22/9/2019 12:50
Será a primeira vez depois de 13 anos que as equipes voltarão a se enfrentar no Castelão, que à época ainda não era a moderna Arena usada na Copa das Confederações 2013 e na Copa do Mundo 2014.
Naquele dia, um 6 de agosto de 2006, o time alviverde, comandado pelo técnico Tite, hoje na seleção brasileira, formou com Diego Cavalieri; Daniel, Nen e Thiago Gomes; Paulo Baier, Marcinho Guerreiro, Wendel, Juninho Paulista e Michael; Edmundo e Enílton.
Já o Tricolor de Hélio dos Anjos entrou em campo com Albérico; Ivan, Alan, Dezinho e Bruno Barros; Dude, Ramalho, Mazinho Lima e Jorge Mutt; Rinaldo e Finazzi.
A partida foi disputada sob calor fortíssimo, assim como promete ser o duelo deste domingo, e o Verdão teve que suar a camisa para arrancar um empate por 0 a 0.
A melhor chance do jogo foi perdida por Rinaldo, que, livre na pequena área, chutou em cima do goleiro Diego Cavalieri, que começava a surgir como sucessor de Marcos no Palestra Itália.
Após o jogo, os jogadores palmeirenses celebraram muito o resultado, principalmente porque o clube paulista terminou o jogo com apenas nove atletas em campo: o volante Marcinho Guerreiro levou dois amarelos no primeiro tempo e foi expulso, enquanto o zagueiro Daniel tomou vermelho direto na segunda etapa.
"Graças a Deus conseguimos o 0 a 0", festejou o volante Wendel, completamente extenuado após ter que correr "em dobro" pela expulsão do colega Marcinho Guerreiro.
"Foi um empate com sabor de vitória", completou o atacante Marcinho, que entrou na segunda etapa, no lugar do veterano Edmundo.
Edmundo, aliás, "catimbou" o quanto pode no Castelão. Após ser substituído, ele chegou até a jogar uma segunda bola em campo para brecar um ataque do Fortaleza, deixando os adversários revoltados.
E eram mesmo outros tempos no Palmeiras...
Com aquele ponto somado no Ceará, o Verdão de Tite saiu da zona do rebaixamento, mas seguiu ameaçado nas rodadas seguintes. Tanto é que o treinador durou pouco mais de um mês no cargo após essa partida.
Em 22 de setembro de 2006, o hoje comandante da seleção se reuniu com a diretoria palestrina e pediu demissãoi.
O estopim para a saída de Tite, aliás, foi uma entrevista do sempre polêmico Salvador Hugo Palaia, à época diretor de futebol do Alviverde, que mandou o gaúcho "calar a boca" após uma derrota para o Santa Cruz.
Seus números à frente do Palmeiras foram oito vitórias, cinco empates e sete derrotas - um aproveitamento de 48%.
Palmeiras, Verdão, Tite, Fortaleza
Curiosidade: Tite era o treinador do Palmeiras no último jogo contra o Fortaleza, no Ceará
Foto: Reprodução/ESPN
Neste domingo, o Fortaleza recebe o Palmeiras, às 16h (de Brasília), pela abertura do returno do Campeonato Brasileiro (20ª rodada).
Será a primeira vez depois de 13 anos que as equipes voltarão a se enfrentar no Castelão, que à época ainda não era a moderna Arena usada na Copa das Confederações 2013 e na Copa do Mundo 2014.
Naquele dia, um 6 de agosto de 2006, o time alviverde, comandado pelo técnico Tite, hoje na seleção brasileira, formou com Diego Cavalieri; Daniel, Nen e Thiago Gomes; Paulo Baier, Marcinho Guerreiro, Wendel, Juninho Paulista e Michael; Edmundo e Enílton.
Já o Tricolor de Hélio dos Anjos entrou em campo com Albérico; Ivan, Alan, Dezinho e Bruno Barros; Dude, Ramalho, Mazinho Lima e Jorge Mutt; Rinaldo e Finazzi.
A partida foi disputada sob calor fortíssimo, assim como promete ser o duelo deste domingo, e o Verdão teve que suar a camisa para arrancar um empate por 0 a 0.
A melhor chance do jogo foi perdida por Rinaldo, que, livre na pequena área, chutou em cima do goleiro Diego Cavalieri, que começava a surgir como sucessor de Marcos no Palestra Itália.
Após o jogo, os jogadores palmeirenses celebraram muito o resultado, principalmente porque o clube paulista terminou o jogo com apenas nove atletas em campo: o volante Marcinho Guerreiro levou dois amarelos no primeiro tempo e foi expulso, enquanto o zagueiro Daniel tomou vermelho direto na segunda etapa.
"Graças a Deus conseguimos o 0 a 0", festejou o volante Wendel, completamente extenuado após ter que correr "em dobro" pela expulsão do colega Marcinho Guerreiro.
"Foi um empate com sabor de vitória", completou o atacante Marcinho, que entrou na segunda etapa, no lugar do veterano Edmundo.
Edmundo, aliás, "catimbou" o quanto pode no Castelão. Após ser substituído, ele chegou até a jogar uma segunda bola em campo para brecar um ataque do Fortaleza, deixando os adversários revoltados.
E eram mesmo outros tempos no Palmeiras...
Com aquele ponto somado no Ceará, o Verdão de Tite saiu da zona do rebaixamento, mas seguiu ameaçado nas rodadas seguintes. Tanto é que o treinador durou pouco mais de um mês no cargo após essa partida.
Em 22 de setembro de 2006, o hoje comandante da seleção se reuniu com a diretoria palestrina e pediu demissãoi.
O estopim para a saída de Tite, aliás, foi uma entrevista do sempre polêmico Salvador Hugo Palaia, à época diretor de futebol do Alviverde, que mandou o gaúcho "calar a boca" após uma derrota para o Santa Cruz.
Seus números à frente do Palmeiras foram oito vitórias, cinco empates e sete derrotas - um aproveitamento de 48%.
Palmeiras, Verdão, Tite, Fortaleza
Postado por Gabriela Lucia dos Santos - 7254 visitas - Fonte: espn.com
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