3/9/2020 09:17
Há quanto tempo o Palmeiras vive disso? Foram as marcas dos trabalhos de Marcelo Oliveira, Cuca, Felipão nas conquistas nacionais e agora de Vanderlei Luxemburgo no título paulista. Com exceções, como o primeiro turno em 2016, com Roger Guedes e Gabriel Jesus brilhando, e a leveza do time misto em 2018 enquanto os titulares lutavam por Copa do Brasil e Libertadores.
Hoje o time alviverde está invicto no Brasileiro, com seis jogos em sete rodadas. Sofreu apenas quatro gols. Dos times da Série A é o que menos levou gols na temporada: 13. Conquistou Flórida Cup e Paulista. Mas o desempenho é sofrível na maior parte do tempo.
A saída de bola tem zagueiros abertos e a participação do goleiro Weverton, mas é pouco produtiva. O meio-campo conta com jogadores que sabem jogar, porém falta infiltração e isola Luiz Adriano, que recua e os ponteiros não entram em diagonal. Rony não consegue se encaixar por erros próprios, mas também pela ausência de movimentos coletivos que criem espaços para que a velocidade e a explosão apareçam.
É uma equipe que torna qualquer jogo feio. Congela a bola. No Allianz Parque contra o Internacional rodando o elenco, a disputa só se salvou pela emoção já nos acréscimos. Com um pênalti para lá de questionável do zagueiro Luan que Thiago Galhardo converteu e a resposta rápida palmeirense com o gol de Luiz Adriano, completando cruzamento de Gustavo Gómez. Já no abafa do desespero.
Muito pouco para tamanho investimento, em contratações e nas divisões de base. Quando demitiu Mano Menezes e Alexandre Mattos na reta final da temporada passada, o Palmeiras pareceu flertar com algo mais arrojado e antenado. Dirigentes conversaram com Jorge Sampaoli e consideraram a hipótese de Miguel Àngel Ramírez, mas preferiram apostar em uma solução conservadora, olhando mais para o passado que mirando o futuro.
Venceu o estadual sobre o maior rival, criou-se de novo o mito do Luxemburgo estrategista. Murchou com o choque de realidade no início do Brasileiro. Duas vitórias, a melhor atuação nos 2 a 1 sobre o Santos...e só. Anula o adversário com solidez defensiva e bloqueia o próprio jogo pela dificuldade na execução das próprias ideias.
Porque as soluções de antes não são mais suficientes. E não há mais Dudu para descomplicar e manter o nível de competitividade. Mas agora só é problema porque os resultados não são os esperados. A análise se limita aos placares dos jogos e à posição na tabela. Não há a preocupação em jogar bem, que é diferente de jogar bonito. Só que o Palmeiras joga feio e mal.
O clube anda em círculos há muito tempo. Se citarmos times memoráveis do futebol brasileiro neste século dificilmente lembraremos de alguma equipe vencedora do Palmeiras. Entregaram as taças e pouco mais que isso. Nada para guardar nas retinas e no afeto. Venceu, mas não divertiu ninguém. Só agradou os que se orgulham de sofrer pelo time de coração.
Agora um pouco mais arejado pelo talento de Patrick de Paula e responsável nas contratações, mas ainda sem olhar para o campo com atenção. Não é questão de demitir treinador, mas coragem para mudar o norte, sair do mais do mesmo. Já passou da hora.
** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal
Palmeiras, Opinião, André Rocha, Verdão, Jogos, Estilo de jogo
Palmeiras anda em círculos há muito tempo. Só muda o resultado
Casinha fechada, dependência dos talentos no ataque sem grande elaboração ofensiva e muitas vitórias arrancadas em cruzamentos a esmo e jogadas de bola parada.
Há quanto tempo o Palmeiras vive disso? Foram as marcas dos trabalhos de Marcelo Oliveira, Cuca, Felipão nas conquistas nacionais e agora de Vanderlei Luxemburgo no título paulista. Com exceções, como o primeiro turno em 2016, com Roger Guedes e Gabriel Jesus brilhando, e a leveza do time misto em 2018 enquanto os titulares lutavam por Copa do Brasil e Libertadores.
Hoje o time alviverde está invicto no Brasileiro, com seis jogos em sete rodadas. Sofreu apenas quatro gols. Dos times da Série A é o que menos levou gols na temporada: 13. Conquistou Flórida Cup e Paulista. Mas o desempenho é sofrível na maior parte do tempo.
