13/8/2020 07:36
Há cerca de três anos e meio, conforme informações do GloboEsporte.com, o Alviverde Paulista pagou US$ 10,5 milhões (aproximadamente R$ 34 milhões, na cotação da época) por 70% dos direitos econômicos do atacante. Até então, nenhum problema: o contrato foi seguido sem maiores complicações.

Palmeiras ainda tem que pagar mais de R$ 15 milhões ao Atlético Nacional (COL) por Borja. | Miguel Schincariol/Getty Images
Contudo, além do percentual adquirido, o documento assinado entre o Palmeiras e o Atlético Nacional também determinava a compra dos outros 30% dos direitos econômicos do atacante, que continuaram nas mãos do time colombiano, por mais 3 milhões de doláres, caso o atleta não fosse negociado até agosto da temporada passada.
Desta forma, como o atacante deixou o Allianz Parque apenas em janeiro deste ano, o Verdão acabou sendo obrigado a cumprir com o contrato. Porém, entendendo que não havia um prazo para efetuar o pagamento, o time decidiu por esperar. Los Verdolagas, por sua vez, não concordaram e entraram com ação na FIFA, que deu sinal positivo e obrigou o Palmeiras a efetuar o pagamento.

Borja não deu certo no futebol brasileiro. | Foto: Divulgação/Junior Barranquilla
Em negociação, ainda durante a paralisação do futebol por conta da pandemia do novo coronavírus, o Palmeiras acertou com o Atlético Nacional para efetuar o pagamento em seis vezes de US$ 500 mil (R$ 2,7 milhões).
Miguel Borja chegou ao Brasil, vindo de ótimo momento no Atlético Nacional, em 2017. Porém, ele não funcionou no Palmeiras e foi encostado. Já no começo deste ano, o atacante foi cedido ao Junior Barranquilla, que assumiu os salários do jogador e também uma obrigatoriedade de compra definitiva caso o goleador marque 23 gols até o final do ano e/ou participe de 73% dos jogos do time como titular.
Após processo na FIFA, Palmeiras se acerta com Atlético Nacional e vai pagar parcelado dívida por Borja; confira
Palmeiras tem dívida milionária com o Atlético Nacional (COL) por compra de Miguel Borja. | Vizzor Image/Getty Images
O Palmeiras entrou em acordo com o Atlético Nacional, da Colômbia, pelo pagamento de valor milionário pendente pela compra do centroavante Miguel Borja, que hoje defende o Junior Barranquilla por empréstimo, em 2017. Vale lembrar que o time colombiano levou o caso à FIFA no final da temporada passada pelas indefinições quanto à quitação da dívida.
Há cerca de três anos e meio, conforme informações do GloboEsporte.com, o Alviverde Paulista pagou US$ 10,5 milhões (aproximadamente R$ 34 milhões, na cotação da época) por 70% dos direitos econômicos do atacante. Até então, nenhum problema: o contrato foi seguido sem maiores complicações.

Palmeiras ainda tem que pagar mais de R$ 15 milhões ao Atlético Nacional (COL) por Borja. | Miguel Schincariol/Getty Images
Contudo, além do percentual adquirido, o documento assinado entre o Palmeiras e o Atlético Nacional também determinava a compra dos outros 30% dos direitos econômicos do atacante, que continuaram nas mãos do time colombiano, por mais 3 milhões de doláres, caso o atleta não fosse negociado até agosto da temporada passada.
Desta forma, como o atacante deixou o Allianz Parque apenas em janeiro deste ano, o Verdão acabou sendo obrigado a cumprir com o contrato. Porém, entendendo que não havia um prazo para efetuar o pagamento, o time decidiu por esperar. Los Verdolagas, por sua vez, não concordaram e entraram com ação na FIFA, que deu sinal positivo e obrigou o Palmeiras a efetuar o pagamento.

Borja não deu certo no futebol brasileiro. | Foto: Divulgação/Junior Barranquilla
Em negociação, ainda durante a paralisação do futebol por conta da pandemia do novo coronavírus, o Palmeiras acertou com o Atlético Nacional para efetuar o pagamento em seis vezes de US$ 500 mil (R$ 2,7 milhões).
Miguel Borja chegou ao Brasil, vindo de ótimo momento no Atlético Nacional, em 2017. Porém, ele não funcionou no Palmeiras e foi encostado. Já no começo deste ano, o atacante foi cedido ao Junior Barranquilla, que assumiu os salários do jogador e também uma obrigatoriedade de compra definitiva caso o goleador marque 23 gols até o final do ano e/ou participe de 73% dos jogos do time como titular.
Postado por Thiago martins De Almeida - 2643 visitas - Fonte: -
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