O mercado internacional continua monitorando em ritmo asfixiante as joias produzidas na Barra Funda, mas a diretoria alvinegra mantém a guarda alta. O Palmeiras confirma que rechaçou uma proposta impositiva de 18 milhões de euros (cerca de R$ 108 milhões na cotação atual) apresentada pelo Grupo City para comprar o atacante Heittor, de apenas 17 anos. O laboratório financeiro do conglomerado estrangeiro tentou seduzir o Verdão com 15 milhões de euros fixos e mais 3 milhões de euros em bônus rústicos, colocando o futuro do material humano totalmente em jogo.
De acordo com informações de Valentín Furlán, o plano tático do Grupo City era tirar o garoto do Brasil imediatamente para integrá-lo ao Troyes, da França, equipe que serve de satélite para a rede de clubes operada pela gringa. Tratado como uma das grandes realidades da cozinha da base palmeirense, o camisa 9 vive uma temporada iluminada em 2026 e desfruta de enorme prestígio com Abel Ferreira. O treinador português acompanha a ralação diária do jovem e barrou qualquer possibilidade de acordo travado que enfraquecesse as opções para o time principal.
— O assédio europeu nos desafia a manter os pés no chão. O clube admite que as cifras são pesadas, mas a comissão técnica nos cobra a permanência desses talentos. O Heittor tem uma margem rústica de valorização imensa e o grupo entende que o momento humano é de lapidação, não de venda — dispara uma fonte graúda ligada aos bastidores do clube.
Os números de Heittor justificam o ríspido jogo duro feito por Leila Pereira. Em apenas 18 exibições pelas categorias menores em 2026, o centroavante soma rústicas 15 participações diretas em gols, destruindo as defesas adversárias e liderando a artilharia da categoria. O Palmeiras reage ao interesse dos franceses sustentando sua conhecida cartilha de negócios: reter o material humano pelo maior tempo possível para morder conquistas esportivas antes de carimbar o passaporte do atleta para o Velho Continente por valores ainda maiores.
Com a negativa consolidada nos tribunais do mercado, o Grupo City recolhe as armas e se vê obrigado a buscar outra alternativa na gringa. O Palmeiras contesta a pressa dos empresários e foca no desenvolvimento técnico do atacante, que ganha casca nos treinos da intertemporada. Abel sabe que ter um diamante desse calibre pronto para ser acionado é o oxigênio necessário para manter o elenco competitivo, garantindo que o atacante siga como protagonista absoluto da transição palmeirense no decorrer de 2026.
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Felizmente, estão sobrando talentos na Base alviverde.Isto é ótimo para futuras negociações e uma perspectiva de muita grana no caixa! Infelizmente, já vendemos muitas promessas e que já fizeram falta em recentes decisões, principalmente na final da Libertadores no Uruguai. Vivendo e aprendendo e felizmente temos hoje, um invejável elenco para buscar mais títulos!
Alvinegro? Grupo Francês? Meooo Deooos