A saída de bola tem zagueiros abertos e a participação do goleiro Weverton, mas é pouco produtiva. O meio-campo conta com jogadores que sabem jogar, porém falta infiltração e isola Luiz Adriano, que recua e os ponteiros não entram em diagonal. Rony não consegue se encaixar por erros próprios, mas também pela ausência de movimentos coletivos que criem espaços para que a velocidade e a explosão apareçam.
É uma equipe que torna qualquer jogo feio. Congela a bola. No Allianz Parque contra o Internacional rodando o elenco, a disputa só se salvou pela emoção já nos acréscimos. Com um pênalti para lá de questionável do zagueiro Luan que Thiago Galhardo converteu e a resposta rápida palmeirense com o gol de Luiz Adriano, completando cruzamento de Gustavo Gómez. Já no abafa do desespero.
Muito pouco para tamanho investimento, em contratações e nas divisões de base. Quando demitiu Mano Menezes e Alexandre Mattos na reta final da temporada passada, o Palmeiras pareceu flertar com algo mais arrojado e antenado. Dirigentes conversaram com Jorge Sampaoli e consideraram a hipótese de Miguel Àngel Ramírez, mas preferiram apostar em uma solução conservadora, olhando mais para o passado que mirando o futuro.
Venceu o estadual sobre o maior rival, criou-se de novo o mito do Luxemburgo estrategista. Murchou com o choque de realidade no início do Brasileiro. Duas vitórias, a melhor atuação nos 2 a 1 sobre o Santos...e só. Anula o adversário com solidez defensiva e bloqueia o próprio jogo pela dificuldade na execução das próprias ideias.
Porque as soluções de antes não são mais suficientes. E não há mais Dudu para descomplicar e manter o nível de competitividade. Mas agora só é problema porque os resultados não são os esperados. A análise se limita aos placares dos jogos e à posição na tabela. Não há a preocupação em jogar bem, que é diferente de jogar bonito. Só que o Palmeiras joga feio e mal.
O clube anda em círculos há muito tempo. Se citarmos times memoráveis do futebol brasileiro neste século dificilmente lembraremos de alguma equipe vencedora do Palmeiras. Entregaram as taças e pouco mais que isso. Nada para guardar nas retinas e no afeto. Venceu, mas não divertiu ninguém. Só agradou os que se orgulham de sofrer pelo time de coração.
Agora um pouco mais arejado pelo talento de Patrick de Paula e responsável nas contratações, mas ainda sem olhar para o campo com atenção. Não é questão de demitir treinador, mas coragem para mudar o norte, sair do mais do mesmo. Já passou da hora.
** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal
Palmeiras, Opinião, André Rocha, Verdão, Jogos, Estilo de jogo
Postado por Thiago martins De Almeida - 2211 visitas - Fonte: esporte.uol / blog do
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Nao aguento mais a hipocrisia dos técnicos despreparados do Brasil . Estão acabando com o futebol brasileiro . Quando surge im jogador diferenciado fazem questão de podar a criatividade do mesmo obrigando a jogar num esquema retranqueiro afogando a criatividade do jogador , só comprovar o que está acontecendo no Palmeiras com Gabriel Menino.e patrick de Paula . Luxemburgo comprova a cada jogo sua decadencia como brilhante tecnico que foi no passado . Hoje nada mais tem a acrescentar ao futebol a nao ser narrar fatos do passado . O ser humano envelhece e fica limitado é a ordem da natureza . Vai descansar Luxemburgo vc já fez sua historia no Palmeiras não joque fora sua bela historia .b
A impressao q passa é q esses caras não treinam nada. Não é possivel !
Desempenho patetico ontem do lucas lima e do rony, inaceitavel para o salario q eles ganham.
1 - o time está sendo mal treinado, pois não tem jogadas ensaiadas pra bola parada e em vez de triangular optam, muitas vezes, por chutão ! 2 - Falta qualidade para alguns jogadores, exemplos: maike, luan, lucas lima, rony. O Palmeiras continua carente de um meia de criação de qualidade e deveria contratar mais um centroavante.
Tem que troca o tecnico os jogadores sao bons mais joga tudo fora da posição por isso o time nao rende e so ver o que o jesus fez no flamengo o time do flamengo tinha jogadores bons mais nao ganhava nada e nao era bom tecnicamente veio o o jesus e fez o time joga tao tal que tava sendo os dos melhores time do brasil
tem que tentar outras tantos jogadores da base no time de cima se mesmo os medalhoes nao jogando nada nao saem do time. vai a merda com esse técnico e esse time
Tem que trocar o técnico e maís meia dúzia de chinelinho
Se não trocar de técnico, pode contentar com o paulistinha