No dia 11 de novembro, o Palmeiras comemora uma data significativa: dez anos da conquista histórica da Copa do Brasil de 2015. A vitória diante do Santos não apenas selou o título, mas se tornou uma das noites mais memoráveis da trajetória recente do clube, marcada por um intenso clima de rivalidade e um forte apoio da torcida alviverde.
Marcelo Oliveira, o então treinador da equipe, recorda com clareza os momentos que antecederam a grande final. Mesmo após uma derrota por 1 a 0 no primeiro jogo, o elenco manteve firme a confiança em uma virada. Oliveira menciona como a percepção externa de que o Santos estava em um bom momento adicionou um combustível extra para a determinação do Palmeiras. "Esse título foi importante para mim. Eu já tinha ido a três finais e não tinha conseguido ganhar... Fomos e conquistamos o título em casa", relembra o treinador, refletindo sobre a superação que a equipe demonstrou frente às adversidades.
Um fator crucial na preparação para a final foi a opção de Alexandre Mattos, o diretor de futebol à época, de levar o elenco para um período de concentração em Atibaia. Oliveira também enfatiza a importância desse isolamento, que ajudou o grupo a intensificar a união e o foco nos objetivos. “Fizemos uma preparação muito boa”, complementa.
O palco da decisão, o Allianz Parque, foi tomado por uma das maiores manifestações da torcida palmeirense desde sua inauguração. A chegada do ônibus da equipe foi recebida com uma explosão de cores e sons, criando um ambiente que emocionou os jogadores. Oliveira reflete sobre essa experiência, dizendo que a energia gerada pela torcida foi fundamental para a conquista. "A torcida teve um papel fundamental no título da Copa do Brasil", destaca ele.
No decorrer da temporada, as provocações entre os jogadores intensificaram a rivalidade. Um episódio marcante ocorreu no confronto do Brasileirão, onde Ricardo Oliveira irritou Fernando Prass ao marcar um gol na Vila Belmiro. Este momento alimentou a motivação do elenco durante a preparação para a final.
A segunda partida foi um duelo eletrizante. A vitória por 2 a 1 no Allianz Parque levou a decisão para os pênaltis, e Prass se destacou, convertendo a cobrança decisiva. "Aquele desfecho foi a recompensa de uma equipe que manteve convicção mesmo depois do revés no primeiro jogo", resume Oliveira, reforçando que a confiança e o comprometimento do grupo foram cruciais.
Hoje, dez anos após essa conquista, a memória do título continua vívida tanto na lembrança dos palmeirenses quanto na trajetória de Marcelo Oliveira. Para ele, a vitória não representa apenas um momento de superação pessoal, mas um capítulo especial na história do Palmeiras, sempre cercado por dúvidas, esforço e a inigualável torcida alviverde.
3300 visitas - Fonte: Verdão Web
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Taí um fato a ser analisado.Quando foi que a tia levou o Palmeiras para Atibaia? Lá não tem a pressão e o mimimi do Allianz! Coisa para se pensar! Eu renovaria com o Everton e daria a titularidade prá ele!! Carlão está estabanado e inseguro, na final mostrou isso em diversos lances!!