27/3/2020 12:44
LEIA TAMBÉM:6 comparações sem nexo feitas por jornalistas esportivos
O lateral-direito aceitou uma parada nas atividades para falar com exclusividade ao LANCE!. Contou como tem sido a rotina sem ter qualquer perspectiva de retorno, como foi o período com Felipe Melo e seus familiares no litoral paulista, na semana passada, como são as conversas que mantém com o técnico Vanderlei Luxemburgo e até falou sobre o debate atual sobre a possibilidade de redução do salários dos jogadores por conta da pandemia do coronavírus.
Não podemos parar, né? Não sabemos quando a situação vai voltar ao normal. Então, precisamos manter a preparação e, quando voltar, buscar estar 100% o mais rápido possível. Estamos treinando diariamente com personal e seguindo todas as orientações do clube, tanto física quanto nutricional. O clube também tem acompanhado os atletas constantemente. É importante manter a forma física e mental também.
Pelo que é possível ver nos vídeos publicados nas redes sociais, a intensidade dos treinos é até maior do que em uma pré-temporada, quando não há tantos dias assim para trabalhar fisicamente. É só impressão?
Estamos fazendo treinos seguindo as orientações do clube, tanto em intensidade quanto força. Como já vínhamos jogando e já passamos pela pré-temporada, o corpo esta mais acostumado ao ritmo de treino. E a alimentação também faz parte dessa rotina.
Como foi o convívio com o Felipe Melo em Maresias, na semana passada?
O Felipe é um amigo que tenho no futebol, e nossas famílias sempre fazem coisas juntos. Conviver com um cara como ele é muito bom. Estamos aproveitando esse tempo, também, para ficar com a família. Ao longo do ano, não temos essa possibilidade. Já saímos da casa em Maresias. Vim para o sul de Minas Gerais, mantendo isolamento e cuidados e orientações dos médicos.
Como é o monitoramento do Palmeiras com vocês durante a pausa?
Os departamentos médico, físico e nutricional do clube nos acompanham e monitoram constantemente. Não sabemos quando isso vai acabar, e os trabalhos seguem para que possamos estar prontos o mais rápido possível. Todos os departamentos do clube se comunicam constantemente para avaliar a situação e nos passar orientações. O Luxemburgo também mantém contato permanente com a gente, em um grupo que tem todos os atletas.
Você tinha acabado de se recuperar de lesão e voltado a jogar quando ocorreu a pausa. Quanto ele te atrapalha particularmente?
A parada atrapalhar todo atleta, independentemente de lesão, pois nos tira a rotina de treinos específicos do clube e, acima de tudo, o ritmo de jogo. Mas é uma situação muito atípica. Não sabemos o que vai acontecer e precisamos manter os cuidados com nosso corpo, que é nosso instrumento de trabalho. Voltei muito bem da lesão, sem sentir nada, então já e coisa do passado.
Quanto essa indefinição atrapalha psicologicamente?
O clube liberou por tempo indeterminado, até porque ninguém sabe o que vai acontecer com essa pandemia. As pessoas responsáveis estão analisando diariamente a situação, e, assim que nos chamarem, estaremos na ativa o mais rápido possível. Para nós, que temos uma rotina muito agitada com viagens, jogos, concentração e treinos, é impactante ficar em casa, mas precisamos seguir essas orientações para o bem de todos e buscar na família o melhor amparo psicológico.
Você tem alguém próximo contaminado com o coronavírus?
Graças a Deus, não tenho nenhum contato próximo com pessoas que tenham sido contaminadas pelo vírus. Mas, infelizmente, acompanhamos os casos que vêm acontecendo no mundo todo. Oramos e torcemos para que as pessoas se recuperem e que todos possamos voltar à nossa rotina o mais rápido possível.
Debate-se no momento a possibilidade de cortar salários. O que acha disso?
Esse é um assunto delicado que, inclusive, aumentou o debate nos últimos dias, não só para nós, atletas, mas para a sociedade como um todo. Precisamos cuidar da saúde das pessoas e saber que todos precisam alimentar sua família e se sustentar. É um desafio grande, mas acreditamos que as autoridades vão buscar a melhor solução para toda a população do Brasil.
Palmeiras, verdão, alviverde, Alianz Parque, CT da barra funda, paulista, libertadores, mundial, brasileiro, copa do brasil, Vanderlei Luxemburgo, técnico,
Marcos Rocha conta como Palmeiras monitora treinos intensos dos jogadores
Imagem: Cesar Greco/Ag. Palmeiras/Divulgação
Onze dias depois de saber que todas as competições que joga seriam paralisadas, o elenco do Palmeiras segue liberado por tempo indeterminado. Desde então, as redes sociais de Marcos Rocha mostram o jogador com intensos treinos físicos, seguindo a orientação de manter o condicionamento.
