22/12/2021 11:23
Para se ter uma noção do quanto foi significativa a participação do meio palmeirense, basta pegar os números da dupla Gustavo Scarpa e Raphael Veiga, altamente decisiva para o Verdão ao longo do ano. Scarpa, por exemplo, foi responsável direto por 35 gols (9 gols, 24 assistências e 2 influências em gols contra), ou seja, 25,9% dos 135 tentos da equipe. Veiga, por sua vez, participou de 29 gols (21 gols, 7 assistências e 1 influência em gol contra), 21,5% do total.
Não é à toa que os dois foram os principais destaques do elenco, além de serem os mais constantes em termos de atuação. Nesse caso os números correspondem ao desempenho e ajudam a explicar esse sucesso. Raphael Veiga foi o artilheiro do time e Scarpa o maior garçom com enorme vantagem para os demais. Foi com os dois atuando juntos que Verdão teve grandes jogos.
Mas não é só de fator ofensivo que vive o meio-campo, que necessita e muito de uma dinâmica para fazer todo o time jogar e é aí que talvez venha o diferencial do Palmeiras de Abel Ferreira. Com variações de acordo com a necessidade, mas sempre com intensidade nas duas fases. Felipe Melo, Danilo e Zé Rafael se revezaram por ali nessas função, cada um em sua característica; experiência, juventude, força, precisão nos passes e capacidade de atacar.
Sem contar Patrick de Paula, que não foi um titular absoluto, mas participou de momentos decisivos durante o ano e deu conta do recado quando acionado. Apesar de não terem tido atuações tão boas e constantes como a dos companheiros, Danilo Barbosa e Gabriel Menino tiveram sua importância. Matheus Fernandes teve poucas oportunidades e o setor também pôde contar com alguns jovens da base no Paulistão e no fim do Campeonato Brasileiro.
Após todo esse sucesso e essa consistência do setor em 2021, o meio-campo vai precisar manter essa pegada e talvez até se reinventar para 2022. Sem Felipe Melo, líder dentro e fora de campo, haverá uma lacuna nesse sentido, mas que poderá ser preenchida pela ascensão de nomes como Danilo, que parece cada vez melhor e mais amadurecido dentro do elenco alviverde.
#palmeiras #verdao #alviverde #meiocampo #2021
Meio-campo do Palmeiras foi a fonte dos gols e o "motor" do time na temporada
Gustavo Scarpa e Raphael Veiga foram os maiores responsáveis pelos tentos do Verdão neste ano. Setor trouxe intensidade e variações que foram os diferenciais do time
O ano do Palmeiras foi estrelado, definitivamente um dos melhores (se não foi o melhor) da história do clube com uma Copa do Brasil e duas Libertadores conquistadas. Muito desse sucesso do time teve origem no grande desempenho no meio-campo, setor que foi responsável por boa parte dos gols ao longo de 2021, e trouxe intensidade e variações que foram diferenciais.
Para se ter uma noção do quanto foi significativa a participação do meio palmeirense, basta pegar os números da dupla Gustavo Scarpa e Raphael Veiga, altamente decisiva para o Verdão ao longo do ano. Scarpa, por exemplo, foi responsável direto por 35 gols (9 gols, 24 assistências e 2 influências em gols contra), ou seja, 25,9% dos 135 tentos da equipe. Veiga, por sua vez, participou de 29 gols (21 gols, 7 assistências e 1 influência em gol contra), 21,5% do total.
Não é à toa que os dois foram os principais destaques do elenco, além de serem os mais constantes em termos de atuação. Nesse caso os números correspondem ao desempenho e ajudam a explicar esse sucesso. Raphael Veiga foi o artilheiro do time e Scarpa o maior garçom com enorme vantagem para os demais. Foi com os dois atuando juntos que Verdão teve grandes jogos.
Mas não é só de fator ofensivo que vive o meio-campo, que necessita e muito de uma dinâmica para fazer todo o time jogar e é aí que talvez venha o diferencial do Palmeiras de Abel Ferreira. Com variações de acordo com a necessidade, mas sempre com intensidade nas duas fases. Felipe Melo, Danilo e Zé Rafael se revezaram por ali nessas função, cada um em sua característica; experiência, juventude, força, precisão nos passes e capacidade de atacar.
Sem contar Patrick de Paula, que não foi um titular absoluto, mas participou de momentos decisivos durante o ano e deu conta do recado quando acionado. Apesar de não terem tido atuações tão boas e constantes como a dos companheiros, Danilo Barbosa e Gabriel Menino tiveram sua importância. Matheus Fernandes teve poucas oportunidades e o setor também pôde contar com alguns jovens da base no Paulistão e no fim do Campeonato Brasileiro.
Após todo esse sucesso e essa consistência do setor em 2021, o meio-campo vai precisar manter essa pegada e talvez até se reinventar para 2022. Sem Felipe Melo, líder dentro e fora de campo, haverá uma lacuna nesse sentido, mas que poderá ser preenchida pela ascensão de nomes como Danilo, que parece cada vez melhor e mais amadurecido dentro do elenco alviverde.
#palmeiras #verdao #alviverde #meiocampo #2021
Postado por Carlos E. dos Santos - 4137 visitas - Fonte: Lance!
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Scarpa e Rafael Veiga. É dóis cara que o Palmeiras tem que manter no time.o palmeiras não pôde dispensar esses dois cara