No Allianz Parque, uma atmosfera mágica envolveu o palco da semifinal da CONMEBOL Libertadores 2025, onde o Palmeiras, com 39 mil torcedores ao seu lado, obteve uma vitória histórica de 4 a 0 sobre a LDU. Após uma derrota de 3 a 0 em Quito, no Equador, a equipe precisava de uma virada impressionante para se classificar para a final. Vitor Roque, em respirações profundas enquanto escutava o hino, representava a grandeza do desafio à frente.
O jogo, descrito como “um dos mais emocionantes da minha vida” por Bocca, refletiu a crença do técnico Abel Ferreira na possibilidade de uma noite mágica. O Palmeiras não só superou a dificuldade, mas fez história em sua sétima final de Libertadores, agora contra o Flamengo no dia 29 de novembro, no Estádio Monumental de Lima, no Peru. Essa classificação veio com mudanças táticas significativas, onde Abel escalou um 3-5-2, introduzindo Bruno Fuchs e fazendo ajustes nas laterais, com Ramón Sosa e Allan desempenhando papéis cruciais.
Desde os primeiros minutos, o Palmeiras tomou a iniciativa, pressionando o adversário com finalizações de Vitor Roque, Flaco e Piquerez. O placar foi aberto aos 19 minutos, quando Allan cruzou para Ramón Sosa desviar de cabeça. Apesar de mais tentativas no primeiro tempo, o primeiro gol não foi o suficiente para tranquilizar os torcedores. Bruno Fuchs, no entanto, calou a ansiedade ao marcar no último lance do primeiro tempo, colocando o Alviverde em uma posição privilegiada para a etapa complementar.
O segundo tempo começou sem alterações, mas Abel rapidamente fez mudanças. Raphael Veiga, figura decisiva da partida, entrou em campo e, apenas quatro minutos depois, assistiu Vitor Roque e marcou o terceiro gol, solidificando a vantagem. Com o 3 a 0 no placar, o Palmeiras precisava apenas manter o controle para garantir a classificação, mas a equipe ainda adicionou mais emoção ao jogo quando Allan sofreu um pênalti após um magnífico drible sobre três adversários.
Veiga, eleito para a cobrança, não hesitou. Com serenidade, fez o quarto gol e comemorou efusivamente, sinalizando a realização do impossível. A partir daí, o Palmeiras se dedicou a administrar a vantagem, com Carlos Miguel fazendo uma defesa crucial aos 38 minutos, mantendo o sonho de título vivo e celebrando junto à torcida. Os minutos finais serviram como um lembrete de nunca subestimar o Palmeiras sob o comando de Abel Ferreira.
933 visitas - Fonte: ge
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