17/1/2020 09:32
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Nesse período, o time teve um talento de seleção brasileira na posição, Gabriel Jesus, mas as buscas no mercado, se renderam uma Copa do Brasil e dois Campeonatos Brasileiros, nunca pareceram alcançar o nível de exigência técnica que o clube se colocou ao ser o maior comprador e dono do mais recheado elenco do país. Se as outras posições deram em ídolos, o lugar do camisa 9 não teve a mesma sorte.
Tanto que Borja e Deyverson, as peças do elenco no último título nacional, deixaram o clube nessa janela sem grande comoção. O primeiro tenta uma reconstrução da carreira voltando ao seu país para jogar pelo Atlético Junior de Barranquilla, enquanto o segundo está a caminho da Espanha para defender o Getafe. Por aqui, restou Luiz Adriano, que chegou exatamente na pressa por aumentar o nível no meio dos campeonatos de 2019 e agora terá sua primeira temporada desde o início pelo clube.
Desde 2015
O Palmeiras começou a temporada de 2015 com Leandro Pereira escalado como referência do ataque. Goleador na Chapecoense, ele tinha a concorrência de Cristaldo, remanescente do ano anterior. E Rafael Marques, que jogava mais aberto, vez ou outra também pingou por ali e até poderia estar na lista, mas não dá para dizer que foi contratado para ser centroavante de fato.

Chega junho e o Palmeiras troca o comando de Oswaldo para Marcelo Oliveira. O clube contrata Alecsandro, do Flamengo, e, pouco depois, Lucas Barrios, que chega da Europa com status de titular e solução. Leandro dura oito meses e já vai embora em agosto, para a Bélgica. Junto disso, Gabriel Jesus sobe da base, vai ganhando espaço e o time conquista a Copa do Brasil no final do ano com a prata da casa, o paraguaio e Dudu no trio titular.
Mas Barrios viveu um 2016 de lesões e perda de protagonismo. Leandro Pereira volta da Europa por empréstimo no meio da temporada, Alecsandro marca seus gols e é bastante utilizado vindo do banco, mas a temporada é de Gabriel Jesus. Bola de Ouro e campeão brasileiro, ele acaba vendido durante a campanha para o Manchester City e a dúvida já retorna: quem será o centroavante?
Barrios que não seria, já que ele rescindiu o contrato com o clube e foi para o Grêmio em fevereiro. Alecsandro tinha seu valor, mas aos 36 anos ninguém o enxergava como titular, e em maio ele se transferiu para o Coritiba. Leandro Pereira já tinha sido emprestado para o Sport em janeiro. Rafael Marques é outro que iria embora em maio, numa troca que o levou para o Cruzeiro.
Mas, no meio disso tudo, já no comecinho do Campeonato Paulista, chegava o dono da posição: ele vinha da Colômbia e atendia por Miguel Borja.
Borja
O Palmeiras começou o ano com Eduardo Baptista escalando Willian Bigode centralizado na frente. Apesar de ter jogado assim algumas vezes ao longo das três últimas temporadas, é outro que não chegou exatamente para fazer tal função e portanto fica fora desse balanço. Então chegou Borja estreando com gol no Carnaval de 2017 e dando a impressão de que faria história.
Palmeiras, verdão, alviverde, Alianz Parque, paulista, título, CT da Barra funda, Vanderlei, Luxemburgo, Luxa, professor, técnico,
Deyverson venceu, mas Palmeiras sofre para achar um centroavante que convença
Foto: Lance!
Leandro Pereira, Alecsandro, Barrios, Borja, Deyverson, Arthur Cabral e Henrique Dourado. É difícil dizer que algum desses centroavantes contratados pelo Palmeiras de 2015 para cá, na era do patrocínio da Crefisa e da gestão do diretor Alexandre Mattos, deixou saudades na torcida ao se despedir da Academia de Futebol.
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Nesse período, o time teve um talento de seleção brasileira na posição, Gabriel Jesus, mas as buscas no mercado, se renderam uma Copa do Brasil e dois Campeonatos Brasileiros, nunca pareceram alcançar o nível de exigência técnica que o clube se colocou ao ser o maior comprador e dono do mais recheado elenco do país. Se as outras posições deram em ídolos, o lugar do camisa 9 não teve a mesma sorte.
Tanto que Borja e Deyverson, as peças do elenco no último título nacional, deixaram o clube nessa janela sem grande comoção. O primeiro tenta uma reconstrução da carreira voltando ao seu país para jogar pelo Atlético Junior de Barranquilla, enquanto o segundo está a caminho da Espanha para defender o Getafe. Por aqui, restou Luiz Adriano, que chegou exatamente na pressa por aumentar o nível no meio dos campeonatos de 2019 e agora terá sua primeira temporada desde o início pelo clube.
Desde 2015
O Palmeiras começou a temporada de 2015 com Leandro Pereira escalado como referência do ataque. Goleador na Chapecoense, ele tinha a concorrência de Cristaldo, remanescente do ano anterior. E Rafael Marques, que jogava mais aberto, vez ou outra também pingou por ali e até poderia estar na lista, mas não dá para dizer que foi contratado para ser centroavante de fato.
Chega junho e o Palmeiras troca o comando de Oswaldo para Marcelo Oliveira. O clube contrata Alecsandro, do Flamengo, e, pouco depois, Lucas Barrios, que chega da Europa com status de titular e solução. Leandro dura oito meses e já vai embora em agosto, para a Bélgica. Junto disso, Gabriel Jesus sobe da base, vai ganhando espaço e o time conquista a Copa do Brasil no final do ano com a prata da casa, o paraguaio e Dudu no trio titular.
Mas Barrios viveu um 2016 de lesões e perda de protagonismo. Leandro Pereira volta da Europa por empréstimo no meio da temporada, Alecsandro marca seus gols e é bastante utilizado vindo do banco, mas a temporada é de Gabriel Jesus. Bola de Ouro e campeão brasileiro, ele acaba vendido durante a campanha para o Manchester City e a dúvida já retorna: quem será o centroavante?
Barrios que não seria, já que ele rescindiu o contrato com o clube e foi para o Grêmio em fevereiro. Alecsandro tinha seu valor, mas aos 36 anos ninguém o enxergava como titular, e em maio ele se transferiu para o Coritiba. Leandro Pereira já tinha sido emprestado para o Sport em janeiro. Rafael Marques é outro que iria embora em maio, numa troca que o levou para o Cruzeiro.
Mas, no meio disso tudo, já no comecinho do Campeonato Paulista, chegava o dono da posição: ele vinha da Colômbia e atendia por Miguel Borja.
Borja
O Palmeiras começou o ano com Eduardo Baptista escalando Willian Bigode centralizado na frente. Apesar de ter jogado assim algumas vezes ao longo das três últimas temporadas, é outro que não chegou exatamente para fazer tal função e portanto fica fora desse balanço. Então chegou Borja estreando com gol no Carnaval de 2017 e dando a impressão de que faria história.
Palmeiras, verdão, alviverde, Alianz Parque, paulista, título, CT da Barra funda, Vanderlei, Luxemburgo, Luxa, professor, técnico,
Postado por Rudney Rodrigues Xavier - 3468 visitas - Fonte: Yahoo
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Agora tem veron cada chute forte so falta apontaria no gol dudu veron e rafael veiga 4+0 2 de dudu 2 de veron avante verdao dudu pode fazer entrovisar de ponta deixa jailson ponha 3 goleiro e. Amistoso mesmo d testar ele no sabado luxumburgo ponha novato primeiro tempo dudu e veiga com meninos veron de centro avante esse trio presisa jogar junto no paulista luxumburgo