5/3/2020 10:05
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Com essa formação, Dudu teve a função de ficar mais centralizado, na armação das jogadas, com Rony e Willian abertos e Luiz Adriano como centroavante. Mas também houve muita movimentação entre eles, trocando de posição a todo momento.
Ficou evidente que a experiência deu certo, e os gols ajudam a exemplificar (veja no vídeo acima). O primeiro teve passe de Willian para conclusão de Luiz Adriano; no segundo, houve assistência de Rony para finalização de Willian.
Além disso, foram várias outras chances criadas, duas bolas na trave, um pênalti claro não marcado e um evidente domínio sobre a defesa do fraco time do Tigre. Uma goleada do Palmeiras não seria nenhum absurdo.
Com esse 4-2-4, claro pelo posicionamento, Vanderlei Luxemburgo optou por colocar o que tem de melhor e inserir mais qualidade no setor ofensivo. A explicação do técnico é que, jogando assim, Dudu pega mais na bola, sem esperar que ela chegue até ele.
Por outro lado, com o camisa 7 centralizado, o Palmeiras não tem sua melhor alternativa de ataque, que é com ele aberto, partindo pra cima como um ponta. Ele foi justamente quem menos brilhou entre os quatro jogadores de frente na Argentina.
– Tenho que começar a olhar o Dudu por dentro. Tenho o Rony, o Veron, o Luan, que está chegando. O Dudu, jogando por dentro, pega bastante na bola. No lado do campo, a bola tem que chegar para ele. No meio, as pessoas o buscam, é um jogador que preocupa a zaga, mas desde que eu tenha dois pontas que façam a volta para marcar – disse Luxemburgo depois do jogo.
Apesar da vitória tranquila, a parte defensiva apresentou problemas. Desde o início do confronto, foi possível ver um Palmeiras muito espaçado, com um buraco grande entre os volantes Bruno Henrique e Ramires e os atacantes. Foi nesse setor que o Tigre conseguiu se apresentar para o jogo, sobretudo após o primeiro gol, e pressionar, mesmo sem criar tantas oportunidades.
Foi muito graças ao ótimo desempenho, outra vez, de Felipe Melo e Gustavo Gómez na zaga, que ganharam praticamente todas as disputas com os atacantes. Mas foi um risco desnecessário – embora Luxemburgo tenha dito que era algo "esperado". Faltou compactação entre os setores do time, e isso gerou sustos. Contra um adversário de melhor qualidade, o problema poderia ter sido bem maior.
Apesar do buraco no meio, o Palmeiras alternou entre pressionar a saída de bola e esperar no seu campo. Dessa vez, essa marcação apertada que Luxa tanto cobra desde o início do ano foi muito efetiva. Foi assim que Gabriel Menino roubou a bola já no campo de ataque e iniciou a jogada do primeiro gol. Nos treinos em Orlando, na pré-temporada, muitas vezes era possível ver os laterais subindo e apertando quase na área da equipe reserva.
Após a expulsão de Acuña, no começo do segundo tempo, tudo ficou mais tranquilo. Felipe Melo atuando como volante em parte do segundo tempo também deu uma sustentação boa ao setor, que passou a correr menos riscos – obviamente, ter um a mais também fez diferença.
O saldo da estreia é muito positivo. Diante da qualidade dos jogadores que compõem o quarteto ofensivo, vale insistir nesse esquema. Foram eles que decidiram o jogo e poderiam ter feito muito mais. Mas esse primeiro teste também deixou claro que será preciso acertar algumas questões, o que é totalmente natural. A falta de compactação, causada pelo buraco no meio, é a principal delas.
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Nova formação ofensiva decide o jogo para o Verdão na Argentina
Foto: Getty Images
A vitória por 2 a 0 sobre o Tigre, nesta quarta-feira, foi a primeira experiência do Palmeiras com o quarteto ofensivo formado por Dudu, Rony, Willian e Luiz Adriano. O resultado foi positivo, mas com algumas ressalvas.
