15/9/2019 15:50

Análise: Retomando a confiança da equipe, confira como Mano mudou o Palmeiras com 9 pontos ganhos

De volta à briga pelo título brasileiro, time tem apresentado diferenças evidentes em campo

Foram nove os pontos que Mano Menezes conquistou com o Palmeiras. Os nove pontos que ele disputou no Campeonato Brasileiro, sendo os últimos três na vitória por 1 a 0 sobre o Cruzeiro, no último sábado.



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Trata-se apenas do início do trabalho do treinador, que, como ele próprio ressaltou na mais recente entrevista coletiva, terá pela primeira vez uma semana inteira para trabalhar o time na Academia de Futebol – até a partida de domingo, contra o Fortaleza, fora de casa.

Mas, a cada jogo que passa, há mais pontos de diferença evidentes em relação ao trabalho de seu antecessor, Luiz Felipe Scolari, que fez grande campanha antes da Copa América, mas apenas cinco pontos em sete rodadas depois da Copa América.

É possível listar pelo menos nove pontos...

Volantes sobem mais ao ataque

E não apenas Bruno Henrique, que estava dentro da área para marcar o único gol contra o Cruzeiro. Felipe Melo subiu com frequência – o que também pode deixar o time mais exposto, como aconteceu em alguns momentos na vitória sobre o Fluminense – e finalizou quatro vezes da entrada da área.

Lugar de centroavante é na área

Em vez de tirar o centroavante da área para disputar bolas pelo alto, como Felipão e outros treinadores muito fizeram com as casquinhas de Deyverson, Mano prefere a construção pelo chão até a bola chegar ao homem gol.

Quem briga pela bola finalizada por Bruno Henrique é Luiz Adriano, que na terça-feira estava dentro da área nos três gols que marcou contra o Fluminense.

Lado psicológico e insistência

Assim como na estreia do treinador, quando o Palmeiras venceu de virada pela primeira vez depois de mais de um ano, esse tem sido um ponto forte da equipe nas últimas partidas.

Ao menos até aqui, ela não tem sentido quando as coisas não acontecem da melhor maneira. O gol contra o Cruzeiro saiu nos acréscimos da primeira etapa, depois de muita insistência em tentar furar a marcação cruzeirense.

Falta não é sinônimo de bola aérea

Quando ainda buscava o primeiro gol, o Palmeiras teve algumas faltas a seu favor na intermediária. Em outros tempos, isso era certeza de zagueiros atravessarem o campo para esperar um cruzamento. Ultimamente, os jogadores têm batido rapidamente para recolocar a bola em jogo.

Zagueiros orientados a não dar chutão

Os zagueiros Vitor Hugo e Luan, que formaram a dupla titular nas duas primeiras partidas de Mano, já sabem: o treinador quer que o time saia jogando pelo chão. Ficou claro contra o Cruzeiro que Gustavo Gómez, de volta ao time depois de um único treino com o novo comandante, ainda se acostumará ao novo estilo.

Apito inicial também tem bola trabalhada

Com quase todos os últimos treinadores do Palmeiras, desde Marcelo Oliveira em 2015, a equipe rolava a bola para trás e a lançava para alguém disputá-la pelo alto no campo de ataque. Com Mano, o time tenta ganhar terreno trocando passes, sem rifar a bola.

Lateral na área é recurso, não regra

Diferentemente do que ocorreu em jogos recentes do Palmeiras, com um sem-fim de laterais arremessados para o meio da área no desespero, essa jogada é vista como um recurso, e não como uma regra, por Mano.

O único assim cobrado foi no último minuto da partida contra o Goiás. A jogada, por sinal, resultou no gol da virada. Mas nos dois jogos seguintes, diante de Fluminense e Cruzeiro, nenhum lateral foi cobrado dessa forma.

Mesmo ganhando, não entra volante

Pelo menos não necessariamente. Em vez de tentar segurar a vantagem mínima diante do Cruzeiro com um volante a mais, como fez Felipão tantas vezes, o treinador trocou Gustavo Scarpa por outro meia, Lucas Lima. Depois de ter treinado o substituto para ajudar mais na marcação nos últimos dias.



Reservas motivados e atentos

Assim que saiu o gol de Bruno Henrique, Mano se virou para os reservas e conversou com duas duplas. A primeira foi Deyverson e Ramires. A segunda, Borja e Jean. Fez gestos em que aparentemente os encorajava a repetir o que Luiz Adriano e Bruno Henrique fizeram, dentro da área, e sem desistir da jogada.

Palmeiras, Mano Menezes, Brasileirão, Verdão, Análise




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WAGNER ZAMONER     

Paulo os corneteiros estao comentando la na enquete de carile tecnico do palmeiras.so gamba

Paulo Anderson     

Mano ta tando padrão de jogo ao palmeiras estou gostando do jeito do time sem judão...cadê os corneteiros q tava metendo o pau no mano??rumo titulos vamo vamo porco

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