20/5/2018 11:37
“Na nossa época, quando teve o negócio do Edilson, teve uma briga generalizada. O Renato, que era o goleiro reserva do Corinthians, teve que se jogar do túnel do vestiário. No politicamente correto é feio acontecer isso dentro do campo, porque fora do campo a gente não tem o controle”, disse Marcão, se referindo às embaixadinhas do jogador corintiano durante a final do Campeonato Paulista de 1999, vencida pelo Corinthians.
Nesta semana, Felipe Melo concedeu coletiva na Academia de Futebol e indicou que o lance protagonizado por Romero deverá ter consequências no próximo encontro entre as duas equipes. Em lance pela esquerda, o atacante paraguaio matou no peito e, posteriormente, conduziu a bola com a cabeça durante um tempo, o que enfureceu os palmeirenses.
Marcos também aproveitou para atentar ao fato de que os jogadores são responsáveis em parte por aquilo que acontece fora dos estádios, como conflitos entre torcedores rivais. O ex-goleiro, inclusive, acredita que as brigas mais acintosas envolvendo atletas profissionais deu uma cessada justamente para não alimentar ainda mais a violência em dias de clássicos.
“Dentro de campo ninguém está armado, ninguém saca o revólver. Então, parou com isso, porque isso se alastra para a torcida. Tudo que é feito dentro do campo, como o Romero fez, tem que ser descontado dentro do campo. No próximo Palmeiras x Corinthians, alguém do Palmeiras tem que tentar alguma coisa, dar uma caneta, um chapéu. Você não pode questionar, dar uma porrada no Romero”, completou Marcão.
Marcos contraria F. Melo e vê lance normal de Romero no Derby
O ex-goleiro Marcos não interpretou o lance de Romero como provocação (Foto: Sergio Barzaghi/Gazeta Press)
Ao contrário de Felipe Melo, que condenou a jogada de Romero no Derby do último domingo, o ex-goleiro Marcos não viu com maus olhos o lance polêmico do atacante paraguaio do Corinthians. Na opinião de um dos maiores ídolos da história do Verdão, o que acontece em campo deve ser retribuído também dentro das quatro linhas, evitando lances mais violentos, como alguns em que ele mesmo já esteve envolvido quando enfrentou o Corinthians.
“Na nossa época, quando teve o negócio do Edilson, teve uma briga generalizada. O Renato, que era o goleiro reserva do Corinthians, teve que se jogar do túnel do vestiário. No politicamente correto é feio acontecer isso dentro do campo, porque fora do campo a gente não tem o controle”, disse Marcão, se referindo às embaixadinhas do jogador corintiano durante a final do Campeonato Paulista de 1999, vencida pelo Corinthians.
Nesta semana, Felipe Melo concedeu coletiva na Academia de Futebol e indicou que o lance protagonizado por Romero deverá ter consequências no próximo encontro entre as duas equipes. Em lance pela esquerda, o atacante paraguaio matou no peito e, posteriormente, conduziu a bola com a cabeça durante um tempo, o que enfureceu os palmeirenses.
Marcos também aproveitou para atentar ao fato de que os jogadores são responsáveis em parte por aquilo que acontece fora dos estádios, como conflitos entre torcedores rivais. O ex-goleiro, inclusive, acredita que as brigas mais acintosas envolvendo atletas profissionais deu uma cessada justamente para não alimentar ainda mais a violência em dias de clássicos.
“Dentro de campo ninguém está armado, ninguém saca o revólver. Então, parou com isso, porque isso se alastra para a torcida. Tudo que é feito dentro do campo, como o Romero fez, tem que ser descontado dentro do campo. No próximo Palmeiras x Corinthians, alguém do Palmeiras tem que tentar alguma coisa, dar uma caneta, um chapéu. Você não pode questionar, dar uma porrada no Romero”, completou Marcão.
Postado por Leninha - 2958 visitas - Fonte: Gazeta Esportiva
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Isso aí Marcos fez porque sabe, e os jogadores do Palmeiras dormindo em campo ao invés de jogar con raça lhes permitiram "quem sabe faz, quem não sabe aprende" pra fazer tbém sem essa de voadora
tô com vc o