Vanderlei Luxemburgo busca trazer ofensividade desde que chegou ao Palmeiras e decidiu que não utilizaria a figura clássica de ter um primeiro volante de marcação. Assim, em 2020 atuou com dois jogadores de características mais ofensivas na base do meio-campo e teve resultado.
Revezamento foi a palavra para compor o setor: Ramires, Bruno Henrique, Gabriel Menino e Zé Rafael receberam oportunidades na equipe titular, cada um agregando pontos positivos à função dentro de campo. Além disso, Patrick de Paula também teve seus primeiros minutos nos profissionais.
O treinador abriu mão de um tradicional cabeça de área e a equipe manteve bons números defensivos até a paralisação por conta do coronavírus. Ao compararmos com anos anteriores a este, quando o Verdão atuava com um primeiro volante, a retaguarda de 2020 se destaca mais.
O Alviverde disputou 12 jogos na temporada e sofreu 5 gols. O número é o mesmo observado nos 12 jogos inicias do ano passado e inferior ao registrado na mesma entre as temporadas de 2015 e 2018, quando o time possuía importantes figuras à frente dos zagueiros.
Gabriel foi contratado em 2015 para ser o cão de guarda no meio-campo do Palmeiras. Apesar de ter sofrido com lesões, o volante teve um bom desempenho na maior parte da temporada. Já no ano seguinte, em 2016, o então treinador Cuca adotou outra estratégia, a de alternar o sistema tático de acordo com o adversário jogo a jogo, porém Thiago Santos era o principal responsável por carregar o piano em partidas mais difíceis.
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