Marcelo Oliveira encara pressão contra o Fluminense na quarta (Foto: Marcos Ribolli)
O Palmeiras dependia somente de si para fechar a 32ª rodada do Campeonato Brasileiro no G-4. Com o empate do Santos com o Figueirense em Florianópolis, o Verdão precisava apenas vencer o Sport no estádio do Pacaembu, sem aguardar outros resultados.
A derrota por 2 a 0 para o time pernambucano frustrou os planos da equipe comandada por Marcelo Oliveira e aumentou a pressão para o jogo de volta da semifinal da Copa do Brasil, contra o Fluminense, na próxima quarta-feira.
Foi a quarta derrota do Palmeiras nas cinco últimas partidas. Após ser goleado pela Chapecoense por 5 a 1 e perder para a Ponte Preta em casa, o Verdão acalmou os ânimos ao bater o Avaí com uma equipe mista. Porém, os tropeços diante do Fluminense no Rio de Janeiro e principalmente ante o Sport, na capital paulista, tiraram a torcida do sério.
Gritos, xingamentos, ameaças... De ambiente favorável, o Pacaembu se transformou em uma panela de pressão para a equipe. Vencer o Fluminense na arena e ir à final da Copa do Brasil é um objetivo tratado como obrigação por uma das organizadas. Os jogadores, que chegaram a ser chamados de vagabundos, esperam apoio daqui a quatro dias.
– Espero que eles ajudem a gente até o fim. Sei que podemos contar com eles, que vão ajudar. Contamos com essa força para reverter a situação lá do Rio – afirmou Vitor Hugo, lembrando a derrota por 2 a 1 no jogo de ida.
– É tranquilo, a torcida está no direito dela. Vem ao estádio, paga ingresso caro. Eles estão no direito de reclamar, de vaiar. Só esperamos que na quarta, na arena, eles lotem, apoiem, que vamos fazer de tudo – disse o atacante Dudu.
O técnico Marcelo Oliveira vive um momento de pressão no comando do Palmeiras. Questionado internamente no clube, o treinador tem encontrado dificuldades para encontrar alternativas sem a presença de jogadores importantes, como Arouca e Robinho.
O meia deve voltar contra o Fluminense, após um mês fora por conta de um problema muscular. O volante segue vetado pelo departamento médico.
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