23/4/2020 15:10
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Em seu site oficial, os colombianos alertaram que, caso o Palmeiras não pague o que deve nos próximos 45 dias, será impedido pela Fifa de inscrever novos jogadores, em torneios nacionais ou internacionais. Mas o Verdão, que, inclusive, já nem conta mais com Borja - o centroavante está emprestado ao Junior Barranquilla - crê que essa decisão não terá efeito tão rápido.
A diretoria do Palmeiras afirma que a decisão não é definitiva, já que o caso ainda está em sua fases preliminares e, por isso, o clube não corre risco algum de ser sancionado pela Fifa nesse estágio. A confiança é de que o CAS entenderá a interpretação do Verdão a respeito da dívida.
Palmeiras e Atlético Nacional tiveram divergência quanto a compra de 30% dos direitos econômicos de Borja por parte do Verdão, dono dos outros 70%. Os colombianos entendiam que, se o centroavante não fosse vendido até agosto de 2019, o Verdão teria de adquirir esta fatia por 3 milhões de dólares (pouco mais de R$ 11 milhões na época). O clube brasileiro não pagou por considerar que não há prazo definido e ter um acordo verbal para repassar quando vendê-lo - o atacante, no momento, está emprestado ao Junior Barranquilla.
Em fevereiro, a situação chegou a ser discutida pessoalmente entre representantes do Atlético e Anderson Barros, diretor do Palmeiras, em meio às negociações do Verdão para tentar trazer o lateral-direito Daniel Muñoz, mas não houve avanço. O clube colombiano não só faz questão de resolver o caso envolvendo Borja como informa que teve que fazer empréstimos no ano passado, por não ter recebido 3 milhões de dólares em agosto, e que, quando a quantia for depositada, será para o pagamento dessas dívidas.
- Agradecemos particularmente a decisão que a Fifa acaba de emitir. Essa é uma quantia importante. Esperávamos esse pagamento em agosto do ano passado, e a inadimplência gerou perdas significativas no exercício financeiro de 2019, que tivemos que cobrir fazendo dívidas com o setor financeiro - Juan David Pérez Ortiz, presidente do Atlético Nacional.
- Continuaremos a trabalhar com comprometimento para superar a difícil situação financeira que enfrentamos atualmente, devido ao alto nível de gastos por causa dos baixos rendimentos que recebemos, como resultado da paralisação do futebol em todo o mundo pela COVID-19 - prosseguiu.
Palmeiras, Dívida, Borja, Atlético Nacional, Fifa, Recurso, Verdão
Palmeiras estuda entrar com recurso sobre dívida por Borja; entenda o caso
A Fifa deu razão ao Atlético Nacional, da Colômbia, na cobrança que ainda tem a ver com a transferência de 2017 envolvendo o atacante, mas Verdão afirma que decisão é preliminar
A paralisação do futebol por conta do coronavírus voltou a mexer com os bolsos do Palmeiras. O clube alviverde agora prepara um recurso no CAS (Corte Arbitral do Esporte, em inglês) a respeito de Miguel Borja. O Verdão perdeu ação na Fifa, imposta pelo Atlético Nacional, da Colômbia, referente ao pagamento de 3 milhões de dólares (mais de R$ 16 milhões, atualmente), ligados na venda do atacante, em 2017.
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Em seu site oficial, os colombianos alertaram que, caso o Palmeiras não pague o que deve nos próximos 45 dias, será impedido pela Fifa de inscrever novos jogadores, em torneios nacionais ou internacionais. Mas o Verdão, que, inclusive, já nem conta mais com Borja - o centroavante está emprestado ao Junior Barranquilla - crê que essa decisão não terá efeito tão rápido.
A diretoria do Palmeiras afirma que a decisão não é definitiva, já que o caso ainda está em sua fases preliminares e, por isso, o clube não corre risco algum de ser sancionado pela Fifa nesse estágio. A confiança é de que o CAS entenderá a interpretação do Verdão a respeito da dívida.
Palmeiras e Atlético Nacional tiveram divergência quanto a compra de 30% dos direitos econômicos de Borja por parte do Verdão, dono dos outros 70%. Os colombianos entendiam que, se o centroavante não fosse vendido até agosto de 2019, o Verdão teria de adquirir esta fatia por 3 milhões de dólares (pouco mais de R$ 11 milhões na época). O clube brasileiro não pagou por considerar que não há prazo definido e ter um acordo verbal para repassar quando vendê-lo - o atacante, no momento, está emprestado ao Junior Barranquilla.
Em fevereiro, a situação chegou a ser discutida pessoalmente entre representantes do Atlético e Anderson Barros, diretor do Palmeiras, em meio às negociações do Verdão para tentar trazer o lateral-direito Daniel Muñoz, mas não houve avanço. O clube colombiano não só faz questão de resolver o caso envolvendo Borja como informa que teve que fazer empréstimos no ano passado, por não ter recebido 3 milhões de dólares em agosto, e que, quando a quantia for depositada, será para o pagamento dessas dívidas.
- Agradecemos particularmente a decisão que a Fifa acaba de emitir. Essa é uma quantia importante. Esperávamos esse pagamento em agosto do ano passado, e a inadimplência gerou perdas significativas no exercício financeiro de 2019, que tivemos que cobrir fazendo dívidas com o setor financeiro - Juan David Pérez Ortiz, presidente do Atlético Nacional.
- Continuaremos a trabalhar com comprometimento para superar a difícil situação financeira que enfrentamos atualmente, devido ao alto nível de gastos por causa dos baixos rendimentos que recebemos, como resultado da paralisação do futebol em todo o mundo pela COVID-19 - prosseguiu.
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Postado por Murillo Ciotti - 4911 visitas - Fonte: LANCE
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Pq que não paga logo essa porra já fez a cagada de comprar essa merda tá parecendo o corinthians querendo da calote porra
Se deve tem que pagar, não sabe contratar jogador, o dirigente que compra um merda dessa, tinha que ser preso.