11/7/2018 20:01
A resposta que recebeu não foi nada agradável.
"Indefiro a gratuidade da justiça, pois a embargante certamente aufere renda com transmissões de partidas de futebol, transferência de jogadores (como a que deu azo à emissão do título executivo em lume) e outras provenientes de sua atividade como associação esportiva. Logo, à evidência tem condições para arcar com as custas do processo,cujo valor não se mostra excessivo ante os fatores acima", escreveu o juíza na decisão.
Entre as justificativas, a Portuguesa disse passar pela pior crise de sua quase centenária história, culpa de gestões temerárias de ex-presidentes e encontrando-se em estado próximo de falimentar.
Citou uma dívida "trabalhista de milhões de reais" e "a quase inexistente fonte de receitas, já que os contratos de patrocínio são quase irrelevantes em razão do clube estar jogando a Série D, que não tem transmissão de televisão".
"Sem patrocínio, sem cotas de televisão, sem rendas em razão da maioria da torcida ter abandonado o clube (há jogos com público pagante inferior a 350 pessoas...), e com as despesas e dívidas num crescente, não há como negar a condição de necessitada à Associação Portuguesa de Desportos", descreveu a Lusa em trecho do processo.
A equipe do Canindé ainda defendeu a necessidade de gratuidade relembrando que foi determinada pela Justiça a penhora de 100% de todo e qualquer rendimento da Portuguesa. Deixa o clube sem fonte de renda.
O valor atribuído à causa foi de R$ 187.928,48.
Os benefícios da Justiça gratuita às pessoas jurídicas é uma premissa legal, liberando do pagamento das custas, as despesas processuais e os horários advocatícios todos que tenham comprovadamente impossibilidade financeira.
Já a cobrança ao Palmeiras refere-se a transferência de um jogador (o nome não é citado na "declaração de pobreza") cedido por empréstimo ao Palmeiras em 2014. Alegou inadimplência nas parcelas de fevereiro até dezembro daquele ano.
Portuguesa faz pedido ao Palmeiras, para não pagar certos custos junto ao Verdão
Foto: Divulgação
A Portuguesa foi cobrar o Palmeiras na Justiça por uma dívida de 2014 e acabou levando uma bronca da juíza Ana Lúcia Xavier Goldman. Tudo porque o clube do Canindé alegou "total insolvência" financeira para pleitear Justiça Gratuita.
A resposta que recebeu não foi nada agradável.
"Indefiro a gratuidade da justiça, pois a embargante certamente aufere renda com transmissões de partidas de futebol, transferência de jogadores (como a que deu azo à emissão do título executivo em lume) e outras provenientes de sua atividade como associação esportiva. Logo, à evidência tem condições para arcar com as custas do processo,cujo valor não se mostra excessivo ante os fatores acima", escreveu o juíza na decisão.
Entre as justificativas, a Portuguesa disse passar pela pior crise de sua quase centenária história, culpa de gestões temerárias de ex-presidentes e encontrando-se em estado próximo de falimentar.
Citou uma dívida "trabalhista de milhões de reais" e "a quase inexistente fonte de receitas, já que os contratos de patrocínio são quase irrelevantes em razão do clube estar jogando a Série D, que não tem transmissão de televisão".
"Sem patrocínio, sem cotas de televisão, sem rendas em razão da maioria da torcida ter abandonado o clube (há jogos com público pagante inferior a 350 pessoas...), e com as despesas e dívidas num crescente, não há como negar a condição de necessitada à Associação Portuguesa de Desportos", descreveu a Lusa em trecho do processo.
A equipe do Canindé ainda defendeu a necessidade de gratuidade relembrando que foi determinada pela Justiça a penhora de 100% de todo e qualquer rendimento da Portuguesa. Deixa o clube sem fonte de renda.
O valor atribuído à causa foi de R$ 187.928,48.
Os benefícios da Justiça gratuita às pessoas jurídicas é uma premissa legal, liberando do pagamento das custas, as despesas processuais e os horários advocatícios todos que tenham comprovadamente impossibilidade financeira.
Já a cobrança ao Palmeiras refere-se a transferência de um jogador (o nome não é citado na "declaração de pobreza") cedido por empréstimo ao Palmeiras em 2014. Alegou inadimplência nas parcelas de fevereiro até dezembro daquele ano.
Postado por Vinicius Danjó Diniz e Silva - 49317 visitas - Fonte: ESPN
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A manchefe não está errada? Ela fez pedido a juSuíça para ter gratuita de é não ao verdao como chama a manchete. Agora lusa em outros tempos o Palmeiras quis contratar jogadores e vc sempre preferir grêmio caso março Aurélio, gambá caso esio e um lateral que foi prós bambis nem lembro o nome, então me desculpe mas siga sua vida.
Essa portuguesa é lixo !!!! Fizeram falcatruas e se venderam para o esgoto do FLUMINENSE!!!! Tem que sumir da terrra
Sinto muito lusinha vcs se enganarao o verdão não é caloteiro