4/7/2020 08:30
Nas idas ao centro de treinamento, o meia venezuelano tem seguido o mesmo protocolo de segurança dos demais jogadores, o que inclui testes semanais de possível infecção pelo novo coronavírus e cuidados de prevenção.
Guerra foi informado ainda na segunda semana de janeiro que não seria aproveitado e estava liberado para procurar outra equipe. Seu nome nem aparece na página do elenco no site oficial do clube.
Mas, ao contrário de outros atletas nessa situação, ele acabou não saindo. Com a crise financeira causada pela pandemia da Covid-19, a dificuldade se agravou. Neste momento, segundo o Palmeiras e seu empresário, não há proposta pelo jogador de 34 anos.
Desabafo e prejuízo
Em entrevista dada em maio, Guerra se disse triste com o que chamou de falta de respeito do clube por ter sido encostado e obrigado a trabalhar em horários alternativos, o que voltou a ocorrer desde a semana passada.
– Estava treinando à parte, em outro horário. Isso não se faz com ninguém, é uma falta de respeito, em todos os sentidos da palavra. Se a equipe treina de manhã, eu treino à tarde. Se a equipe treina à tarde, eu treino de manhã – desabafou, na ocasião.
Contratado no início de 2017 com o peso de ter sido eleito o melhor jogador da Libertadores do ano anterior, o meia custou US$ 3,7 milhões (R$ 11,7 milhões, na época). Valor que foi pago com aporte financeiro da Crefisa e terá de ser devolvido futuramente à patrocinadora do clube.
Seu contrato vence no final do ano. O vínculo que aparece na Federação Paulista até 26 de julho se deve ao período limite do visto trabalhista e em breve será estendido até dezembro.
Palmeiras, verdão, guerra
Guerra retoma rotina solitária na Academia de Futebol
Meia venezuelano tem ido ao centro de treinamento para trabalhar individualmente
Guerra tem treinado sozinho na Academia de Futebol do Palmeiras — Foto: Reprodução/Instagram
Mesmo sem estar nos planos da comissão técnica do Palmeiras, Alejandro Guerra também voltou a treinar na Academia de Futebol. Só que, como já ocorria antes mesmo da quarentena, ele não tem trabalhado com o elenco.
Nas idas ao centro de treinamento, o meia venezuelano tem seguido o mesmo protocolo de segurança dos demais jogadores, o que inclui testes semanais de possível infecção pelo novo coronavírus e cuidados de prevenção.
Guerra foi informado ainda na segunda semana de janeiro que não seria aproveitado e estava liberado para procurar outra equipe. Seu nome nem aparece na página do elenco no site oficial do clube.
Mas, ao contrário de outros atletas nessa situação, ele acabou não saindo. Com a crise financeira causada pela pandemia da Covid-19, a dificuldade se agravou. Neste momento, segundo o Palmeiras e seu empresário, não há proposta pelo jogador de 34 anos.
Desabafo e prejuízo
Em entrevista dada em maio, Guerra se disse triste com o que chamou de falta de respeito do clube por ter sido encostado e obrigado a trabalhar em horários alternativos, o que voltou a ocorrer desde a semana passada.
– Estava treinando à parte, em outro horário. Isso não se faz com ninguém, é uma falta de respeito, em todos os sentidos da palavra. Se a equipe treina de manhã, eu treino à tarde. Se a equipe treina à tarde, eu treino de manhã – desabafou, na ocasião.
Contratado no início de 2017 com o peso de ter sido eleito o melhor jogador da Libertadores do ano anterior, o meia custou US$ 3,7 milhões (R$ 11,7 milhões, na época). Valor que foi pago com aporte financeiro da Crefisa e terá de ser devolvido futuramente à patrocinadora do clube.
Seu contrato vence no final do ano. O vínculo que aparece na Federação Paulista até 26 de julho se deve ao período limite do visto trabalhista e em breve será estendido até dezembro.
Palmeiras, verdão, guerra
Postado por angeli - 2961 visitas - Fonte: Globo Esporte
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Dificil de entender....vi o Guerra jogar muito bem antes de vir para o PALMEIRASPAKMEIRAS
nunca coloca o cara pra jogar então vende,ele precisa seguir a vida dele...
Não aguenta uma dividida, entregou jogo pros gambas. Doa ele igual fizeram com o miguelzinho
Não sei porque fazer isso com o cara, tudo bem que foi um contratação errada, mais deixar o cara separado isso é falta de respeito com o profissional e além de que ele mesmo não ter jogado bem no Palmeiras acredito que mesmo assim jogou mais que o tal do Lucas Limas
Falta de respeito por parte da diretoria, treinar separado é