7/5/2022 15:13
Além disso, Veiga contou que possui um ritual antes de cobrar seus pênaltis. Como a estratégia de colocar o bico da bola sempre para frente vem dando certo, o meia sempre repete a postura, já que se tornou um hábito.
“Pênalti é um pouco de treinamento e um pouco dessa parte emocional, de você conseguir se controlar. Antes, morria de medo de bater pênaltis, não gostava. Eu achava que as pessoas que não batiam pênalti eram as que sentiam isso. Hoje, vejo que todo mundo sente isso. Pega os maiores jogadores do mundo, eles sentem isso. A questão é como você vai controlar isso dentro de você. Hoje, consigo controlar melhor do que lá atrás“, disse Veiga à Conmebol.
“No treinamento, o que procuro fazer é bater com a mesma concentração que tenho no jogo e fazer meu ritualzinho. Não é superstição, mas é um ritualzinho que faço. Colocar a bola do jeito que eu faço, respirar… Isso ajuda na concentração. Ali, decido onde vou bater. Às vezes, já estudei goleiros, vi mais ou menos alguns lances e vídeos para ver o que encaixava melhor, mas é um negócio muito mais que sinto na hora. Eu costumo colocar o bico da bola sempre para frente quando vou bater uma bola parada. Não sei por que, começou lá atrás. Foi um amigo que disse que, quando chutava, o bico da bola ajudava a não sei o que. Eu acho que hoje não ajuda nada, mas eu acostumei, coloco o bico para frente. Dou meus quatro, cinco passos, respiro, mentalizo o que vou fazer e faço“, completou.
Recentemente, Veiga foi responsável pela cobrança de um pênalti extremamente importante. Mesmo com o nervosismo, o craque do Palmeiras venceu Mendy na final do Mundial, duelo em que o atleta venceu o nervosismo de estar diante de um dos melhores goleiros do mundo.
“O pênalti mais difícil não foi em disputa de pênalti. Acho que foi contra o Chelsea mesmo. E um goleiro que o povo considera como o melhor goleiro do mundo (Mendy). Juntou tudo ali na hora, e falei: ‘Agora é comigo’.”, recordou.
Palmeiras, Veiga, Pênalti
Veiga diz qual pênalti pelo Palmeiras foi o mais difícil de bater
Meia nunca errou uma cobrança na marca da cal com a camisa Alviverde
Antes de virar especialista em cobranças de pênalti, Raphael Veiga tinha medo de realizar cobranças na marca da cal. Em entrevista à Conmebol, o camisa 23 do Palmeiras relatou que o receio em virar “vilão” nos jogos foi vencido através dos treinos. Sendo assim, ele ficou ciente que todos os jogadores sentem o temor de errar no momento decisivo, mas busca controlar a ansiedade com sua concentração em aplicar o que foi trabalhado.
Além disso, Veiga contou que possui um ritual antes de cobrar seus pênaltis. Como a estratégia de colocar o bico da bola sempre para frente vem dando certo, o meia sempre repete a postura, já que se tornou um hábito.
“Pênalti é um pouco de treinamento e um pouco dessa parte emocional, de você conseguir se controlar. Antes, morria de medo de bater pênaltis, não gostava. Eu achava que as pessoas que não batiam pênalti eram as que sentiam isso. Hoje, vejo que todo mundo sente isso. Pega os maiores jogadores do mundo, eles sentem isso. A questão é como você vai controlar isso dentro de você. Hoje, consigo controlar melhor do que lá atrás“, disse Veiga à Conmebol.
“No treinamento, o que procuro fazer é bater com a mesma concentração que tenho no jogo e fazer meu ritualzinho. Não é superstição, mas é um ritualzinho que faço. Colocar a bola do jeito que eu faço, respirar… Isso ajuda na concentração. Ali, decido onde vou bater. Às vezes, já estudei goleiros, vi mais ou menos alguns lances e vídeos para ver o que encaixava melhor, mas é um negócio muito mais que sinto na hora. Eu costumo colocar o bico da bola sempre para frente quando vou bater uma bola parada. Não sei por que, começou lá atrás. Foi um amigo que disse que, quando chutava, o bico da bola ajudava a não sei o que. Eu acho que hoje não ajuda nada, mas eu acostumei, coloco o bico para frente. Dou meus quatro, cinco passos, respiro, mentalizo o que vou fazer e faço“, completou.
Recentemente, Veiga foi responsável pela cobrança de um pênalti extremamente importante. Mesmo com o nervosismo, o craque do Palmeiras venceu Mendy na final do Mundial, duelo em que o atleta venceu o nervosismo de estar diante de um dos melhores goleiros do mundo.
“O pênalti mais difícil não foi em disputa de pênalti. Acho que foi contra o Chelsea mesmo. E um goleiro que o povo considera como o melhor goleiro do mundo (Mendy). Juntou tudo ali na hora, e falei: ‘Agora é comigo’.”, recordou.
Palmeiras, Veiga, Pênalti
Postado por João Reis - 4542 visitas - Fonte: verdaoweb.com
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Isso que ele faz é pênalti bem batido. Sem firulinha, sem dancinha, simples e objetivo. Parabéns Veiga, nessa técnica você é um monstro.
Conserteza, eu também acho. Pela situação da coisa, e não ter informação do goleiro Mendy.