28/10/2019 09:22
Com desfalques por problemas físicos e por suspensão, o treinador montou o time com Jean, Luan, Lucas Lima e Carlos Eduardo como as novidades. Além da lógica troca de peças na defesa, os palmeirenses tiveram uma formação para ter mais a bola nos pés.
Mas, depois de um início de jogo interessante, com marcação alta e chegada com laterais e volantes, o time voltou com o quase que regular apagão criativo das últimas rodadas.
Os números mostram um pouco disso. Depois do jogo contra o CSA, quando marcou seis vezes no mesmo jogo, o Verdão voltou no domingo a marcar dois gols no mesmo jogo depois de seis partidas. No período, agora são sete gols em sete partidas.
Partindo da ideia de ter um novo estilo de jogo, Mano Menezes acerta ao mudar peças. Até para testá-las em uma tática diferente da que vinha sendo utilizada. A prática, porém, é que o time funcionou por pouco tempo com Lucas Lima e Carlos Eduardo.
Antes de a chuva mudar totalmente o jogo, o Palmeiras já apresentava mais problemas do que possibilidades de mudanças. Foi quando o jeito antigo apareceu para definir a vitória contra o Avaí: bola parada para Deyverson cabecear e depois gol de Gustavo Scarpa em cobrança de pênalti.
Deyverson, um dos mais criticados pelos torcedores que se mostravam insatisfeitos antes mesmo do início do jogo, foi decisivo.
Agora restando dez rodadas para o fim do Brasileirão, é ainda mais improvável imaginar o Verdão conquistando o bicampeonato nacional. São dez pontos atrás do Flamengo. Assim como também não dá para imaginar o time palmeirense fora de uma posição que não seja a segunda colocação. São cinco acima do Santos.
Em entrevista coletiva, Mano Menezes resumiu bem o que deve ser o Palmeiras para as rodadas finais do Campeonato Brasileiro: vencer ou vencer. E o clássico contra o São Paulo, na próxima quarta-feira, às 19h30, na arena, pode ajudar a acalmar aqueles torcedores mais corneteiros.
[ANÁLISE] Palmeiras supera chuva e cornetas, mas precisa encontrar um novo caminho
Verdão conta com "lances antigos" e protagonismo de Deyverson para vencer o Avaí
Um rápido passeio pelo mundo das redes sociais antes da vitória do Palmeiras por 2 a 1 sobre o Avaí, domingo, na Ressacada, deixou evidente a insatisfação de alguns torcedores do Verdão com a escalação de Mano Menezes.
Com desfalques por problemas físicos e por suspensão, o treinador montou o time com Jean, Luan, Lucas Lima e Carlos Eduardo como as novidades. Além da lógica troca de peças na defesa, os palmeirenses tiveram uma formação para ter mais a bola nos pés.
Mas, depois de um início de jogo interessante, com marcação alta e chegada com laterais e volantes, o time voltou com o quase que regular apagão criativo das últimas rodadas.
Os números mostram um pouco disso. Depois do jogo contra o CSA, quando marcou seis vezes no mesmo jogo, o Verdão voltou no domingo a marcar dois gols no mesmo jogo depois de seis partidas. No período, agora são sete gols em sete partidas.
Partindo da ideia de ter um novo estilo de jogo, Mano Menezes acerta ao mudar peças. Até para testá-las em uma tática diferente da que vinha sendo utilizada. A prática, porém, é que o time funcionou por pouco tempo com Lucas Lima e Carlos Eduardo.
Antes de a chuva mudar totalmente o jogo, o Palmeiras já apresentava mais problemas do que possibilidades de mudanças. Foi quando o jeito antigo apareceu para definir a vitória contra o Avaí: bola parada para Deyverson cabecear e depois gol de Gustavo Scarpa em cobrança de pênalti.
Deyverson, um dos mais criticados pelos torcedores que se mostravam insatisfeitos antes mesmo do início do jogo, foi decisivo.
Agora restando dez rodadas para o fim do Brasileirão, é ainda mais improvável imaginar o Verdão conquistando o bicampeonato nacional. São dez pontos atrás do Flamengo. Assim como também não dá para imaginar o time palmeirense fora de uma posição que não seja a segunda colocação. São cinco acima do Santos.
Em entrevista coletiva, Mano Menezes resumiu bem o que deve ser o Palmeiras para as rodadas finais do Campeonato Brasileiro: vencer ou vencer. E o clássico contra o São Paulo, na próxima quarta-feira, às 19h30, na arena, pode ajudar a acalmar aqueles torcedores mais corneteiros.
Postado por Gabriela Lucia dos Santos - 2472 visitas - Fonte: Globoesporte.com
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Mano não tem nada acrescentar ao PALMEIRAS muito fraco p tome ainda nao ajuda
Nao podemos simplesmente criticar os numeros da campanha,estaria normal se nao fosse a fase do time do RJ,por isso,faco a critica ao planejamento mal feito visando as competicoes,alguns fiascos permanecem como o Lucas Lesma, quem tem menos culpa e tenta arrumar o time e o Mano..
Nós temos em um escalação ( ontem)..Marcos Rocha, Felipe Melo, Bruno Henrique, Diogo Barbosa, Lucas Lima, Carlos Eduardo, e não podemos criticar!!?? fora que esse time não vem jogando bem, equilibrado a muito tempo, só foi uns tines melhorar, ja ficou difícil pra nós, exemplo.. não ganhamos nada esse ano.( Com tantas contratações e gasto um rio de dinheiro). Diretoria, comissão técnica e jogadores do Palmeiras, estão iguais políticos Brasileiros, sabem que estão errados, fazem coisas erradas, ganham um DINHEIRÃO sem merecer, muitos não valem nada e não querem ser criticados, querem que a gente cruze os braços e fechamos a boca..... não somos " corneteiros"... só falamos oque vocês não fazem certo e onde vocês erraram de mais, críticas contrutivas e a verdade sempre tem que ser ditas, doe em quem doer. A Sociedade Esportiva Palmeiras está acima de todos.( Funcionários, Diretoria, comissão técnica, jogadores e torcedores).