressão à saída de bola adversária, e não deixou de fazer gols. Porém, um centroavante de ofício ainda dá opções que atacantes mais leves não dão.
"A partir dos 20 do segundo tempo, o Santos fechou a parte central do campo e a gente não conseguiu encontrar espaços. Em dois cruzamentos o Willian conseguiu o cabeceio, mas não é sua principal virtude. Com o Deyverson, tivemos um jogador com estatura, imposição física. Agora, com a volta do Miguel, a gente vê como vai ficar. A formação com o Willian à frente ficou boa. O Miguel me dá uma característica, o Willian me dá outra", avaliou o treinador.
Borja vivia seu melhor momento no Palmeiras até ser convocado, com sete gols em 11 jogos em 2018. Cobrado para se movimentar mais e ajudar também na pressão defensiva, o colombiano não faz esse trabalho tão bem quanto Willian, mas é opção para bolas mais longas e cruzamentos - justamente o tipo de jogo que o Palmeiras se viu forçado a fazer em determinados momentos contra o Santos.
Para a primeira final do Paulistão, que será disputada no próximo sábado contra São Paulo ou Corinthians, Borja já estará novamente à disposição de Roger. O treinador terá a semana para decidir se mantém a formação com Willian centralizado e Keno e Dudu nas pontas ou se saca um dos três para o retorno de seu goleador.
Postado por Leninha - 4605 visitas - Fonte: UOL
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Palmeiras tem que botar o Moisés e o guerra p jogar o time fica mais rápido
la vai rege começa afazer m perder este comp paulista vai sobrar pra ele né
o papagaio no banco e o Roger coloca esse tirica do deyverson ,espero q nao seja ordem da diretoria de usar esse lixo
O mais indicado para sair , com certeza é o Dudu que ultimamente vem jogando muito mal! E o Guerra já merece a vaga dele .
coloca o BORJAS . e tira o UILUAN ..KENO E DUDUB
cocerteza Borja é o centroavante,não pode tirar o Keno,Bigode é a primeira opção no banco.