Nesta terça-feira (16), a presidente do Palmeiras , Leila Pereira , concedeu entrevista coletiva na Academia de Futebol e falou sobre a política de preços do Allianz Parque.
Questionada sobre a "elitização" do futebol brasileiro, a mandatária apontou os crescentes custos do esporte para justificar que precisa cobrar alto se quiser manter o nível de investimento no Verdão.
Leila argumentou que, na sua visão, o torcedor que é parte do programa Avanti consegue pagar um valor que "não é exorbitante".
Ela ainda salientou que partidas da base e do feminino muitas vezes têm ingressos grátis, dando oportunidade a torcedores de acompanharem outras equipes do Alviverde.
"O futebol, apesar de ser popular, é elitizado a partir do momento que são investimentos altíssimos que você precisar fazer pra ter um time competitivo, campeão. Hoje, você não conversa com um jogador médio por menos de US$ 5 milhões, 5 milhões de euros", disparou.
"A folha de pagamento de um clube da grandeza do Palmeiras é de milhões. E esses valores precisam sair de algum lugar. Nós temos direitos de transmissão, patrocínios, vendas de atletas, programa de sócio-torcedor... Para essa roda girar, você precisa de dinheiro e investimentos", seguiu.
"Não dá para ter time competitivo se não tiver renda. E uma das fontes de renda de um clube de futebol é o programa sócio-torcedor e venda de ingressos. Nove entre 10 torcedores que vão na nossa arena são sócios. O Avanti é um dos únicos programas que disponibiliza desconto de 100% nos ingressos. O 'Plano Ouro', por exemplo, que custa R$ 145, R$ 150 por mês, o ingresso sairia entre R$ 45, R$ 50. Eu não acho caro... Não acho. Dependendo do jogo, os valores são menores e maiores. E eu não acho esse valor exorbitante", assegurou.
"Existem clubes no Brasil que se dizem populares, com rendas de R$ 20 milhões, R$ 22 milhões (em um jogo). Nós nunca estivemos perto dessa renda, nesse patamar", argumentou.
"Nosso programa não é reajustado há quase seis anos. Não concordo quando dizem que os ingressos não são populares. Eu acho que são, sim. Alguns jogos, por exemplo dos meninos da base, quem gostaria de ver o Palmeiras, pode ver o Palmeiras, os nossos meninos", complementou.
1353 visitas - Fonte: espn
Cleiton vai catar coquinho e para de encher o saco.
Ninguém quer movimento feminista em futebol masculino. Os homens ué jogam..
Se Abel renova ou não tranquilo o problema são as contratações pontuais do Palmeiras que não há
Palmeiras fraco no mercado culpa da diretoria fraca
Chega nos palmeirenses nós palmeirenses o que nós precisamos é de não organizar negócio de patrocínio nós não precisamos de organização social nós precisamos de uma pessoa que ajude o time a crescer e não uma porcaria de uma empresa que inclusive uma coisa a ficar fechado ou fiscalizar numa posição e o Palmeiras é grande o Palmeiras não é um time fraco sempre tem mais patrocinadores