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Com essa formação, Dudu teve a função de ficar mais centralizado, na armação das jogadas, com Rony e Willian abertos e Luiz Adriano como centroavante. Mas também houve muita movimentação entre eles, trocando de posição a todo momento.
Ficou evidente que a experiência deu certo, e os gols ajudam a exemplificar (veja no vídeo acima). O primeiro teve passe de Willian para conclusão de Luiz Adriano; no segundo, houve assistência de Rony para finalização de Willian.
Além disso, foram várias outras chances criadas, duas bolas na trave, um pênalti claro não marcado e um evidente domínio sobre a defesa do fraco time do Tigre. Uma goleada do Palmeiras não seria nenhum absurdo.
Com esse 4-2-4, claro pelo posicionamento, Vanderlei Luxemburgo optou por colocar o que tem de melhor e inserir mais qualidade no setor ofensivo. A explicação do técnico é que, jogando assim, Dudu pega mais na bola, sem esperar que ela chegue até ele.
Por outro lado, com o camisa 7 centralizado, o Palmeiras não tem sua melhor alternativa de ataque, que é com ele aberto, partindo pra cima como um ponta. Ele foi justamente quem menos brilhou entre os quatro jogadores de frente na Argentina.
– Tenho que começar a olhar o Dudu por dentro. Tenho o Rony, o Veron, o Luan, que está chegando. O Dudu, jogando por dentro, pega bastante na bola. No lado do campo, a bola tem que chegar para ele. No meio, as pessoas o buscam, é um jogador que preocupa a zaga, mas desde que eu tenha dois pontas que façam a volta para marcar – disse Luxemburgo depois do jogo.
Apesar da vitória tranquila, a parte defensiva apresentou problemas. Desde o início do confronto, foi possível ver um Palmeiras muito espaçado, com um buraco grande entre os volantes Bruno Henrique e Ramires e os atacantes. Foi nesse setor que o Tigre conseguiu se apresentar para o jogo, sobretudo após o primeiro gol, e pressionar, mesmo sem criar tantas oportunidades.
Foi muito graças ao ótimo desempenho, outra vez, de Felipe Melo e Gustavo Gómez na zaga, que ganharam praticamente todas as disputas com os atacantes. Mas foi um risco desnecessário – embora Luxemburgo tenha dito que era algo "esperado". Faltou compactação entre os setores do time, e isso gerou sustos. Contra um adversário de melhor qualidade, o problema poderia ter sido bem maior.
Apesar do buraco no meio, o Palmeiras alternou entre pressionar a saída de bola e esperar no seu campo. Dessa vez, essa marcação apertada que Luxa tanto cobra desde o início do ano foi muito efetiva. Foi assim que Gabriel Menino roubou a bola já no campo de ataque e iniciou a jogada do primeiro gol. Nos treinos em Orlando, na pré-temporada, muitas vezes era possível ver os laterais subindo e apertando quase na área da equipe reserva.
Após a expulsão de Acuña, no começo do segundo tempo, tudo ficou mais tranquilo. Felipe Melo atuando como volante em parte do segundo tempo também deu uma sustentação boa ao setor, que passou a correr menos riscos – obviamente, ter um a mais também fez diferença.
O saldo da estreia é muito positivo. Diante da qualidade dos jogadores que compõem o quarteto ofensivo, vale insistir nesse esquema. Foram eles que decidiram o jogo e poderiam ter feito muito mais. Mas esse primeiro teste também deixou claro que será preciso acertar algumas questões, o que é totalmente natural. A falta de compactação, causada pelo buraco no meio, é a principal delas.
Palmeiras, verdão, alviverde, Alianz Parque, CT da barra funda, paulista, libertadores, mundial, brasileiro, copa do brasil, Vanderlei Luxemburgo, técnico,
Postado por Rudney Rodrigues Xavier - 3768 visitas - Fonte: GLOBOESPORTE
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O que não está funcionando a muito tempo é o Ramires , jogador muito lento , não tem pegada como volante . O time fica sempre no sufoco quando ele está jogando . Temos o Zé Rafael muito bom jogador , poe pra jogar ! E manda Ramires pra casa.