23/4/2018 08:53
Nas duas partidas anteriores, o baque havia sido grande. A começar pelo jogo contra o próprio Boca Juniors, na arena, em 11 de abril. Vindo de uma perda de título paulista, o time treinado por Roger Machado abriu o placar aos 44 minutos do segundo tempo, mas levou gol dos argentinos dois minutos mais tarde, já nos acréscimos.
Cinco dias depois, o roteiro foi semelhante. Na estreia do Campeonato Brasileiro, contra o Botafogo, o Palmeiras marcou o primeiro gol aos minutos da etapa final. Mas, de novo, somou apenas um ponto, graças ao empate sofrido aos 36 minuntos no Rio de Janeiro.
Diante do Internacional, o final foi outro: o time sustentou a vantagem criada aos 39 minutos em cabeceio de Dudu, após jogada iniciada por Lucas Lima. O meia, aliás, vinha sendo pouco acionado atrás dos volantes adversários até chamar o jogo no campo de defesa e enfiar bola em profundidade para Diogo Barbosa na esquerda:
– Foi um ótimo resultado e um desempenho de regular para bom – reconheceu o técnico Roger Machado, satisfeito parcialmente.
Houve um gol gaúcho equivocadamente anulado por impedimento, é verdade. Ainda assim, prevaleceu o esforço coletivo de marcação. Para não atrair demais o Inter, o Palmeiras não fez trocas simples de volantes. Fez três substituições na frente – entraram Moisés, Willian e Deyverson –, renovando o fôlego para manter alta a marcação.
Na Bombonera, a dificuldade tende a ser ainda maior. Em seu estádio, o Boca Juniors tradicionalmente sufoca os visitantes. Uma arma palmeirense contra isso é Edu Dracena, que justificou sua entrada no time titular ao dar um ganho de experiência à defesa.
– Hoje (domingo) foi um belo teste, uma bela prova para fazermos um bom jogo na Argentina contra o Boca – disse o zagueiro, ciente de que, se voltar a ter confiança, o Palmeiras poderá retomar também o padrão de jogo que já exibiu em 2018.
Verdão suporta pressão, algo que precisará fazer na Bombonera
Depois de ceder dois empates, equipe sustenta vitória antes de visitar Boca Juniors
Se tivesse sofrido o empate do Internacional no último domingo, o Palmeiras viajaria na noite desta segunda-feira à Argentina com menos confiança ainda para enfrentar o Boca Juniors, quarta, às 21h45, pela Libertadores. Mas o cenário é outro. Depois de deixar escapar duas vitórias seguidas, a equipe soube suportar a pressão para vencer por 1 a 0 no Pacaembu.
Nas duas partidas anteriores, o baque havia sido grande. A começar pelo jogo contra o próprio Boca Juniors, na arena, em 11 de abril. Vindo de uma perda de título paulista, o time treinado por Roger Machado abriu o placar aos 44 minutos do segundo tempo, mas levou gol dos argentinos dois minutos mais tarde, já nos acréscimos.
Cinco dias depois, o roteiro foi semelhante. Na estreia do Campeonato Brasileiro, contra o Botafogo, o Palmeiras marcou o primeiro gol aos minutos da etapa final. Mas, de novo, somou apenas um ponto, graças ao empate sofrido aos 36 minuntos no Rio de Janeiro.
Diante do Internacional, o final foi outro: o time sustentou a vantagem criada aos 39 minutos em cabeceio de Dudu, após jogada iniciada por Lucas Lima. O meia, aliás, vinha sendo pouco acionado atrás dos volantes adversários até chamar o jogo no campo de defesa e enfiar bola em profundidade para Diogo Barbosa na esquerda:
– Foi um ótimo resultado e um desempenho de regular para bom – reconheceu o técnico Roger Machado, satisfeito parcialmente.
Houve um gol gaúcho equivocadamente anulado por impedimento, é verdade. Ainda assim, prevaleceu o esforço coletivo de marcação. Para não atrair demais o Inter, o Palmeiras não fez trocas simples de volantes. Fez três substituições na frente – entraram Moisés, Willian e Deyverson –, renovando o fôlego para manter alta a marcação.
Na Bombonera, a dificuldade tende a ser ainda maior. Em seu estádio, o Boca Juniors tradicionalmente sufoca os visitantes. Uma arma palmeirense contra isso é Edu Dracena, que justificou sua entrada no time titular ao dar um ganho de experiência à defesa.
– Hoje (domingo) foi um belo teste, uma bela prova para fazermos um bom jogo na Argentina contra o Boca – disse o zagueiro, ciente de que, se voltar a ter confiança, o Palmeiras poderá retomar também o padrão de jogo que já exibiu em 2018.
Postado por Leninha - 3018 visitas - Fonte: Globo Esporte
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