13/3/2022 15:51
Dentro do Peixe, o camisa 10 tem conseguido uma sequência de jogos. Desde que estreou, na vitória contra o Corinthians por 2 a 1, pela terceira rodada do Paulistão, o meia-atacante só ficou fora de uma partida - a derrota para o Mirassol por 3 a 2. Em oito partidas, anotou três gols com a camisa santista.
Além disso, Goulart vem tendo um crescimento gradual do tempo em campo. Contra o Fluminense-PI, em partida pela segunda fase da Copa do Brasil, atuou pela primeira vez por 90 minutos desde que chegou ao clube. E foi fundamental para o Santos conseguisse o empate e levasse a decisão por uma vaga na terceira fase da competição para os pênaltis.
A responsabilidade de "guiar" os mais jovens do elenco também é um fator novo para Ricardo Goulart. Ele chegou com missão de elevar o patamar do time. Dentro de campo, tem buscado ser uma liderança para os "Meninos da Vila". Nas partidas, é comum ver o camisa 10 apontando para onde tocar, orientando jogadas e conversando com os companheiros.
O próprio atleta já comentou sobre a relação com os atletas mais novos e como tem sido o trabalho para mesclar a juventude deles com a sua experiência para auxiliar no amadurecimento do grupo.
– Estamos convivendo todos dias e eles trazem a alegria da juventude. Então eu tento ir na onda deles. Mas dentro de campo procuro passar um pouco da experiência que possuo no futebol. Tenho uma visão dentro da partida que pode ajudar, então fico gesticulando e falando bastante, buscando passar movimentações corretas para eles. E essa troca tem sido muito bacana – disse o camisa 10.
Aos poucos, Ricardo Goulart tem se adaptado ao ritmo de jogo do futebol brasileiro, mais intenso do que na China. Além disso, segue na busca pelo entrosamento com o restante do elenco santista e encontrando o melhor espaço para desempenhar seu futebol.
No Palmeiras, expectativa virou frustração
Ricardo Goulart chegou ao Palmeiras no início de 2019 como o grande reforço do então campeão brasileiro. Depois de já ter trabalhado com Alexandre Mattos, diretor à época, no Cruzeiro e com Luiz Felipe Scolari no Guangzhou Evergrande, da China, o meia-atacante era um desejo antigo no Verdão.
O anúncio de sua contratação por empréstimo, em janeiro, animou os palmeirenses, mesmo com o jogador recuperando-se de lesão no joelho direito.
Logo em sua estreia como titular, o camisa 11 fez dois gols e deu uma assistência na vitória por 3 a 2 sobre o Ituano. A torcida, que já tinha uma expectativa alta, empolgou de vez com Goulart, que fazia a função do meia com presença de área e forte no jogo aéreo também, como gostava Felipão.
Só que a expectativa rapidamente virou frustração. Depois de 12 jogos, quatro gols e três assistências, Ricardo Goulart teve de parar novamente em abril ao sofrer lesão no joelho direito. Durante a recuperação da cirurgia no local, o Guangzhou pediu seu retorno ao futebol chinês e ainda lhe ofereceu uma renovação de contrato.
– Teve uma reviravolta maluca nos últimos dias. Eu tinha o sonho de ficar um ano no Brasil, para marcar mais o meu nome por aqui, mas as coisas tomaram um rumo diferente e vou ser feliz na China – contou Goulart em sua despedida do Verdão, quatro meses após sua chegada.
Fase de Goulart no Santos contrasta com passagem pelo Palmeiras
Meia-atacante é o camisa 10 do Peixe e tem sido decisivo no Paulistão e na Copa do Brasil
Ricardo Goulart chegou ao Santos com a missão de ser protagonista. Vestindo a camisa 10 de Pelé, o meia-atacante tem buscado se tornar uma liderança, principalmente, dentro de campo. O momento contrasta com a passagem do jogador pelo Palmeiras, no primeiro semestre de 2019.
Goulart reencontra o ex-clube neste domingo, às 18h30, no Allianz Parque, pela 11ª rodada do Campeonato Paulista. Pelo Verdão, foram 12 partidas disputadas e quatro gols marcados em um período de quatro meses.
Dentro do Peixe, o camisa 10 tem conseguido uma sequência de jogos. Desde que estreou, na vitória contra o Corinthians por 2 a 1, pela terceira rodada do Paulistão, o meia-atacante só ficou fora de uma partida - a derrota para o Mirassol por 3 a 2. Em oito partidas, anotou três gols com a camisa santista.
Além disso, Goulart vem tendo um crescimento gradual do tempo em campo. Contra o Fluminense-PI, em partida pela segunda fase da Copa do Brasil, atuou pela primeira vez por 90 minutos desde que chegou ao clube. E foi fundamental para o Santos conseguisse o empate e levasse a decisão por uma vaga na terceira fase da competição para os pênaltis.
A responsabilidade de "guiar" os mais jovens do elenco também é um fator novo para Ricardo Goulart. Ele chegou com missão de elevar o patamar do time. Dentro de campo, tem buscado ser uma liderança para os "Meninos da Vila". Nas partidas, é comum ver o camisa 10 apontando para onde tocar, orientando jogadas e conversando com os companheiros.
O próprio atleta já comentou sobre a relação com os atletas mais novos e como tem sido o trabalho para mesclar a juventude deles com a sua experiência para auxiliar no amadurecimento do grupo.
– Estamos convivendo todos dias e eles trazem a alegria da juventude. Então eu tento ir na onda deles. Mas dentro de campo procuro passar um pouco da experiência que possuo no futebol. Tenho uma visão dentro da partida que pode ajudar, então fico gesticulando e falando bastante, buscando passar movimentações corretas para eles. E essa troca tem sido muito bacana – disse o camisa 10.
Aos poucos, Ricardo Goulart tem se adaptado ao ritmo de jogo do futebol brasileiro, mais intenso do que na China. Além disso, segue na busca pelo entrosamento com o restante do elenco santista e encontrando o melhor espaço para desempenhar seu futebol.
No Palmeiras, expectativa virou frustração
Ricardo Goulart chegou ao Palmeiras no início de 2019 como o grande reforço do então campeão brasileiro. Depois de já ter trabalhado com Alexandre Mattos, diretor à época, no Cruzeiro e com Luiz Felipe Scolari no Guangzhou Evergrande, da China, o meia-atacante era um desejo antigo no Verdão.
O anúncio de sua contratação por empréstimo, em janeiro, animou os palmeirenses, mesmo com o jogador recuperando-se de lesão no joelho direito.
Logo em sua estreia como titular, o camisa 11 fez dois gols e deu uma assistência na vitória por 3 a 2 sobre o Ituano. A torcida, que já tinha uma expectativa alta, empolgou de vez com Goulart, que fazia a função do meia com presença de área e forte no jogo aéreo também, como gostava Felipão.
Só que a expectativa rapidamente virou frustração. Depois de 12 jogos, quatro gols e três assistências, Ricardo Goulart teve de parar novamente em abril ao sofrer lesão no joelho direito. Durante a recuperação da cirurgia no local, o Guangzhou pediu seu retorno ao futebol chinês e ainda lhe ofereceu uma renovação de contrato.
– Teve uma reviravolta maluca nos últimos dias. Eu tinha o sonho de ficar um ano no Brasil, para marcar mais o meu nome por aqui, mas as coisas tomaram um rumo diferente e vou ser feliz na China – contou Goulart em sua despedida do Verdão, quatro meses após sua chegada.
Postado por Henrique Monteiro Cesaretti - 4041 visitas - Fonte: globoesporte.com
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