4/4/2018 08:12
Em seis participações desde então (2005, 2006, 2009, 2013, 2016 e 2017), jamais a equipe havia vencido os dois primeiros jogos da fase de grupos. Na maioria delas, sofreu inclusive diante de adversários fracos.
Relembre o começo das campanhas:
2017 - Empate com o modesto Atlético Tucumán, na Argentina, e vitória magra no último minuto contra o Jorge Wilstermann, da Bolívia, como mandante.
2016 - Empate com o modesto River Plate uruguaio, fora de casa, e vitória complicada (com pênalti defendido e o segundo gol no final) sobre o Rosario Central, da Argentina, em casa.
2013 - Vitória sobre o Sporting Cristal, do Peru, no Pacaembu, e derrota para o Libertad, no Paraguai.
2009 - Depois de passar pelo boliviano Real Potosí na fase preliminar, perdeu para LDU, no Equador, e Colo Colo, no antigo Palestra Italia.
2006 - Uma vez classificado para a fase de grupos, após eliminar o venezuelano Deportivo Táchira, empatou fora de casa com o Cerro Porteño, do Paraguai, e derrotou o Atlético Nacional, da Colômbia, como mandante.
2005 - Passou pelo Tacuary, do Paraguai, na fase preliminar, e iniciou a fase de grupos com empate com o Cerro Porteño, fora de casa, e vitória sobre o Deportivo Táchira, no Palestra Italia.
2001 - Começou com duas vitórias: Universidad de Chile, em casa, e Sport Boys, no Peru.
Atuação segura e convincente
Para bater o Alianza Lima - adversário que não faz boa temporada no Peru, é verdade -, o roteiro palmeirense foi o mesmo das últimas partidas: muita pressão nos minutos iniciais, com marcação alta, na tentativa de abrir rapidamente o placar.
Funcionou, como já havia funcionado diante de São Paulo, Novorizontino, Santos, Corinthians... Aos dez minutos, o zagueiro Thiago Martins aproveitou o rebote de um cabeceio do colega Antônio Carlos na trave, em cobrança de falta, e balançou a rede.
O que se viu em seguida também não foi muito diferente do que tem ocorrido ultimamente, exceção feita à goleada por 5 a 0 sobre o Novorizontino nas quartas de final. O Palmeiras criou mais uma série de chances para ampliar o marcador, mas as desperdiçou.
O Alianza, no entanto, pouco ameaçou a vitória do líder da chave. Muito porque, de novo, o trabalho coletivo de marcação funcionou desde o ataque, com os dois pontas (Dudu e Keno) e o artilheiro Miguel Borja, que fecharia o placar com menos de um minuto da etapa final.
Metade da sequência para trás
Da série de quatro jogos importantes (as duas finais contra o Corinthians e os dois jogos em casa pela Libertadores), já se foram dois, ambos com vitórias. No domingo, ainda mais aliviado pelos 100% de aproveitamento no torneio sul-americano, o Palmeiras precisa de um empate frente ao seu arquirrival para conquistar o título paulista.
Três dias depois, recebe o Boca Juniors, da Argentina, para tentar melhorar ainda mais sua campanha neste início de Libertadores. Uma vitória sobre o rival sul-americano pode deixar o time treinado por Roger Machado muito perto da vaga às oitavas de final.
Melhor início de Libertadores desde 2001 alivia Palmeiras para Dérbi
Time passa facilmente pelo Alianza Lima antes de decidir título paulista contra o Corinthians
Thiago Martins e Borja fizeram os gols da vitória sobre o Alianza Lima (Foto: Marcos Ribolli)
Cinco dias antes de decidir o Campeonato Paulista contra o Corinthians, o Palmeiras derrotou com facilidade o Alianza Lima por 2 a 0, em sua arena, e chegou a seis pontos em seis rodadas no Grupo 8 da Libertadores. É o melhor início de campanha do clube no torneio desde 2001.
Em seis participações desde então (2005, 2006, 2009, 2013, 2016 e 2017), jamais a equipe havia vencido os dois primeiros jogos da fase de grupos. Na maioria delas, sofreu inclusive diante de adversários fracos.
Relembre o começo das campanhas:
2017 - Empate com o modesto Atlético Tucumán, na Argentina, e vitória magra no último minuto contra o Jorge Wilstermann, da Bolívia, como mandante.
2016 - Empate com o modesto River Plate uruguaio, fora de casa, e vitória complicada (com pênalti defendido e o segundo gol no final) sobre o Rosario Central, da Argentina, em casa.
2013 - Vitória sobre o Sporting Cristal, do Peru, no Pacaembu, e derrota para o Libertad, no Paraguai.
2009 - Depois de passar pelo boliviano Real Potosí na fase preliminar, perdeu para LDU, no Equador, e Colo Colo, no antigo Palestra Italia.
2006 - Uma vez classificado para a fase de grupos, após eliminar o venezuelano Deportivo Táchira, empatou fora de casa com o Cerro Porteño, do Paraguai, e derrotou o Atlético Nacional, da Colômbia, como mandante.
2005 - Passou pelo Tacuary, do Paraguai, na fase preliminar, e iniciou a fase de grupos com empate com o Cerro Porteño, fora de casa, e vitória sobre o Deportivo Táchira, no Palestra Italia.
2001 - Começou com duas vitórias: Universidad de Chile, em casa, e Sport Boys, no Peru.
Atuação segura e convincente
Para bater o Alianza Lima - adversário que não faz boa temporada no Peru, é verdade -, o roteiro palmeirense foi o mesmo das últimas partidas: muita pressão nos minutos iniciais, com marcação alta, na tentativa de abrir rapidamente o placar.
Funcionou, como já havia funcionado diante de São Paulo, Novorizontino, Santos, Corinthians... Aos dez minutos, o zagueiro Thiago Martins aproveitou o rebote de um cabeceio do colega Antônio Carlos na trave, em cobrança de falta, e balançou a rede.
O que se viu em seguida também não foi muito diferente do que tem ocorrido ultimamente, exceção feita à goleada por 5 a 0 sobre o Novorizontino nas quartas de final. O Palmeiras criou mais uma série de chances para ampliar o marcador, mas as desperdiçou.
O Alianza, no entanto, pouco ameaçou a vitória do líder da chave. Muito porque, de novo, o trabalho coletivo de marcação funcionou desde o ataque, com os dois pontas (Dudu e Keno) e o artilheiro Miguel Borja, que fecharia o placar com menos de um minuto da etapa final.
Metade da sequência para trás
Da série de quatro jogos importantes (as duas finais contra o Corinthians e os dois jogos em casa pela Libertadores), já se foram dois, ambos com vitórias. No domingo, ainda mais aliviado pelos 100% de aproveitamento no torneio sul-americano, o Palmeiras precisa de um empate frente ao seu arquirrival para conquistar o título paulista.
Três dias depois, recebe o Boca Juniors, da Argentina, para tentar melhorar ainda mais sua campanha neste início de Libertadores. Uma vitória sobre o rival sul-americano pode deixar o time treinado por Roger Machado muito perto da vaga às oitavas de final.
Postado por Leninha - 3867 visitas - Fonte: Globo Esporte
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Dalhiiii Porcooooo vamos que vamos em busca do título