16/10/2020 08:56
A tentativa foi de abrir ao elenco a chance de: "joguem, a oportunidade está dada". A falta de retorno foi alarmante. O time fracassava em campo e as alternativas derretiam. Com a derrota acachapante, em casa, o que era um pensamento foi se traduzindo em ação.
?Ciente de que não havia como seguir, Luxa avisaria de sua saída. Reconsiderou a opção com a ciência de uma reunião aconteceria mais tarde, com menos calor. Decidiu, então, esperar. Sabia que se fosse demitido, carregaria ganhos físicos e morais. Deixou com que o clube liderasse a queda.
Antes ainda desse momento, o comandante foi à sala de coletivas do Allianz Parque. A entrevista foi gravada. Seguia-se um protocolo dele, como profissional, e do clube, como cortina de fumaça. O material seria exibido depois que as coisas fossem esclarecidas sobre o futuro. A delegação, então, retornou à Academia de Futebol.
Tempo suficiente para que a direção pudesse entender o entorno. Lideranças de arquibancada e patrocinador master, além do comitê gestor, foram lidos e ouvidos. Além de tudo, o pós-jogo do torcedor comum, que influenciou, sim, na caneta alviverde.
?Em uma reunião bastante breve, a decisão foi oficializada e Luxemburgo foi comunicado que não continuaria no cargo - algo que ele já havia colocado como posição própria. Por meios tortos, a decisão se construiu e o treinador deixou o comando do Verdão.
?A construção temporal entre a demissão moral e a oficial foi relacionada ao esfriar de cabeças e a chance de alinhar muitas visões que lideram o clube. Com todos os lados checados, e com uma pressão insustentável que veio das redes sociais, o trabalho foi interrompido.
Palmeiras, Verdão, Luxemburgo
Da derrota à queda: o último tempo de Luxemburgo no Palmeiras
Entenda como se deu a construção temporal entre a demissão moral e a oficial de Vanderlei Luxemburgo no Palmeiras
O jogo não havia começado. Luxemburgo comentara com pessoas próximas que se sentia receoso com o trabalho que fazia no Palmeiras. A falta de respostas o incomodava. O jogo que viria a acontecer era preponderante pra entender como a mensagem estava sendo assimilada.
A tentativa foi de abrir ao elenco a chance de: "joguem, a oportunidade está dada". A falta de retorno foi alarmante. O time fracassava em campo e as alternativas derretiam. Com a derrota acachapante, em casa, o que era um pensamento foi se traduzindo em ação.
?Ciente de que não havia como seguir, Luxa avisaria de sua saída. Reconsiderou a opção com a ciência de uma reunião aconteceria mais tarde, com menos calor. Decidiu, então, esperar. Sabia que se fosse demitido, carregaria ganhos físicos e morais. Deixou com que o clube liderasse a queda.
Antes ainda desse momento, o comandante foi à sala de coletivas do Allianz Parque. A entrevista foi gravada. Seguia-se um protocolo dele, como profissional, e do clube, como cortina de fumaça. O material seria exibido depois que as coisas fossem esclarecidas sobre o futuro. A delegação, então, retornou à Academia de Futebol.
Tempo suficiente para que a direção pudesse entender o entorno. Lideranças de arquibancada e patrocinador master, além do comitê gestor, foram lidos e ouvidos. Além de tudo, o pós-jogo do torcedor comum, que influenciou, sim, na caneta alviverde.
?Em uma reunião bastante breve, a decisão foi oficializada e Luxemburgo foi comunicado que não continuaria no cargo - algo que ele já havia colocado como posição própria. Por meios tortos, a decisão se construiu e o treinador deixou o comando do Verdão.
?A construção temporal entre a demissão moral e a oficial foi relacionada ao esfriar de cabeças e a chance de alinhar muitas visões que lideram o clube. Com todos os lados checados, e com uma pressão insustentável que veio das redes sociais, o trabalho foi interrompido.
Palmeiras, Verdão, Luxemburgo
Postado por angeli - 2862 visitas - Fonte: Lance!
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Esse diretor de Futebol Pança Barros é um peso morto deveria ter pulso pra afastar e negociar os parasitas que todis conhecem já derrubaram outros tecnicos e nada foi feito . O art 482 da Clt Desídia Desempenho de Funções tem que ser aplicado, os proprios jogadores hoje recorrem a justica do trabalho para reiterar seus direitos nada mais justos que suas obrigações sejam cobradas . Esse Presidente Bananotti tem que ser cobrado pela demora das providencias , desde os repetidos empates e jogando mal o cenário da demissao do técnico ja estava traçado, e essa falta de decisão como sempre ocasionou a perda de muitos pontos irrecuperáveis. Mesmo antes de contratar novo tecnico a decisão de afastar vários jogadores é necessária caso contrário é chover no molhado . Felipe Melo, Marcos Rocha , Lucas Lima , Ramires, devem ser os primeiros a serem enquadrados nesse artigo 482.
Se enganam ela vai ser toda esmagada, pela ganancia e incompetência
Da contratação a demissão foi patetica, a diretoria fazendo jogo de cena, nunca acreditei no ultrapassado Luxa, mas, teria qie ter um tratamento sério,contudo, essa fraca diretoria quer se esconder nos currículos dos que forem ganhadores um dia
Aos parmerenses mais velhos,que falta faz um diretor como GIMES LOPES, FERRUCIO SANDOLI,,essa geração de engomados,cheios de arrogância, só levam o time a acharem que são a última bolacha do pacote. Se pensam que vai ser disputada por ser a ultima
Comentar o que,se temos uma Diretoria wue não trm pulso firme e fica esperando diretores (corneteiros)de primeira linha só na espera do pior,para seus egos pessoais