O recente confronto entre São Paulo e Palmeiras, realizado no último domingo (5), gerou uma série de polêmicas que prometem perdurar por um bom tempo. Apesar dos cinco gols e da impressionante virada do Palmeiras, agora líder do Brasileirão, o foco recaiu sobre a arbitragem de Ramon Abatti Abel. Seu desempenho foi amplamente contestado, com erros em momentos cruciais tão evidentes que a CBF decidiu afastá-lo poucas horas após o clássico.
Embora o episódio recente pareça o estopim de uma crise na arbitragem, as contestações envolvendo os juízes em duelos entre São Paulo e Palmeiras não são novidade. Desde 2021, uma série de lances controversos geraram reclamações de ambas as partes. Vamos revisitar essa linha do tempo de erros e acertos.
Um dos episódios mais marcantes ocorreu em 2021, quando o São Paulo deixou o Morumbi indignado com a atuação de Luiz Flávio de Oliveira. O primeiro ato de discórdia foi um pênalti marcado em Marquinhos após um empurrão de Gustavo Gómez, que foi revisto e anulado pelo árbitro após consultar o VAR. Logo em seguida, um lance ainda mais polêmico: um gol contra de Gustavo Gómez foi anulado, sob a justificativa de que Miranda estava em posição irregular, apesar da revolta dos são-paulinos, que ainda viram Emiliano Rigoni ser expulso após a consulta.
No primeiro jogo da final do Campeonato Paulista de 2022, o São Paulo abriu o placar com um pênalti controverso marcado em Marcos Rocha. Embora a bola tenha tocado seu braço, a defesa palmeirense argumentou que seus braços estavam junto ao corpo, o que deveria anular a penalidade. O São Paulo venceu por 3 a 1, mas a reclamação ficou no ar.
Outro lance que ainda gera repercussão ocorreu na Copa do Brasil de 2022. O Palmeiras estava dominando o jogo contra o São Paulo até que um pênalti foi marcado a favor do Tricolor, após uma falta de Calleri. A análise de VAR, que não revisitou a possível posição de impedimento de Calleri, levantou questões que a CBF admitiu não ter avaliado corretamente, mas que perdeu força após o jogo.
Em 2023, mais uma vez, o duelo entre os rivais trouxe à tona a insatisfação são-paulina. Um gol de Calleri foi anulado por uma falta de Diego Costa, que, na visão do árbitro, teria bloqueado a ação de Zé Rafael. Apesar da consulta ao VAR, a decisão de anular o gol foi mantida, gerando nova onda de descontentamento.
Em 2024, a rivalidade começou a esquentar novamente, com polêmicas envolvendo cartões amarelos e penais não marcados. No primeiro gol do São Paulo, Ricardo Ríos recebeu apenas um cartão amarelo após uma violenta entrada, enquanto no mesmo jogo um pênalti a favor do Palmeiras, cometida por Rafael em Murilo, também despertou discussões acaloradas.
Na semifinal do Paulista de 2025, um pênalti marcado pelo árbitro Flávio Rodrigues de Souza em cima de Vitor Roque gerou polêmica, especialmente após a Federação Paulista admitir a falha de arbitragem. O jogo continuou a apresentar erros, com novos lances não analisados corretamente pelo VAR e reclamações de ambos os lados sobre decisões não tomadas que impactaram o resultado.
Por fim, neste ano, o confronto de 2025 trouxe à tona um pênalti não marcado em Tapia após ser atingido por Allan, além das constantes reclamações dos dois lados sobre faltas não sancionadas e expulsões. O clima entre as torcidas e as direções dos clubes é tenso, e a necessidade de uma revisão clara na arbitragem se torna cada vez mais urgente.
861 visitas - Fonte: espn
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