Recentemente, o jovem talento Vitor Roque expressou sua gratidão ao Palmeiras, à sua família e à presidente Leila Pereira durante uma cerimônia de premiação. Essa ocasião coincidiu com uma discussão sobre a saúde do elenco do clube, abordando o desempenho do Palmeiras em relação ao número de lesões ao longo dos anos.
Em resposta a uma afirmação do presidente do Flamengo, Leila destacou que o Palmeiras figura entre os times da Série A com o menor número de jogadores lesionados desde a introdução do gramado sintético em seu estádio, o Allianz Parque. Um levantamento realizado pelo site Gato Mestre revela que o clube verde e branco possui um histórico notável de lesões, mantendo-se geralmente na parte inferior da lista de clubes afetados.
A análise dos dados de lesões, que se estende desde 2016, mostra que a média de lesões do Palmeiras antes da implementação do gramado sintético, entre 2016 e 2019, era de 30,5 por ano. Após a adoção do novo gramado, essa média caiu para 27,83 lesões anuais entre 2020 e 2025. Curiosamente, o ano em que o gramado sintético foi implementado, 2020, também registrou o maior número de lesões, com um total de 42, coincidentemente em um período de pandemia que alterou o calendário para o futebol.
Apesar das circunstâncias difíceis enfrentadas nesse período, o Palmeiras conseguiu manter um desempenho razoável nas temporadas seguintes. Embora a análise dos dados ainda não possibilite comparações diretas com outros clubes para o ano atual, foi registrado que a equipe teve o mesmo número de lesões na última temporada, mesmo com nove jogos a mais em 2025, reforçando a capacidade do clube de gerenciar a condição física de seus atletas.
As informações sugerem que, apesar da correlação entre a implementação do gramado sintético e a quantidade de lesões, a lesão é um fenômeno complexo influenciado por múltiplos fatores. O clube tem se destacado, possivelmente por conta de um trabalho eficaz de fisiologia e um rodízio inteligente entre jogadores, que visa prevenir lesões e preservar a saúde do elenco.
Ao analisar a posição do Palmeiras em relação ao número de lesões ao longo dos anos, é possível notar um desempenho consistente. Em 2016, o clube ficou em 10º lugar, seguido por uma ascensão para o 2º lugar em 2017 e o 1º em 2022, enquanto que em 2020 enfrentou o desafio de andar de mãos dadas com os altos números de lesões. Essa trajetória ao longo dos anos demonstra a resiliência e a capacidade do clube de se adaptar e melhorar suas práticas de saúde e prevenção.
912 visitas - Fonte: Verdão Web
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