16/4/2018 12:35
Além disso, negou um pedido dos advogados do atleta para que reconsiderasse sua decisão de janeiro, quando não concedeu a liberação antecipada do atleta do clube carioca enquanto o processo estivesse em andamento.
Após o prazo determinado, a magistrada, titular da 70ª Vara do Trabalho do Rio, apresenterá a sentença. Até lá, Scarpa segue vinculado ao Fluminense, e impedido de atuar pelo Palmeiras. A parte que perder o caso em 1ª instância poderá recorrer.
Gustavo Scarpa esteve presente na audiência. O atleta e seus advogados preferiram não se manifestar na saída. Já o advogado que representava o Fluminense, Rui Meier, conversou com a imprensa. Perguntado se estava confiante em um desfecho favorável ao Tricolor, ele revelou que o clube chegou a conversar com o staff do atleta, empresariado pela OTB, em busca de um acordo:
- Sempre. Tudo depende das partes e conciliarem. O Fluminense conversou com o atleta e seus representantes na semana passada, mas não chegamos a um acordo. Tudo é questão de conciliar. O vínculo dele, hoje, é com o Fluminense. Mas ele optou por não se reapresentar ao trabalho, o que é uma faculdade legal dele, então é por isso que ele não está jogando - explicou Rui Meier.
Entenda o caso
O processo movido por Scarpa contra o Flu tem valor de R$ 9,282 milhões e se baseia em atraso no pagamento de salários, direitos de imagem e FGTS. Tudo começou em 22 de dezembro do ano passado, quando o atleta ingressou com a reclamatória, solicitando a rescisão imediata de seu vínculo com o Tricolor.
No dia 12 de janeiro, a juíza Dalva Macedo negou o pedido de liberação antecipada enquanto o processo estivesse em andamento e marcou uma audiência para ouvir ambas as partes. Um dia depois, porém, o atleta entrou com um mandado de segurança em segunda instância e conseguiu se desvinvular do time carioca. Foi anunciado pelo Verdão em 15 de janeiro. A liminar, porém, foi cassada pelo TRT em 15 de março e referendada pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) posteriormente.
Enqaunto seu futuro não é definido, Scarpa está mantendo a forma física em uma academia em Hortolândia, interior de São Paulo. Nesta segunda-feira, interrompeu os treinos para ir ao Rio de Janeiro comparecer a audiência.
Justiça volta a negar liberação de Scarpa, e dá prazo de 10 dias para as partes se manifestarem
Em audiência na 70ª Vara do Trabalho do Rio, jogador e clube não chegam a acordo. Magistrada Dalva Macedo mantém decisão que revalidou contrato com o Tricolor
Gustavo Scarpa, por ora, não pode defender o Palmeiras (Foto: Reprodução/Twitter)
ão foi dessa vez que houve solução no imbróglio entre Gustavo Scarpa e Fluminense. Em audiência na manhã desta segunda-feira, no Tribunal Regional do Trabalho do Rio de Janeiro (TRT-RJ), a juíza Dalva Macedo concedeu 10 dias úteis para as partes apresentarem as razões finais no processo.
Além disso, negou um pedido dos advogados do atleta para que reconsiderasse sua decisão de janeiro, quando não concedeu a liberação antecipada do atleta do clube carioca enquanto o processo estivesse em andamento.
Após o prazo determinado, a magistrada, titular da 70ª Vara do Trabalho do Rio, apresenterá a sentença. Até lá, Scarpa segue vinculado ao Fluminense, e impedido de atuar pelo Palmeiras. A parte que perder o caso em 1ª instância poderá recorrer.
Gustavo Scarpa esteve presente na audiência. O atleta e seus advogados preferiram não se manifestar na saída. Já o advogado que representava o Fluminense, Rui Meier, conversou com a imprensa. Perguntado se estava confiante em um desfecho favorável ao Tricolor, ele revelou que o clube chegou a conversar com o staff do atleta, empresariado pela OTB, em busca de um acordo:
- Sempre. Tudo depende das partes e conciliarem. O Fluminense conversou com o atleta e seus representantes na semana passada, mas não chegamos a um acordo. Tudo é questão de conciliar. O vínculo dele, hoje, é com o Fluminense. Mas ele optou por não se reapresentar ao trabalho, o que é uma faculdade legal dele, então é por isso que ele não está jogando - explicou Rui Meier.
Entenda o caso
O processo movido por Scarpa contra o Flu tem valor de R$ 9,282 milhões e se baseia em atraso no pagamento de salários, direitos de imagem e FGTS. Tudo começou em 22 de dezembro do ano passado, quando o atleta ingressou com a reclamatória, solicitando a rescisão imediata de seu vínculo com o Tricolor.
No dia 12 de janeiro, a juíza Dalva Macedo negou o pedido de liberação antecipada enquanto o processo estivesse em andamento e marcou uma audiência para ouvir ambas as partes. Um dia depois, porém, o atleta entrou com um mandado de segurança em segunda instância e conseguiu se desvinvular do time carioca. Foi anunciado pelo Verdão em 15 de janeiro. A liminar, porém, foi cassada pelo TRT em 15 de março e referendada pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) posteriormente.
Enqaunto seu futuro não é definido, Scarpa está mantendo a forma física em uma academia em Hortolândia, interior de São Paulo. Nesta segunda-feira, interrompeu os treinos para ir ao Rio de Janeiro comparecer a audiência.
Postado por Leninha - 20070 visitas - Fonte: Globo Esporte
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Diretoria do palmeiras e muito fraca
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agora eu só quero saber oque vale essa lei Pelé,essa porra de lei Pelé é igualzinha a ele que até ignorou a filha antes de morrer não quis reconhecer como filha é que nem essa merda de lei,
oh fru-fru vocês não pagam o jogador ele não quer jogar aí façam uma proposta e resolvam ambos estão sendo prejudicados