Nos últimos anos, o domínio do Flamengo e Palmeiras no futebol brasileiro levantou um debate crucial sobre o futuro dessa paixão nacional. Historicamente caracterizado por um equilíbrio financeiro e esportivo, o futebol brasileiro se viu diante de um cenário com a dupla se destacando significativamente dos demais clubes, tanto nos gramados quanto nos aspectos administrativos e financeiros. Essa situação gerou comparações com a hegemonia do Real Madrid e Barcelona no futebol espanhol.
Entre 2016 e 2025, os campeonatos brasileiros foram amplamente dominados pelos dois clubes: o Palmeiras conquistou os títulos de 2016, 2018, 2022 e 2023, enquanto o Flamengo se sagrou campeão em 2019, 2020 e 2025. Assim, nos últimos dez anos, a dupla levou sete das últimas dez edições do Campeonato Brasileiro. Na Copa Libertadores, a competição mais significativa da América do Sul, o controle do Flamengo e do Palmeiras se torna ainda mais evidente. Neste mesmo período, o Flamengo venceu a Libertadores em 2019, 2022 e 2025, e o Palmeiras foi campeão em 2020 e 2021. Das últimas dez finais, em cinco delas, one of the teams from this duo esteve presente.
Além das conquistas dentro de campo, os clubes se destacaram na América do Sul em termos de estrutura, receita e investimentos. Este sucesso tem gerado preocupações sobre a competitividade tradicional do futebol brasileiro, que agora está sob ameaça. Para entender melhor esse fenômeno, o Lance! consultou diversos colunistas sobre o assunto.
O colunista Lúcio de Castro acredita que chamá-lo de “espanholização” é exagerado, pois no Brasil, diferente da Espanha, várias equipes competem em diferentes torneios, como demonstram os últimos campeões da Libertadores. Por outro lado, Eduardo Tironi argumenta que a superioridade de Flamengo e Palmeiras é inequívoca. Segundo ele, embora outros clubes tenham vencido, a dominância da dupla nos últimos anos é notória, e o aumento de receita do Flamengo em 2026 foi equivalente ao faturamento total do São Paulo, sublinhando a disparidade financeira existente.
Em contrapartida, Gustavo Guffo destaca que uma espanholização do futebol brasileiro é praticamente impossível no curto prazo, já que os contextos econômicos de Brasil e Espanha são bastante distintos. Ele sugere que a forte aliança entre os governos locais e os dois gigantes espanhóis não se repete aqui, onde os clubes enfrentam ciclos de altos e baixos. Guffo acredita que o poderio de Flamengo e Palmeiras pode ser temporário e que uma mudança de direção ou má gestão poderia alterar este cenário.
786 visitas - Fonte: Verdão Web
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