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O lateral-direito aceitou uma parada nas atividades para falar com exclusividade ao LANCE!. Contou como tem sido a rotina sem ter qualquer perspectiva de retorno, como foi o período com Felipe Melo e seus familiares no litoral paulista, na semana passada, como são as conversas que mantém com o técnico Vanderlei Luxemburgo e até falou sobre o debate atual sobre a possibilidade de redução do salários dos jogadores por conta da pandemia do coronavírus.
Não podemos parar, né? Não sabemos quando a situação vai voltar ao normal. Então, precisamos manter a preparação e, quando voltar, buscar estar 100% o mais rápido possível. Estamos treinando diariamente com personal e seguindo todas as orientações do clube, tanto física quanto nutricional. O clube também tem acompanhado os atletas constantemente. É importante manter a forma física e mental também.
Pelo que é possível ver nos vídeos publicados nas redes sociais, a intensidade dos treinos é até maior do que em uma pré-temporada, quando não há tantos dias assim para trabalhar fisicamente. É só impressão?
Estamos fazendo treinos seguindo as orientações do clube, tanto em intensidade quanto força. Como já vínhamos jogando e já passamos pela pré-temporada, o corpo esta mais acostumado ao ritmo de treino. E a alimentação também faz parte dessa rotina.
Como foi o convívio com o Felipe Melo em Maresias, na semana passada?
O Felipe é um amigo que tenho no futebol, e nossas famílias sempre fazem coisas juntos. Conviver com um cara como ele é muito bom. Estamos aproveitando esse tempo, também, para ficar com a família. Ao longo do ano, não temos essa possibilidade. Já saímos da casa em Maresias. Vim para o sul de Minas Gerais, mantendo isolamento e cuidados e orientações dos médicos.
Como é o monitoramento do Palmeiras com vocês durante a pausa?
Os departamentos médico, físico e nutricional do clube nos acompanham e monitoram constantemente. Não sabemos quando isso vai acabar, e os trabalhos seguem para que possamos estar prontos o mais rápido possível. Todos os departamentos do clube se comunicam constantemente para avaliar a situação e nos passar orientações. O Luxemburgo também mantém contato permanente com a gente, em um grupo que tem todos os atletas.
Você tinha acabado de se recuperar de lesão e voltado a jogar quando ocorreu a pausa. Quanto ele te atrapalha particularmente?
A parada atrapalhar todo atleta, independentemente de lesão, pois nos tira a rotina de treinos específicos do clube e, acima de tudo, o ritmo de jogo. Mas é uma situação muito atípica. Não sabemos o que vai acontecer e precisamos manter os cuidados com nosso corpo, que é nosso instrumento de trabalho. Voltei muito bem da lesão, sem sentir nada, então já e coisa do passado.
Quanto essa indefinição atrapalha psicologicamente?
O clube liberou por tempo indeterminado, até porque ninguém sabe o que vai acontecer com essa pandemia. As pessoas responsáveis estão analisando diariamente a situação, e, assim que nos chamarem, estaremos na ativa o mais rápido possível. Para nós, que temos uma rotina muito agitada com viagens, jogos, concentração e treinos, é impactante ficar em casa, mas precisamos seguir essas orientações para o bem de todos e buscar na família o melhor amparo psicológico.
Você tem alguém próximo contaminado com o coronavírus?
Graças a Deus, não tenho nenhum contato próximo com pessoas que tenham sido contaminadas pelo vírus. Mas, infelizmente, acompanhamos os casos que vêm acontecendo no mundo todo. Oramos e torcemos para que as pessoas se recuperem e que todos possamos voltar à nossa rotina o mais rápido possível.
Debate-se no momento a possibilidade de cortar salários. O que acha disso?
Esse é um assunto delicado que, inclusive, aumentou o debate nos últimos dias, não só para nós, atletas, mas para a sociedade como um todo. Precisamos cuidar da saúde das pessoas e saber que todos precisam alimentar sua família e se sustentar. É um desafio grande, mas acreditamos que as autoridades vão buscar a melhor solução para toda a população do Brasil.
Palmeiras, verdão, alviverde, Alianz Parque, CT da barra funda, paulista, libertadores, mundial, brasileiro, copa do brasil, Vanderlei Luxemburgo, técnico,
Postado por Rudney Rodrigues Xavier - 4167 visitas - Fonte: UOL
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